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segunda-feira, 24 de maio de 2010

AHAHAHAH, OS NEO-FASCISTAS CONTINUAM A TENTAR NA SECRETARIA O QUE NÃO CONSEGUEM NO CAMPO!

Regimento e lei eleitoral são para alterar logo que possível

PSD entende que sai prejudicado com o Regimento e quer evitar entrada de partidos na ALM

Mais cedo ou mais tarde terá de haver alterações. É a convicção e o desejo dos social-democratas no que diz respeito à lei eleitoral para a Assembleia Legislativa da Madeira, assim como ao respectivo Regimento. Ambos são de revisão relativamente recente, mas o PSD entende que é prejudicado, por comparação com a oposição. É preciso, por isso, na perspectiva dos social-democratas, repor a justiça.

O PSD fez contas e concluiu que o Regimento favorece a oposição ao, na prática, dar mais tempo ao conjunto dos deputados dos restantes partidos do que ao seu grupo parlamentar. O problema, na perspectiva do PSD, é que a oposição, no seu todo, tem apenas 14 deputados enquanto os social-democratas têm mais do que o dobro. 33 para ser exacto.

Tal como está, o Regimento 'obriga' o PSD e o Governo a práticas que o partido vai tentar que sejam cumpridas, mas que são para alterar logo que possível. A realização de debates parlamentares com o Governo é um desses pontos.

Recentemente foi tornada pública a maior abertura do PSD e do Executivo para a realização desses debates, o que se deve à tentativa de cumprir o que existe no Regimento, de forma a retirar margem de manobra aos adversários, numa altura em que é preciso bom relacionamento, nomeadamente, com Lisboa. Essa maior abertura não significa resignação aos poderes regimentalmente conferidos à oposição.

Da última vez que o Regimento foi alterado, há menos de dois anos, tinha havido outra alteração menos de um ano antes.

Evitar proliferação de partidos

Com a lei eleitoral, tal como está, qualquer dia bastam mil votos para fazer eleger um deputado. Esta é uma das visões que, apesar de provavelmente serem um tanto quanto exageradas, incomodam alguns sectores do PSD e do seu grupo parlamentar.

Neste momento, a ALM conta com a representação de sete partidos: PSD; PS; PCP; PP; BE; MPT e PND. Demasiados, no entendimento do partido de Alberto João Jardim. Acresce o facto de o PNR já ter anunciado que vai concorrer às eleições legislativas do próximo ano. Se a candidatura for bem sucedida, pode passar a haver oito forças políticas no parlamento regional, caso único no país.

O PSD está seriamente preocupado com essa situação e vai tentar que a lei eleitoral seja alterada para a evitar. Uma das ideias que deverá ser retomada é a da necessidade de obtenção de uma percentagem mínima de votos para ter acesso à ALM. Provavelmente 5%.

O problema é que o PSD necessita do PS para alterar essa legislação, na Assembleia da República.

O momento pode ser favorável ao PSD, dado o actual entendimento com o Governo da República suportado pelo PS nacional. Em qualquer das circunstâncias, o PS-M terá sempre uma palavra a dizer.

Apesar de circular informação, em meios bastante restritos, que dá conta de contactos de elementos do PSD com elementos do PS, Jacinto Serrão diz nada existir a esse propósito. As duas informações podem ser verdadeiras. É que os contactos entre os dois partidos não tem obrigatoriamente de passar, para já, pela direcção de Jacinto Serrão. Outros destacados dirigentes podem estar a assumir esse papel.

Ao anunciado processo de revisão da Constituição, que ninguém sabe ao certo quando terá início e, menos ainda, fim, poderá incluir negociações sobre a lei eleitoral da Madeira. A única coisa garantida é que o actual parlamento da República está investido de poderes de revisão constitucional. Resta saber se terá vontade suficiente para os exercer e se durará o tempo necessário para que a revisão aconteça.

Élvio Passos

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A VERDADE A QUE TEMOS DIREITO....

A uma semana da Festa da Flor a Secretaria Regional do Turismo e Transportes traça uma boa perspectiva em termos de ocupação hoteleira.

De acordo com dados divulgados hoje por Conceição Estudante a taxa de ocupação hoteleira ronda os 83%, números semelhantes aos do ano passado e que a Secretária Regional do Turismo prevê que ainda possam aumentar.


