E depois do apagão da webloger, o regresso do meu blog "turístico", no SAPO. Aos poucos tentarei recuperar o que se perdeu.
MADEIRA
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
quarta-feira, 13 de abril de 2011
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
"QUANDO A DITADURA É UM FACTO A REVOLUÇÃO É UM DEVER"...AMADEU PRADO
Pois é! "Um ourives das palavras" é decerto um dos melhores livros de sempre... O estudo da obra de Amadeu Inácio de Almeida Prado deveria ser obrigatório nos liceus portugueses...
E os comentários (quanto mais não seja moderados como aqui) em blogues também!
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sábado, 30 de janeiro de 2010
A Revolta começa a 31 de Janeiro
Não percam!
http://arevoltapt.blogspot.com/
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
HÁ MAROSCA, MEDO E INCAPACIDADE PARA INTERVIR - ANDRÉ ESCÓRCIO
in: COM QUE ENTÃO
A pergunta que se impõe é esta: o que leva o Presidente da República a manter-se calado num assunto tão dramático quanto aquele que envolve o primeiro órgão de governo próprio da Região Autónoma da Madeira? Do meu ponto de vista, o silêncio significa que há marosca, medo e incapacidade para intervir. Um Presidente da República tão célere para tecer considerações ao Estatuto dos Açores (interrompeu as férias para um directo às 20:00 horas) por considerar que estão em jogo ou em causa os seus poderes constitucionais, face a este atentado à Democracia, ao estrangulamento do normal funcionamento das instituições de que ele, constitucionalmente, é o garante, fecha-se em copas e o máximo que fez até agora foi estabelecer uns contactos telefónicos. Definitivamente, há marosca, medo e incapacidade para intervir. Este Presidente não consegue perceber que, na essência, não há nenhum caso Coelho mas uma história de 32 anos de erros políticos, de acumuladas situações de conflitualidade das quais resultou o extremar de atitudes que, em circunstâncias de vivência democrática normal, nunca teriam acontecido. Definitivamente, não é um Presidente de todos os portugueses, atento aos desvios comportamentais e outros que colocam em causa o respeito pelas instituições. Quem assim se comporta não tem perfil adequado para o exercício daquele importante cargo. Tome-se em consideração a falta de respeito que demonstrou pela Autonomia e pelo Parlamento ao não "exigir" uma sessão parlamentar na semana que, oficialmente, visitou a Madeira.
O Jornalista Luís Calisto, Director do DN-M, ainda hoje, descreve de forma sucinta mas incisiva o problema: "(...) Mas se se passar uma rápida vista de olhos ao processo que levou a este baixo estilo, se se recordar as vezes em que Alberto João Jardim chamou fascistas e comunistas a adversários que usavam da palavra na Assembleia, a 'casa de loucos' que já chamou ao parlamento, o caso do exame ao estado mental de um adversário, o desabafo 'quero que a Assembleia da República se f...', os jornalistas que são uns 'bastardos' para não dizer 'filhos da p...' - com este exercício de retrospectiva, as anormalidades desta semana infelizmente passam a ser as normalidades da nossa anormalidade".
O problema reside aí. Tem uma causa que não se resolve com uns telefonemas. Exige-se muito mais. Exige-se autoridade e uma resposta adequada a tanto atropelo que está muito para além de três revisões, no espaço de pouco mais de um ano, do Regimento da ALM. É que, para além do mais, a leitura que tenho dos acontecimentos é que nada do que aconteceu ficará por ali. Agravar-se-ão, naturalmente. Não tenho a menor dúvida relativamente ao que se está a passar e às características dos próximos capítulos, porque a vida política regional está radicalizada, há ódio quando se pontapeia alguém ao invés de, serenamente, resolver um problema, há desconfiança, há mentira e encenações que ficam muito mal a quem tem responsabilidades políticas. Há, inequivocamente, um manifesto desejo de manter o poder a qualquer preço. Num quadro destes, pergunto, o que é que significa o regresso à normalidade como terá sido intenção do Presidente da República? Será o regresso ao faz-de-conta e às aparências de que o Presidente da República parece apostado? Definitivamente, repito, há marosca, medo e incapacidade para intervir. Os elogios feitos na Madeira pelo Presidente estão a sair muito caros. Melhor teria sido se se tivesse mantido distante.
Ora, resulta de toda a história que estes não são assuntos para serem resolvidos pelo telefone. Resolvem-se chamando e reunindo, em Belém, as figuras políticas certas; resolve-se analisando os factos históricos e tomando decisões adequadas à degradação da vida política madeirense.
Este encolher de ombros, este deixa a onda passar porque a "normalidade" regressará, pode assumir proporções gravíssimas a curto prazo. O Orçamento vem aí a caminho. Dentro de um mês ele será discutido na Assembleia com a presença, espero, do Governo. Receio que esse momento seja dramático para a estabilidade democrática. E se tal acontecer, que fará o Presidente da República? Voltará a fazer uns telefonemas? Ainda por cima ao Dr. Guilherme Silva? Ridículo!
Ah, que saudades tenho de alguns Presidentes da República?