Taxa de ocupação da Madeira atingiu os 85% no fim-de-semana da Festa da Flor

Apesar da nuvem vulcânica que impediu muitos turistas estrangeiros de chegar ao Funchal, Conceição Estudante mostrou-se satisfeita, com aquele que o Governo Regional da Madeira como sendo o ponto de viragem, pós o temporal de 20 de Dezembro.


A REALIDADE:

  • A festa da flor com menos estrangeiros desde há largos anos - até "importaram" gente de outras localidades para o Funchal, para compor o ramalhete.
  • Hoteleiros decepcionados - mesmo com grandes baixas de preços a ocupação ficou muito abaixo das expectativas.
  • Funchal às moscas 24 horas apenas após o fim da festa - se não vieram mais estrangeiros por não haver aviões, como houve aviões para eles se irem quase todos embora tão rapidamente?

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ainda o "PRÓS E PRÓS" - Carta do PND- Madeira enviada à Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Exmo. Sr. Presidente

da Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Avenida 24 de Julho, n.º58

1200-869 Lisboa




25 de Março de 2010


Exmo. Sr.


No dia 22 de Março de 2010, a RTP1 dedicou um seu programa “Prós e Contras”, dirigido pela apresentadora Fátima Campos, à intempérie ocorrida em 20 de Fevereiro de 2010.

O programa foi emitido a partir da Madeira, no cais da cidade junto ao novo aterro de pedras, areias e lamas aí depositados desde a mencionada intempérie.

Esperava-se de uma estação que tem por objecto o serviço público televisivo em Portugal, que este programa fosse participado, plural, propiciador do contraditório e isento.

Ora, como foi dado ver a todo o público, esse programa não foi participado, foi concorrido e engarrafado, salvo raras e honrosas excepções, pelas personalidades mais marcantes do “sistema” e da clique dirigente regional: o Secretário Regional do Equipamento Social, Santos Costa (PSD), o Vice-presidente do Governo Regional, Cunha e Silva (PSD), o Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque (PSD), o Vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel de Sousa (PSD), o Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava (PSD), diversos outros responsáveis autárquicos (PSD), dirigentes das maiores construtoras regionais, AFA, Tecnovia e Tâmega (todos próximos do PSD), vários empresários regionais próximos do PSD e/ou do Governo Regional, Miguel Sousa da Porto Santo Line e monopolista dos Portos da Madeira, Theotónio Pereira do Grupo Pestana, concessionário do Jogo e da Zona Franca, o Presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal (também administrador da Porto Santo Line), António Henriques, sócio de Jaime Ramos (PSD) no Funchal Centrum/Dolce Vita, e diversas entidades regionais, todas ligadas ao sistema político construído na Madeira desde há 30 anos, todas ligadas por interesses e/ou dependência hierárquica às entidades governativas regionais.

Tal programa não foi plural e efectivamente nele não estiveram presentes importantes personalidades da sociedade civil madeirense que têm intervindo e opinado sobre a intempérie do dia 20 de Fevereiro e que ao longo dos anos defenderam politicas de ordenamento, de prevenção de catástrofes e de investimentos públicos diferentes das que foram seguidas até hoje pelo governo regional, nem sequer foram convidados (e era o mínimo que se esperaria de um programa como este) jornalistas de órgãos da comunicação social regional e correspondentes na Madeira de órgãos da comunicação social nacional, designadamente do Diário de Notícias, do Tribuna da Madeira, da RDP, da RTP-M, da TSF, do Garajau, do Público, Diário de Notícias de Lisboa, da Lusa, da SIC e da TVI, sendo certo que muitos há nesses meios de comunicação que dão garantias de independência e isenção informativa.

Necessariamente com um tal painel unicolor do sistema regional, o “Prós e Contras” não foi um programa propiciador do debate, mas foi um momento (aliás, especialmente deplorável) de autêntica propaganda da liderança regional, em termos tão evidentes que levaram o professor João Batista, (que verdadeiramente se destacou de entre todos os presentes no programa como uma excepção de conhecimento técnico, desprendimento e independência política), a referir, em jeito de conclusão final, que aquele programa não tinha sido um “Prós e Contras” mas um “Prós e Prós”.

Mas o mais grave é que, por intervenção da jornalista Fátima Campos, o dito programa foi transformado, não sem um tocante mau gosto piroso, num tempo de antena do PSD-Madeira, com a referida jornalista a conduzir todo o programa para o louvor à acção governativa regional e, pior, para a idolatria do Presidente do Governo Regional e o elogio obviamente forçado de outros altos cargos dirigentes regionais, entre eles do engenheiro Santos Costa.

A dita jornalista, Fátima Campos, deve explicar publicamente as razões de tão extraordinário Programa e, porque é bem paga por todos os contribuintes nacionais, deve esclarecer como é que é possível que tenha transformado um assunto sério, num programa de propaganda de terceira categoria.

A jornalista Fátima Campos deve esclarecer porque razões foram afastados do debate pessoas como Hélder Spínola (ex presidente da Quercus), Violante Matos (ex deputada independente do Bloco de Esquerda), David Caldeira (empresário e ex deputado independente do PS), Carlos Pereira (ex director da ACIF e deputado do PS), Gil Canha (vereador independente do PND na CMF e ex director da associação ambiental COSMOS), Tolentino Nóbrega (correspondente do Público), Lília Bernardes (correspondente do DN de Lisboa), Vicente Jorge Silva (fundador do Público) Luís Calisto (director do DN da Madeira), Gaudêncio Figueira (ex secretário regional), Miguel Torres Cunha (jornalista do DN), Rui Marote (ex membro da Assembleia Municipal da CMF pelo CDS e ex jornalista do DN da Madeira), Rosário Martins (correspondente do SOL).

Uma vez que na discutida emissão do “Prós e Contras” agradeceu a colaboração da RTP-Madeira, a jornalista Fátima Campos deve esclarecer ainda que indicações ou sugestões lhe deu a Direcção da mesma sobre o quadro de participantes naquele programa.

Num momento em que o país atravessa uma gravíssima crise económica, são também preocupantes os sinais de degradação moral das instituições públicas nacionais, entre elas a Televisão de Serviço Público, a RTP.

Este programa, a conduta, os termos e modos nele assumidos pela jornalista Fátima Campos, são bem um sinal dessa degradação, senão mesmo dessa corrupção moral.

Assim, solicitamos a V. Exa. a abertura de um inquérito pelos factos denunciados, em especial para apuramento de responsabilidades da jornalista Fátima Campos e da Direcção da RTP-Madeira.


Pede e espera deferimento o requerente

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(José Manuel da Mata Vieira Coelho)

sexta-feira, 5 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

AFOGAMENTO

É certo e sabido que quando dois sujeitos se estão a afogar se se agarram um ao outro, acabam invariavelmento os dois afogados....

segunda-feira, 1 de março de 2010

UMA ESTÓRIA DE ENCANTAR

É tão bom ver dois lobos com pele de cordeiro a dizerem bem um do outro e aos abraços...

A questão é: quanto tempo isso vai durar?

domingo, 1 de novembro de 2009

PENSAVAM QUE AJJ SE TINHA ESQUECIDO DOS AMIGOS? TARDOU, MAS O ARMAS VAI EMBORA!

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Operação da Naviera Armas é ilegal para o regulador
IPTM EXIGE AO ARMADOR RESPEITO PELAS REGRAS OU FICA SEM LICENÇA.
Data: 01-11-2009 Comentários: 13

O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) já concluiu o processo de averiguação quando à denunciada ilegalidade na operação de carga feita pela Naviera Armas no Porto do Funchal. E a deliberação não podia ser mais clara, pois o regulador português concluiu que o armador espanhol não está a cumprir as regras impostas pela licença. De acordo com as informações obtidas pelo DIÁRIO, ao longo dos últimos meses o IPTM esteve a recolher informação, bem como pareceres, que levam a que o regulador tenha transmitido, a 26 de Outubro, a sua deliberação ao armador canário.

Antes de ser confrontado com uma queixa em tribunal, apresentada pela Associação de Armadores da Marinha de Comércio, bem como pelas empresas portuguesas Vieira & Silveira - Transportes Marítimos e pela Boxline-Navegação, o IPTM garantiu ao nosso jornal que a operação não violava a legislação em vigor, não podendo - como pretendiam os armadores portugueses - multar a Naviera Armas pois entendeu que a conduta não configurava acto ou procedimento incluído no elenco dos factos considerados e tipificados como ilícitos contra-ordenacionais puníveis com coima.