A pergunta que se impõe é esta: o que leva o Presidente da República a manter-se calado num assunto tão dramático quanto aquele que envolve o primeiro órgão de governo próprio da Região Autónoma da Madeira? Do meu ponto de vista, o silêncio significa que há marosca, medo e incapacidade para intervir. Um Presidente da República tão célere para tecer considerações ao Estatuto dos Açores (interrompeu as férias para um directo às 20:00 horas) por considerar que estão em jogo ou em causa os seus poderes constitucionais, face a este atentado à Democracia, ao estrangulamento do normal funcionamento das instituições de que ele, constitucionalmente, é o garante, fecha-se em copas e o máximo que fez até agora foi estabelecer uns contactos telefónicos. Definitivamente, há marosca, medo e incapacidade para intervir. Este Presidente não consegue perceber que, na essência, não há nenhum caso Coelho mas uma história de 32 anos de erros políticos, de acumuladas situações de conflitualidade das quais resultou o extremar de atitudes que, em circunstâncias de vivência democrática normal, nunca teriam acontecido. Definitivamente, não é um Presidente de todos os portugueses, atento aos desvios comportamentais e outros que colocam em causa o respeito pelas instituições. Quem assim se comporta não tem perfil adequado para o exercício daquele importante cargo. Tome-se em consideração a falta de respeito que demonstrou pela Autonomia e pelo Parlamento ao não "exigir" uma sessão parlamentar na semana que, oficialmente, visitou a Madeira.
O Jornalista Luís Calisto, Director do DN-M, ainda hoje, descreve de forma sucinta mas incisiva o problema: "(...) Mas se se passar uma rápida vista de olhos ao processo que levou a este baixo estilo, se se recordar as vezes em que Alberto João Jardim chamou fascistas e comunistas a adversários que usavam da palavra na Assembleia, a 'casa de loucos' que já chamou ao parlamento, o caso do exame ao estado mental de um adversário, o desabafo 'quero que a Assembleia da República se f...', os jornalistas que são uns 'bastardos' para não dizer 'filhos da p...' - com este exercício de retrospectiva, as anormalidades desta semana infelizmente passam a ser as normalidades da nossa anormalidade".
O problema reside aí. Tem uma causa que não se resolve com uns telefonemas. Exige-se muito mais. Exige-se autoridade e uma resposta adequada a tanto atropelo que está muito para além de três revisões, no espaço de pouco mais de um ano, do Regimento da ALM. É que, para além do mais, a leitura que tenho dos acontecimentos é que nada do que aconteceu ficará por ali. Agravar-se-ão, naturalmente. Não tenho a menor dúvida relativamente ao que se está a passar e às características dos próximos capítulos, porque a vida política regional está radicalizada, há ódio quando se pontapeia alguém ao invés de, serenamente, resolver um problema, há desconfiança, há mentira e encenações que ficam muito mal a quem tem responsabilidades políticas. Há, inequivocamente, um manifesto desejo de manter o poder a qualquer preço. Num quadro destes, pergunto, o que é que significa o regresso à normalidade como terá sido intenção do Presidente da República? Será o regresso ao faz-de-conta e às aparências de que o Presidente da República parece apostado? Definitivamente, repito, há marosca, medo e incapacidade para intervir. Os elogios feitos na Madeira pelo Presidente estão a sair muito caros. Melhor teria sido se se tivesse mantido distante.
Ora, resulta de toda a história que estes não são assuntos para serem resolvidos pelo telefone. Resolvem-se chamando e reunindo, em Belém, as figuras políticas certas; resolve-se analisando os factos históricos e tomando decisões adequadas à degradação da vida política madeirense.
Este encolher de ombros, este deixa a onda passar porque a "normalidade" regressará, pode assumir proporções gravíssimas a curto prazo. O Orçamento vem aí a caminho. Dentro de um mês ele será discutido na Assembleia com a presença, espero, do Governo. Receio que esse momento seja dramático para a estabilidade democrática. E se tal acontecer, que fará o Presidente da República? Voltará a fazer uns telefonemas? Ainda por cima ao Dr. Guilherme Silva? Ridículo!
Ah, que saudades tenho de alguns Presidentes da República?
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NÃO, NÃO ESTÁ - JORGE FERREIRA
in: TOMAR PARTIDO
Monteiro Diniz, o representante da República na Madeira diz que está resposta a normalidade na Região Autónoma. Não, não está. Que normalidade é esta em que um Parlamento impede um deputado de exercer o seu mandato? Impõe-se uma atitude, enfim, uma atitude, Sr. Presidente da República, relativamente ao que se passa na Madeira e que V. Exa. tanto tem feito por não ver
Monteiro Diniz, o representante da República na Madeira diz que está resposta a normalidade na Região Autónoma. Não, não está. Que normalidade é esta em que um Parlamento impede um deputado de exercer o seu mandato? Impõe-se uma atitude, enfim, uma atitude, Sr. Presidente da República, relativamente ao que se passa na Madeira e que V. Exa. tanto tem feito por não ver
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Jardim Tiranete com grupo de criados na Assembleia - Paulo Barata
in: Farpas da Madeira
O comentador do programa Eixo do Mal, da SIC Notícias, Daniel Oliveira, antigo dirigente do Bloco de Esquerda, embora criticando a actuação do deputado do PND, classificou Jardim como Tiranete e Ditador e disse que não havia deputados do PSD Madeira mas apenas uma grupo de criados de Jardim que se sentavam na Assembleia ao seu dispor.
O comentador do programa Eixo do Mal, da SIC Notícias, Daniel Oliveira, antigo dirigente do Bloco de Esquerda, embora criticando a actuação do deputado do PND, classificou Jardim como Tiranete e Ditador e disse que não havia deputados do PSD Madeira mas apenas uma grupo de criados de Jardim que se sentavam na Assembleia ao seu dispor.
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Regresso ao PREC - Miguel Abrantes
in: Câmara Corporativa
Ficou célebre a greve do Governo desencadeada pelo Almirante Pinheiro de Azevedo em 1975. Na altura, o clima de agitação política pré-insurreccional explicava tudo.