A apresentação de um procedimento cautelar, bem como de uma queixa formal, terá obrigado o IPTM a abrir um inquérito de averiguação ao modo como a operação no Porto do Funchal decorre, chegando agora a uma constatação diferente.

Ainda sem conhecer todos os pormenores que sustentam a posição da entidade que emitiu a licença para que o armador espanhol pudesse operar entre os portos portugueses de Portimão e do Funchal, o DIÁRIO sabe que deixou de haver dúvidas de que a Naviera Armas está a incumprir o acto autorizativo que lhe permitia, em condições excepcionais, efectuar operações com carga rodada no Porto do Funchal.

As dúvidas que se têm levantado em relação à operação da Naviera Armas resulta da interpretação dada às condições em que esta foi licenciada, pois o IPTM informou o armador espanhol de que nas "escalas que efectuar no Porto do Funchal deverá aquela empresa ter em atenção que a carga rolante a transportar tenha meios próprios de propulsão (camiões) e que a carga seja movimentada em porto apenas pelo tempo estritamente necessário para o seu embarque e desembarque uma vez que o porto do Funchal não está vocacionado para o manuseio de carga".

Ao usar trelas, sem propulsão própria, a Naviera Armas não cumpriu, reconhece agora o IPTM, a obrigação explícita de usar camiões, estando esta infracção abundantemente documentada (por fotos) o que obrigou o regulador a reconhecer que as condições em que a operação foi licenciada não estão a ser cumpridas, pelo que concedeu 10 dias à Naviera Armas para se pronunciar ou, em alternativa adoptar procedimentos - uso de camiões ou de meios próprios de propulsão a bordo - que sanem o incumprimento.

LICENÇA AMEAÇADA

Nos termos da legislação portuguesa, o IPTM enviou para o agente em Portugal do armador espanhol - Navigomes - Navegação e Comércio - uma carta em que comunica ter constatado que a Naviera Armas não está a cumprir as condições impostas pela Administração de Portos da Região Autónoma da Madeira, plasmado no acto autorizativo do IPTM, concedendo 10 dias ao armador para se pronunciar, deixando claro que caso a Naviera Armas não cumpra, voluntariamente, as regras decorrentes dos termos da licença, o IPTM poderá suspender ou revogar a autorização concedida.

LICENÇA: queixa de concorrência desleal ligada aos condicionalismos operacionais

Tal como noticiamos no passado recente, a Associação de Armadores da Marinha de Comércio, bem como as empresas portuguesas Vieira & Silveira - Transportes Marítimo e Boxline-Navegação apresentaram junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa um procedimento cautelar cuja eficácia foi anulada com a evocação do interesse público por parte da APRAM e do IPTM. Contudo, o processo principal prossegue tendo os queixosos feito juntar ao processo esta recente deliberação, por entenderem que o IPTM e a APRAM reconhecem a ilegalidade da actuação da Naviera Armas por violação reiterada da sua autorização.

Embora a opinião pública não o entenda, o que está em causa é que em 2005 a Região informou os armadores que passava a ser proibido movimentar carga no Porto do Funchal. A circunstância da Naviera Armas já ter desembarcado cerca de 1.500 contentores, ou trelas equivalentes de 20 pés, facturando cerca de 2 milhões de euros - a carga já representa mais de um quarto das receitas, sendo a principal receita fora do Verão - é outro dos argumentos usados pelos armadores portugueses para sustentar a queixa de concorrência desleal, já que o armador espanhol é o único que foi autorizado a descarregar no Funchal, o que lhe garante mais valias.

Outra das polémicas tem a ver, como se destacou na peça principal, com o incumprimento da licença, emitida de forma a evitar o regresso da carga à Pontinha, já que a APRAM considera que o principal porto da cidade do Funchal se deve destinar exclusivamente para passageiros e em particular os de cruzeiro.