O que ainda não se tinha visto em regime democrático estabilizado era a auto-suspensão de um órgão cujos membros foram eleitos pelo povo e o representam. Pois é, sucedeu agora exactamente na Madeira, chefiada por esse fenómeno de “apego” à democracia que se chama Alberto João Jardim.
Um deputado da oposição (de um pequeno e ignaro partido) desfraldou, como já aqui dei nota, uma bandeira nazi. Queria o deputado com esse gesto chamar a atenção para o autoritarismo e a prática ditatorial do PSD da Madeira.
O gesto foi de mau gosto e não prestigia a Assembleia Regional. Talvez seja uma injúria ou outro ilícito qualquer. Mas o que tem mesmo graça é que o PSD se encarregou de rapidamente mostrar a “razão” que assistia ao manifestante.
Contra a Constituição da República e contra a lei, o presidente da Assembleia Legislativa Regional, um homem da confiança de Alberto João, encarregou-se de suspender imediatamente o deputado ao abrigo (?) de uma norma regimental. A fundamentação foi risível: “Para grandes males, grandes remédios”, disse o preclaro presidente.
Depois de lhe cair o Carmo e a Trindade em cima, o presidente da Assembleia Legislativa Regional foi obrigado a recuar. Mas rapidamente encontrou a solução: suspendeu toda a Assembleia Regional, decisão acertada porque não se percebe para que serve a Assembleia Legislativa numa região em que só um homem manda em tudo.
Talvez o melhor fosse mesmo, na sequência deste golpe de Estado, plebiscitar o “Napoleão” da Madeira e acabar de vez com essas miudezas: nem Assembleia Legislativa, nem Governo, nem representante da República. Todo o poder (executivo, legislativo e histriónico) ao Dr. Alberto João Jardim. A bem da Região!
Ficou célebre a greve do Governo desencadeada pelo Almirante Pinheiro de Azevedo em 1975. Na altura, o clima de agitação política pré-insurreccional explicava tudo.
O que ainda não se tinha visto em regime democrático estabilizado era a auto-suspensão de um órgão cujos membros foram eleitos pelo povo e o representam. Pois é, sucedeu agora exactamente na Madeira, chefiada por esse fenómeno de “apego” à democracia que se chama Alberto João Jardim.
Um deputado da oposição (de um pequeno e ignaro partido) desfraldou, como já aqui dei nota, uma bandeira nazi. Queria o deputado com esse gesto chamar a atenção para o autoritarismo e a prática ditatorial do PSD da Madeira.
O gesto foi de mau gosto e não prestigia a Assembleia Regional. Talvez seja uma injúria ou outro ilícito qualquer. Mas o que tem mesmo graça é que o PSD se encarregou de rapidamente mostrar a “razão” que assistia ao manifestante.
Contra a Constituição da República e contra a lei, o presidente da Assembleia Legislativa Regional, um homem da confiança de Alberto João, encarregou-se de suspender imediatamente o deputado ao abrigo (?) de uma norma regimental. A fundamentação foi risível: “Para grandes males, grandes remédios”, disse o preclaro presidente.
Depois de lhe cair o Carmo e a Trindade em cima, o presidente da Assembleia Legislativa Regional foi obrigado a recuar. Mas rapidamente encontrou a solução: suspendeu toda a Assembleia Regional, decisão acertada porque não se percebe para que serve a Assembleia Legislativa numa região em que só um homem manda em tudo.
Talvez o melhor fosse mesmo, na sequência deste golpe de Estado, plebiscitar o “Napoleão” da Madeira e acabar de vez com essas miudezas: nem Assembleia Legislativa, nem Governo, nem representante da República. Todo o poder (executivo, legislativo e histriónico) ao Dr. Alberto João Jardim. A bem da Região!
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Radicalização no parlamento da Madeira VII - Nélio de Sousa
in: olho de fogo

José Manuel Coelho mostrou uma bandeira nazi no parlamento madeirense para chamar de fascistas os social-democratas e expor a falta de democracia na Madeira. Ele foi ilegal, anti-constitucional e anti-democraticamente suspenso pela maioria parlamentar, bem como o seu acesso à assembleia foi barrado por seguranças.
Significa que o deputado provou a sua tese, já que a maioria actuou de forma fascista e anti-democrática.

José Manuel Coelho mostrou uma bandeira nazi no parlamento madeirense para chamar de fascistas os social-democratas e expor a falta de democracia na Madeira. Ele foi ilegal, anti-constitucional e anti-democraticamente suspenso pela maioria parlamentar, bem como o seu acesso à assembleia foi barrado por seguranças.
Significa que o deputado provou a sua tese, já que a maioria actuou de forma fascista e anti-democrática.
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SE ISTO É NORMALIDADE DEMOCRÁTICA, VOU ALI E JÁ VENHO... - Victor Freitas
in: Réplica e Contra-Réplica
(Excerto da intervenção proferida na ALRAM dia 5 de Novembro 2008)
1. A oposição tem direito a chamar aqui os governantes para debates políticos – mas depois os debates não se realizam, porque o PSD-M não o permite;
2. A oposição tem direito a chamar os Secretários às Comissões – mas o PSD não autoriza a sua vinda;
3. A oposição tem o direito a agendar sessões de perguntas ao governo – as perguntas ficam sem resposta – porque os governantes não estão disponíveis para vir ao parlamento;
4. A oposição tem direito de confrontar o governo com as suas propostas de decreto legislativo e com as suas políticas – as propostas chegam a esta Assembleia – os Governantes não aparecem;
5. A oposição tem direito a ser ouvida nas negociações europeias – mas o Governo não ouve as oposições;
6. A oposição tem direito a debater com o governo as políticas e a utilização dos fundos europeus – chegam os relatórios a este parlamento – mas fogem os responsáveis governativos desta casa;
7. A oposição tem direito a fazer requerimentos ao governo e a obter informações e estudos mandados fazer por estes – a oposição tem direitos, mas não tem direito a resposta;
8. Os Partidos têm direito a pedir Inquéritos Parlamentares – a maioria não deixa os partidos exercerem esse direito;
9. Os Partidos têm direitos a pedir Comissões Eventuais – o PSD nega a criação dessas comissões;
10. O Maior Partido da oposição tem direito a um Vice-presidente da Assembleia – o PSD nega esse direito ao PS;
11. Enfim, a maioria tem direito a apresentar moções de censura ao Governo – mas o governo é censurado e o seu principal responsável está ausente no debate.A cobardia política no seu pior: não têm coragem de colocar no regimento a realidade deste parlamento!
(Excerto da intervenção proferida na ALRAM dia 5 de Novembro 2008)
1. A oposição tem direito a chamar aqui os governantes para debates políticos – mas depois os debates não se realizam, porque o PSD-M não o permite;
2. A oposição tem direito a chamar os Secretários às Comissões – mas o PSD não autoriza a sua vinda;
3. A oposição tem o direito a agendar sessões de perguntas ao governo – as perguntas ficam sem resposta – porque os governantes não estão disponíveis para vir ao parlamento;
4. A oposição tem direito de confrontar o governo com as suas propostas de decreto legislativo e com as suas políticas – as propostas chegam a esta Assembleia – os Governantes não aparecem;
5. A oposição tem direito a ser ouvida nas negociações europeias – mas o Governo não ouve as oposições;
6. A oposição tem direito a debater com o governo as políticas e a utilização dos fundos europeus – chegam os relatórios a este parlamento – mas fogem os responsáveis governativos desta casa;
7. A oposição tem direito a fazer requerimentos ao governo e a obter informações e estudos mandados fazer por estes – a oposição tem direitos, mas não tem direito a resposta;
8. Os Partidos têm direito a pedir Inquéritos Parlamentares – a maioria não deixa os partidos exercerem esse direito;
9. Os Partidos têm direitos a pedir Comissões Eventuais – o PSD nega a criação dessas comissões;
10. O Maior Partido da oposição tem direito a um Vice-presidente da Assembleia – o PSD nega esse direito ao PS;
11. Enfim, a maioria tem direito a apresentar moções de censura ao Governo – mas o governo é censurado e o seu principal responsável está ausente no debate.A cobardia política no seu pior: não têm coragem de colocar no regimento a realidade deste parlamento!
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Descontrolado - Rui Costa Pinto
in: MAIS ACTUAL
Os incidentes na Assembleia Regional da Madeira são de uma gravidade tal que fazem bradar os céus. Ou será que não? Maioria por maioria, na Madeira e no Continente, com mais subtileza ou mais método autoritário, começa a valer tudo nesta espécie de democracia portuguesa.
P.S. O Ministério da Administração Interna já devia ter anunciado a exoneração do director nacional da PSP. É claro que, certamente, ficaremos a aguardar mais um inquérito, apesar das imagens que o país viu, com agentes das forças de segurança a barrar o caminho a um Deputado eleito do Partido da Nova Democracia (PND).
Os incidentes na Assembleia Regional da Madeira são de uma gravidade tal que fazem bradar os céus. Ou será que não? Maioria por maioria, na Madeira e no Continente, com mais subtileza ou mais método autoritário, começa a valer tudo nesta espécie de democracia portuguesa.
P.S. O Ministério da Administração Interna já devia ter anunciado a exoneração do director nacional da PSP. É claro que, certamente, ficaremos a aguardar mais um inquérito, apesar das imagens que o país viu, com agentes das forças de segurança a barrar o caminho a um Deputado eleito do Partido da Nova Democracia (PND).
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domingo, 9 de novembro de 2008
Razões para dissolver a Assembleia (10 inquietações) - Emanuel Silva
in: madeira4ever
Não subscrevo comportamentos de arruaça nem gestos que ficam com quem os comete (há instituições próprias para ajuizar de tais comportamentos e, em última instância o eleitorado) mas há acontecimentos que nos devem fazer reflectir. Faço-o em jeito de perguntas ao Povo:
1.º) Porque chegaram as coisas a este ponto? Não foi a maioria e o seu líder que andaram a semear ventos (Um breve resumo: Tropas "efeminadas"; "loja de rancores" (António Loja); Mário Soares "senil"; "Sr. Silva" (Cavaco Silva); "Pinto de Sousa", "ladrão", "Mugabe da Europa", (José Sócrates); "traidores", "colaboracionistas", "vendidos" (oposição/alguma comunicação social); "bastardos [jornalistas] para não chamar filhos da puta"; energúmeno do sítio (Gaula); “indivíduo exótico” (João Carlos Gouveia); “São uns ovnis (direcção do PS-M)", "são baratas, uns idiotas úteis”; “pulhas e rascas” (a propósito do ‘menino azul’); Edite Estrela "deliquente socialista"; "Ela (Célia Pessegueiro) é que tem algo para resolver", mas "eu não resolvo problemas com todas, sou muito selectivo". Em Abril deste ano, não foi Alberto João Jardim, referiu-se aos deputados da oposição na Assembleia Legislativa da Madeira, como "um bando de loucos"? Não foi o mesmo que disse: “Considero os actuais dirigentes e deputados da oposição como grupos de pessoas sem nível”? Não foi a maioria que requereu um exame psiquiátrico às faculdades mentais de um deputado?