O que agora o tribunal vai decidir não é o conceito de carga rodada, pois esse não obriga ao uso de propulsão própria, mas sim os condicionalismos que a Autoridade Portuária madeirense entendeu impor na operação no Porto do Funchal.


Miguel Torres Cunha

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ARCO AUTONÓMICO....

Pois, pois, AJJ escreveu o que já se sabia... Quais são os partidos que estão feitos com ele...

E, por outro lado ainda, foi possível estabelecer um Conceito de “Arco Autonómico”, envolvendo o CDS, à direita do PSD, e o Partido da Terra, à “esquerda” daquele, eventual reserva credível para garantir que, por muitos anos, nem a “esquerda” radical – na Madeira, o PCP, o “bloco” e PS, todos na prática, localmente a mesma coisa - nem a extrema-direita, entrarão no controlo do Poder regional e local.

sábado, 17 de outubro de 2009

A Madeira tem de corrigi-los

Perante a total impassibilidade das principais autoridades e órgãos de soberania nacionais, continuam a ocorrer apelos à violência na Madeira, por parte de apoiantes de Alberto João Jardim. Perante textos como o abaixo, como é possível haver gente que continua a defender que esá tudo bem?

Como é possível que Cavaco Silva não intervenha?


Reprodução de parte do texto do conhecido apoiante de Alberto João Jardim, Gilberto Teixeira, no Jornal da Madeira

À direita e apesar de pequeninos êxitos do CDS em zonas onde a sua implantação era conhecida, surge o PND aquela criação de Manuel Monteiro para manter-se num poder que lhe falta, a afiar as garras em Câmara de Lobos, por obra e graça do senhor Coelho, e a conquistar um Vereador na Câmara do Funchal, lugar que será ocupado por Gil Canha.

Para quem percorre as televisões do Continente e estaca na SIC a ouvir esses génios da ciência política desde Ricardo Costa, a António José Teixeira, Luís Delgado, Mário Bettencourt Resendes e outros talismãs da colecção de Pinto Balsemão, que escrevem e se duplicam no EXPRESSO, não tem dúvidas de que a Madeira tem de tentar corrigi-los. É que o episódio da zaragata na inauguração das obras em torno do Tecnopólo, foi analisado e dissecado por aqueles especialistas em manipulação, de forma acintosa e verdadeiramente imbecil.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

ATÉ SE COMEM UNS AOS OUTROS...

As notícias de hoje...

Vereadores de Farinha boicotam reunião
Autarcas eleitos pelo PSD faltaram à reunião sem dar cavaco. O PS esteve em maioria
Data: 16-10-2009

O mandato de Gabriel Farinha na Câmara Municipal do Porto Moniz não terminou certamente como o presidente mais esperaria e desejaria. Os dois vereadores do PSD e colaboradores directos do presidente faltaram à reunião ordinária sem dar cavaco e sem apresentar qualquer justificação aos serviços. Farinha ficou isolado perante a maioria de Nélio Rodrigues e Fátima Cal, ambos eleitos pelo PS.

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Ismael falta à entrega das bandeiras verdes
Data: 16-10-2009

Apesar da espera que fez retardar o início da cerimónia em cerca de meia hora, Ismael Fernandes acabou mesmo por não comparecer na entrega das bandeiras verdes às escolas do Município da Ribeira Brava.

Uma ausência notada, tanto mais que o acto formal da entrega das bandeiras teve lugar precisamente no salão nobre dos Paços do Concelho, espaço este localizado 'paredes meias' com o gabinete do presidente da autarquia.

À hora marcada (10 horas) Ismael Fernandes não se encontrava no edifício camarário, e nem mesmo as diversas diligências entretanto efectuadas pela restante vereação surtiram efeito.

E quem espera desespera, acabou mesmo por ser o vereador com o pelouro do Ambiente a tomar a iniciativa de fazer 'as honras da casa', numa cerimónia onde compareceram, entre outros, os deputados eleitos pelo concelho.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

VÊ-SE QUE JÁ VOLTARAM OS 3, EM GRANDE!

Há dois dias escrevi aqui:

Já faltam poucos dias para o grande regresso da Rainha de Inglaterra, do seu adjunto e da amiga íntima de ambos, a D. INCOMPETÊNCIA!

Afinal, foram necessárias apenas algumas horas para eles armarem novas confusões na Assembleia...