2) Que democracia é esta onde os princípios estão invertidos: É a ALM que obedece à Quinta Vigia e não o contrário; foi o escândalo das pratas, o escândalo do ‘jackpot’; uma mesa unicolor; desrespeito pelo estatuto da oposição; perda de tempo com questões endógenas (regimentos, tempos de intervenção, restrições aos jornalistas nos passos perdidos, etc.) em vez de se preocupar em legislar para o POVO, minimizando os seus problemas do dia-a-dia?
3) Não é a democracia, na sua génese ideológica, mais do que a obediência à maioria, o respeito pelas minorias? Não é cada deputado ‘dono’ do seu mandato (em obediência última aos seus eleitores mais do que à disciplina partidária)? Ou isso do POVO é só para invocar em tempo de campanha?
4) O que aprendemos em 30 anos de Autonomia? A não respeitar o OUTRO, por mais disparatada que seja a sua posição? Foi a Autonomia um húmus para o surgimento de uma ‘casta’ de homens ditos bons (engravatados) que se acham acima do POVO. Esse POVO cujo perfil provocador, refilão, mal vestido, se encaixa na personalidade do ‘Bexiga’?
5) Uma ALM que é tão prudente a solicitar caríssimos pareceres a constitucionalistas não foi prudente ao ponto de, com um simples telefonema, certificar-se de que é ilegal e inconstitucional barrar a entrada a um deputado democraticamente eleito?
6) E o Presidente da República, tão célere em fazer uma comunicação ao país a propósito de uma questão de princípios como o Estatuto dos Açores (lei ordinária a ditar a um órgão de soberania o dever de ouvir a Assembleia antes da decisão de a dissolver) não foi célere ao ponto de, também numa questão de princípios (direito de um deputado, sem que haja decisão judicial transitada em julgado em contrário, participar nos trabalhos parlamentares)? Não têm os deputados, independentemente da sua cor política, o mesmo estatuto? Ou esse estatuto é só para ser invocado quando uma brigada de trânsito o faz parar na estrada?
7) Porque não é tão célere a comissão de regimento e mandatos a levantar a imunidade a deputados para responderem em processos crime que até nem têm a ver com o exercício de funções (exemplo: condução sob o efeito do álcool)?
8) Quem de seu juízo, não sendo órgão de soberania, conhecendo da morosidade dos nossos tribunais, suspende os trabalhos, até que um órgão de soberania (Tribunais) se pronuncie sobre uma queixa-crime (desfraldar da bandeira com a cruz suástica)? E mais, passando para esse órgão de soberania o “ónus” sobre a resolução política de um caso (uma vez que os Tribunais só se pronunciam sobre crimes –foro penal- ou perda de mandato –foro administrativo-) que ao poder político/eleitorado compete resolver?
9) Que pensar da actuação de um deputado que (segundo consta) deu um pontapé num cidadão que, estando a perturbar a sessão foi (e bem) expulso da galeria dedicada ao público? E não será sintomático que o Ministro da Administração Interna, Rui Pereira tenha tido necessidade de vir a terreiro explicar a actuação da PSP? É que, há antecedentes (quem não se lembra, há dias, do papel ridículo de uma agente da PSP que veio cá fora, alegadamente a pedido de alguém da ALM, pedir para não perturbar? Ou, a outro nível, do episódio do chefe do Exectuivo, a 6 de Agosto de 2004, que terá mandado uma cidadã estrangeira ser multada na Avenida Zarco.
10) O presidente da ALM, depois de preparar, durante alguns dias, o terreno (‘eu vou tomar uma posição’) veio, a final, reconhecer que a medida de suspender o deputado é “ilegal e constitucional”. Mas, mais grave do que isso foi ter dado ordens para barrar a entrada do deputado na ALM e de ter dito previamente que assumiria o “ónus” da decisão. Qual esse ónus? Será um processo crime por ter impedido a mobilidade de um cidadão/deputado eleito? Será a demissão (corolário natural de alguém –presidente de uma casa que faz leis- reconhecer que tomou uma decisão “ilegal e inconstitucional”?
Não subscrevo comportamentos de arruaça nem gestos que ficam com quem os comete (há instituições próprias para ajuizar de tais comportamentos e, em última instância o eleitorado) mas há acontecimentos que nos devem fazer reflectir. Faço-o em jeito de perguntas ao Povo:
1.º) Porque chegaram as coisas a este ponto? Não foi a maioria e o seu líder que andaram a semear ventos (Um breve resumo: Tropas "efeminadas"; "loja de rancores" (António Loja); Mário Soares "senil"; "Sr. Silva" (Cavaco Silva); "Pinto de Sousa", "ladrão", "Mugabe da Europa", (José Sócrates); "traidores", "colaboracionistas", "vendidos" (oposição/alguma comunicação social); "bastardos [jornalistas] para não chamar filhos da puta"; energúmeno do sítio (Gaula); “indivíduo exótico” (João Carlos Gouveia); “São uns ovnis (direcção do PS-M)", "são baratas, uns idiotas úteis”; “pulhas e rascas” (a propósito do ‘menino azul’); Edite Estrela "deliquente socialista"; "Ela (Célia Pessegueiro) é que tem algo para resolver", mas "eu não resolvo problemas com todas, sou muito selectivo". Em Abril deste ano, não foi Alberto João Jardim, referiu-se aos deputados da oposição na Assembleia Legislativa da Madeira, como "um bando de loucos"? Não foi o mesmo que disse: “Considero os actuais dirigentes e deputados da oposição como grupos de pessoas sem nível”? Não foi a maioria que requereu um exame psiquiátrico às faculdades mentais de um deputado?
2) Que democracia é esta onde os princípios estão invertidos: É a ALM que obedece à Quinta Vigia e não o contrário; foi o escândalo das pratas, o escândalo do ‘jackpot’; uma mesa unicolor; desrespeito pelo estatuto da oposição; perda de tempo com questões endógenas (regimentos, tempos de intervenção, restrições aos jornalistas nos passos perdidos, etc.) em vez de se preocupar em legislar para o POVO, minimizando os seus problemas do dia-a-dia?
3) Não é a democracia, na sua génese ideológica, mais do que a obediência à maioria, o respeito pelas minorias? Não é cada deputado ‘dono’ do seu mandato (em obediência última aos seus eleitores mais do que à disciplina partidária)? Ou isso do POVO é só para invocar em tempo de campanha?
4) O que aprendemos em 30 anos de Autonomia? A não respeitar o OUTRO, por mais disparatada que seja a sua posição? Foi a Autonomia um húmus para o surgimento de uma ‘casta’ de homens ditos bons (engravatados) que se acham acima do POVO. Esse POVO cujo perfil provocador, refilão, mal vestido, se encaixa na personalidade do ‘Bexiga’?
5) Uma ALM que é tão prudente a solicitar caríssimos pareceres a constitucionalistas não foi prudente ao ponto de, com um simples telefonema, certificar-se de que é ilegal e inconstitucional barrar a entrada a um deputado democraticamente eleito?
6) E o Presidente da República, tão célere em fazer uma comunicação ao país a propósito de uma questão de princípios como o Estatuto dos Açores (lei ordinária a ditar a um órgão de soberania o dever de ouvir a Assembleia antes da decisão de a dissolver) não foi célere ao ponto de, também numa questão de princípios (direito de um deputado, sem que haja decisão judicial transitada em julgado em contrário, participar nos trabalhos parlamentares)? Não têm os deputados, independentemente da sua cor política, o mesmo estatuto? Ou esse estatuto é só para ser invocado quando uma brigada de trânsito o faz parar na estrada?
7) Porque não é tão célere a comissão de regimento e mandatos a levantar a imunidade a deputados para responderem em processos crime que até nem têm a ver com o exercício de funções (exemplo: condução sob o efeito do álcool)?
8) Quem de seu juízo, não sendo órgão de soberania, conhecendo da morosidade dos nossos tribunais, suspende os trabalhos, até que um órgão de soberania (Tribunais) se pronuncie sobre uma queixa-crime (desfraldar da bandeira com a cruz suástica)? E mais, passando para esse órgão de soberania o “ónus” sobre a resolução política de um caso (uma vez que os Tribunais só se pronunciam sobre crimes –foro penal- ou perda de mandato –foro administrativo-) que ao poder político/eleitorado compete resolver?
9) Que pensar da actuação de um deputado que (segundo consta) deu um pontapé num cidadão que, estando a perturbar a sessão foi (e bem) expulso da galeria dedicada ao público? E não será sintomático que o Ministro da Administração Interna, Rui Pereira tenha tido necessidade de vir a terreiro explicar a actuação da PSP? É que, há antecedentes (quem não se lembra, há dias, do papel ridículo de uma agente da PSP que veio cá fora, alegadamente a pedido de alguém da ALM, pedir para não perturbar? Ou, a outro nível, do episódio do chefe do Exectuivo, a 6 de Agosto de 2004, que terá mandado uma cidadã estrangeira ser multada na Avenida Zarco.
10) O presidente da ALM, depois de preparar, durante alguns dias, o terreno (‘eu vou tomar uma posição’) veio, a final, reconhecer que a medida de suspender o deputado é “ilegal e constitucional”. Mas, mais grave do que isso foi ter dado ordens para barrar a entrada do deputado na ALM e de ter dito previamente que assumiria o “ónus” da decisão. Qual esse ónus? Será um processo crime por ter impedido a mobilidade de um cidadão/deputado eleito? Será a demissão (corolário natural de alguém –presidente de uma casa que faz leis- reconhecer que tomou uma decisão “ilegal e inconstitucional”?
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Avé, Coelho, eu te saúdo - Figueiredo Robles
in: FURIA DO CAJADO

Haverá acção mais condenável do que retirar a vida a outro ser humano?
Então porque será que a História está repleta de heróis de guerras, que mataram à fartasana e assim salvaram Pátrias, ideologias e até conceitos religiosos?
Porque as acções aparentemente mais condenáveis, devem ser analisadas no tempo, no local e no contexto histórico.
É por isso mesmo que eu compreendo a atitude do deputado madeirense, no pressuposto que utilizou argumentos condenáveis como derradeira arma para chamar a atenção, deste país sonolento, para o cancro da Democracia, que é a situação política na Madeira.
Qual foi a reacção do cancro?
Dar razão ao deputado. Aquela que devia ser a Casa da Democracia na Madeira, respondeu com uma ilegalidade. Mais explicações, para quê?
A guerra é o último argumento dos políticos.
Chamar fascista aos adversários políticos, nem sequer é o último argumento, é pratica corrente do "governador"!
Tenho pena de não ter sido contemporâneo de José Manuel Coelho, o deputado que descobriu o segredo: - Utilizar as armas do adversário para o combater!

Haverá acção mais condenável do que retirar a vida a outro ser humano?
Então porque será que a História está repleta de heróis de guerras, que mataram à fartasana e assim salvaram Pátrias, ideologias e até conceitos religiosos?
Porque as acções aparentemente mais condenáveis, devem ser analisadas no tempo, no local e no contexto histórico.
É por isso mesmo que eu compreendo a atitude do deputado madeirense, no pressuposto que utilizou argumentos condenáveis como derradeira arma para chamar a atenção, deste país sonolento, para o cancro da Democracia, que é a situação política na Madeira.
Qual foi a reacção do cancro?