Não têm emenda! As confusões só podem acabar quando eles forem corridos!

sábado, 19 de setembro de 2009

FASCISTA É QUEM QUER IMPEDIR OS OUTROS DE FAZER CAMPANHA!



Ainda para mais, quando está a fazer campanha com inaugurações de obras pagas pelos contribuintes!

Abaixo o fascismo

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

FUCK THEM!

Mais uma maravilha para o best-of de AJJ!

JÁ CHEGÁMOS À MADEIRA?



Primeiro, como de costume desmentem.

Depois quando percebem que há provas, dizem que foram "só" 500 metros.

E por fim aparece o grande líder a assumir que faz com os bens dos Estado o que quer e bem lhe apetece.

Asfixia democrática? ONDE?



Com a devida véna ao Jornal de Negócios e ao Público (foto)

Alberto João Jardim
"Era o que faltava não poder convidar para o meu carro quem me apetecesse"

O líder madeirense rebateu hoje as críticas ao facto de Manuela Ferreira Leite ter usado o carro oficial do governo regional da Madeira durante uma visita partidária ao arquipélago.

António Larguesa
alarguesa@negocios.pt


O líder madeirense rebateu hoje as críticas ao facto de Manuela Ferreira Leite ter usado o carro oficial do governo regional da Madeira durante uma visita partidária ao arquipélago.

"Era o que faltava eu agora não poder convidar para o meu carro quem me apetecesse", respondeu Alberto João Jardim, citado pela Lusa, quando confrontado com as críticas do PND/Madeira à “boleia” da presidente do PSD.

Segundo Miguel Sousa, o mandatário social-democrata na região, foi o seu carro pessoal que serviu para as deslocações de Ferreira Leite na ilha, mas em pelo menos dois momentos, a líder laranja foi transportada no carro oficial do Governo regional, uma das quais na viagem ao final do dia para o aeroporto.

A visita pré-eleitoral da candidata a primeira-ministra à Madeira, a primeira enquanto líder do PSD, ficou ainda marcada pelo elogio de Ferreira Leite à democracia madeirense, onde argumenta que não há a “asfixia democrática” que se vive no continente.

Uma declaração que já originou críticas do Bloco de Esquerda e do PS, com o porta-voz socialista, João Tiago Silveira, a acusar esta tarde a ‘política de verdade’ dos sociais-democratas de não ter “credibilidade nem honestidade política”.

sábado, 15 de agosto de 2009

O Porto do Funchal

Uma carta de um leitor do DN que espelha bem o que se está a passar... Qualquer dia navios, nem vê-los....

Comm a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

O nosso Porto está a sofrer melhoramentos necessários, é uma porta de entrada na Região, que estava em muito mau estado. Fala-se em 13 milhões de euros como o montante gasto nesta obra, será? Alguém o dirá.

Depois da promoção da Madeira num passado recente em Miami (Florida), fiquei admirado de a Sra Secretária do Turismo e Transportes aumentar taxas, D.N. 09.08.05, sendo o Porto do Funchal um dos mais caros nesta área do Atlântico, segundo as agências de viagens.

As novas taxas abrangeram os bomboteiros que vendem todo o tipo de produtos e deixam de fora os regionais. O que é lamentável.

As novas taxas iram abranger os taxistas? que só cobram até ao centro (Rotunda Sá Carneiro) 7,50€? Passará talvez para 10,00€. Ou mais?? Como comentaram os passageiros e tripulação do "Pacífic Dream", na sua maioria portugueses e espanhóis, dizem que é uma especulação vergonhosa à vista das autoridades policiais. De outros barcos, os passageiros, com destaque para os italianos, optam por vir a pé até ao centro. Dizem que nem no terceiro mundo isto acontece. Famosa Promoção Turística faz a Madeira.

Os passageiros são informados a bordo pela tripulação que fora do Porto os Táxis são mais baratos, e têm taxímetro.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

É TÃO BOM TER AMIGOS....

Um currículo magnífico:

Despedido/Contrato não renovado na JC Tours

Despedido/Contrato não renovado na Porto Bay Hotels

Despedido/Contrato não renovado na Charming Hotels

Na área do turismo ninguém o queria...


Mais uma excelente escolha!
 
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