Dar razão ao deputado. Aquela que devia ser a Casa da Democracia na Madeira, respondeu com uma ilegalidade. Mais explicações, para quê?
A guerra é o último argumento dos políticos.
Chamar fascista aos adversários políticos, nem sequer é o último argumento, é pratica corrente do "governador"!
Tenho pena de não ter sido contemporâneo de José Manuel Coelho, o deputado que descobriu o segredo: - Utilizar as armas do adversário para o combater!
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COISAS DE MADEIRA: A POEIRA ASSENTA - Ricardo Figueira
in: FUNCHAL: 32º38'N 16º58'W - SÉRIE VI
(Lisboa) Uns dias depois do episódio da bandeira nazi. Uns dias depois da suspensão ridícula de mandato do Sr. Manuel Coelho. Uns dias depois de um deputado ser impedido de entrar na Assembleia Regional. Uns dias depois de um tipo ter dado um pontapé a outro que protestava. Uns dias depois, toda esta história continua a parecer uma piada.
Uma piada por que um deputado foi punido e ameaçado de ver tirada a sua imunidade parlamentar por emitir uma opinião. A imunidade parlamentar existe por alguma razão. Talvez exista por que um deputado tem de ter alguma independência para poder intervir com liberdade. Imunidade parlamentar não é uma regalia para ser usada para fazer ilegalidades sem ser responsabilizado como alguns textos que por aí andam patrocinam. Concordar com o levantamento da imunidade parlamentar do deputado do PND é admitir que esta só serve para isso mesmo: para uns privilegiados poderem fazer o que querem sem ser responsabilizados.
A suspensão e todas estas trocas e baldrocas que o PSD-M fez e vai continuar a fazer vai ficar por isso mesmo por que quem manda são eles, por que quem faz as regras são eles e mesmo contra as regras quem manda são eles.
Há uns dias atrás um colega meu de trabalho, que vive no Restelo, zona de muitas embaixadas rotulava alguns países de Banana Countries. Os tais Banana Countries não têm propriamente uma definição mas todos sabem os que se enquadram nessa definição. A Madeira está cada vez mais próxima não de um Banana Country mas de uma Banana Region. Se esse meu colega fosse português talvez dissesse República das Bananas. É isso que a Madeira cada vez mais caminha para: uma República das Bananas sem regras definidas, sem leis definidas e onde o poder pode alterar essas mesmas regras.
(Lisboa) Uns dias depois do episódio da bandeira nazi. Uns dias depois da suspensão ridícula de mandato do Sr. Manuel Coelho. Uns dias depois de um deputado ser impedido de entrar na Assembleia Regional. Uns dias depois de um tipo ter dado um pontapé a outro que protestava. Uns dias depois, toda esta história continua a parecer uma piada.
Uma piada por que um deputado foi punido e ameaçado de ver tirada a sua imunidade parlamentar por emitir uma opinião. A imunidade parlamentar existe por alguma razão. Talvez exista por que um deputado tem de ter alguma independência para poder intervir com liberdade. Imunidade parlamentar não é uma regalia para ser usada para fazer ilegalidades sem ser responsabilizado como alguns textos que por aí andam patrocinam. Concordar com o levantamento da imunidade parlamentar do deputado do PND é admitir que esta só serve para isso mesmo: para uns privilegiados poderem fazer o que querem sem ser responsabilizados.
A suspensão e todas estas trocas e baldrocas que o PSD-M fez e vai continuar a fazer vai ficar por isso mesmo por que quem manda são eles, por que quem faz as regras são eles e mesmo contra as regras quem manda são eles.
Há uns dias atrás um colega meu de trabalho, que vive no Restelo, zona de muitas embaixadas rotulava alguns países de Banana Countries. Os tais Banana Countries não têm propriamente uma definição mas todos sabem os que se enquadram nessa definição. A Madeira está cada vez mais próxima não de um Banana Country mas de uma Banana Region. Se esse meu colega fosse português talvez dissesse República das Bananas. É isso que a Madeira cada vez mais caminha para: uma República das Bananas sem regras definidas, sem leis definidas e onde o poder pode alterar essas mesmas regras.
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Ainda há quem chame a isto democracia - Pedro Correia
in: Corta-fitas
O líder do grupo parlamentar do PSD na Madeira, Jaime Ramos, chama o que quer aos adversários políticos - vadios, ladrões, chulos... Houve até uma célebre intervenção sua em que comparou um deputado da oposição a uns animais africanos de grande porte. Ninguém da mesa da Assembleia Legislativa Regional lhe tirou a palavra e muito menos o impediu de frequentar as instalações do parlamento. Alberto João Jardim, nas raras vezes em que se digna deslocar ao hemiciclo, não se coíbe também de insultar os adversários, chamando-lhes "fascistas" em voz bem audível: como é óbvio, ninguém lhe travou a fala. No parlamento madeirense é assim: existe um critério para o partido do Governo, outro para as oposições. "Na Madeira não há estado de direito", sustenta Baltazar Aguiar, dirigente do PND/Madeira, em entrevista à edição de sexta do Diário de Noticias.
E concretiza: "Há o esvaziamento total das funções dos deputados e dos direitos de iniciativa política. Por outro lado, o novo regimento vai introduzir a censura prévia. A Mesa pode rejeitar votos apresentados pelos deputados com base em critérios técnicos do bom ou do mau gosto da linguagem utilizada. Há mais de dez debates requeridos e não há agendamento. O Governo não vem. Nem sequer os elementos que pedimos ao Governos nos são facultados."
Por quanto tempo o Presidente da República permanecerá calado?
O líder do grupo parlamentar do PSD na Madeira, Jaime Ramos, chama o que quer aos adversários políticos - vadios, ladrões, chulos... Houve até uma célebre intervenção sua em que comparou um deputado da oposição a uns animais africanos de grande porte. Ninguém da mesa da Assembleia Legislativa Regional lhe tirou a palavra e muito menos o impediu de frequentar as instalações do parlamento. Alberto João Jardim, nas raras vezes em que se digna deslocar ao hemiciclo, não se coíbe também de insultar os adversários, chamando-lhes "fascistas" em voz bem audível: como é óbvio, ninguém lhe travou a fala. No parlamento madeirense é assim: existe um critério para o partido do Governo, outro para as oposições. "Na Madeira não há estado de direito", sustenta Baltazar Aguiar, dirigente do PND/Madeira, em entrevista à edição de sexta do Diário de Noticias.
E concretiza: "Há o esvaziamento total das funções dos deputados e dos direitos de iniciativa política. Por outro lado, o novo regimento vai introduzir a censura prévia. A Mesa pode rejeitar votos apresentados pelos deputados com base em critérios técnicos do bom ou do mau gosto da linguagem utilizada. Há mais de dez debates requeridos e não há agendamento. O Governo não vem. Nem sequer os elementos que pedimos ao Governos nos são facultados."
Por quanto tempo o Presidente da República permanecerá calado?
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MEDO.... ! - TERESA RUEL
in: Conspiração às sete
Estamos perante factos! Mas este entendimento não é comum na sociedade madeirense.
Ao lermos hoje a imprensa regional, parece que tudo não passou de um equívoco, e que o palco deste espectáculo não foi a Assembelia Legislativa Regional da Madeira. A RTP-M, também negligenciou esta realidade fáctica. O "caso Madeira" teve mais tempo de antena no quadro nacional, quer na sua exposição, análise e comentário do que no seu espaço natural...
Como é possível, com a gravidade de toda esta situação, por um lado de desrespeito pelas regras e convivência democrática, branqueamento de ilegalidades e inconstitucionalidades, que os agentes sociais madeirenses, adoptem uma atitude de incumbentes?
Neste momento a blogosfera madeirense sobrepoem-se a qualquer veículo de informação regional, com credibilidade e seriedade na inferência dos factos (causas e efeitos). Mais um "promenor" que merece reflexão!
Teresa Ruel
Estamos perante factos! Mas este entendimento não é comum na sociedade madeirense.
Ao lermos hoje a imprensa regional, parece que tudo não passou de um equívoco, e que o palco deste espectáculo não foi a Assembelia Legislativa Regional da Madeira. A RTP-M, também negligenciou esta realidade fáctica. O "caso Madeira" teve mais tempo de antena no quadro nacional, quer na sua exposição, análise e comentário do que no seu espaço natural...
Como é possível, com a gravidade de toda esta situação, por um lado de desrespeito pelas regras e convivência democrática, branqueamento de ilegalidades e inconstitucionalidades, que os agentes sociais madeirenses, adoptem uma atitude de incumbentes?
Neste momento a blogosfera madeirense sobrepoem-se a qualquer veículo de informação regional, com credibilidade e seriedade na inferência dos factos (causas e efeitos). Mais um "promenor" que merece reflexão!
Teresa Ruel
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ATÉ UM DIA...
O MIGUEL LUÍS DA FONSECA do Basta Que Sim diz que só regressa quando for restabelecida a (a)normalidade democrática da região.
Fiquei na dúvida se ele volta quando for restabelecido o "antes-episódio Coelho" (se é que isso alguma vez acontece) ou se nos vemos depois do funeral do grande líder; mas nessa altura palpita-me que terá estalado a guerra civil entre os sucessores do dito-cujo.
Fiquei na dúvida se ele volta quando for restabelecido o "antes-episódio Coelho" (se é que isso alguma vez acontece) ou se nos vemos depois do funeral do grande líder; mas nessa altura palpita-me que terá estalado a guerra civil entre os sucessores do dito-cujo.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008
madeira4ever
Um interessante blogue, cuja leitura recomendo. Foge muitas vezes à chamada agenda da blogosfera, em que os temas se vão repetindo de blogue para blogue.
madeira4ever
Um blogue de pensamentos, sentimentos e emoções sobre a Madeira e o que nela se passa
madeira4ever
Um blogue de pensamentos, sentimentos e emoções sobre a Madeira e o que nela se passa
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terça-feira, 30 de setembro de 2008
DESRATIZAÇÃO, PRECISA-SE
Hoje foi anunciado um programa de desratização no Funchal.
Mas em Câmara de Lobos é que era mesmo necessário. Podia ser que acabassem com o idiota que cá vem atazanar nos comentários, que é tão estúpido que se lhe meteu na cabeça que este blogue era feito por outra pessoa e não larga a ideia (até porque só deve ter uma por ano...).
De uma vez por todas: chamo-me João Carvalho Fernandes e sou o único autor deste blogue desde o dia 1 de Agosto. Ninguém sabia ao certo quem eu era até eu anunciar, apesar de um dos presentes no célebre jantar na véspera desse dia estar desconfiado de que eu era o autor porque tinha uma pista ligada ao nome do blogue (criado por mim e não utilizado para as eleições de 2007)... Mas nunca tinha falado deste novo projecto (com o mesmo nome) a ninguém na Madeira...
ADENDA: O idiota diz que vai fazer um blog anti-cagarra! És mesmo estúpido! Olha, se não tive medo em 1975 dos comunas e cheguei a levar vários pontos no hospital, não é agora que vou ter medo de um atrasado mental como tu!
Mas em Câmara de Lobos é que era mesmo necessário. Podia ser que acabassem com o idiota que cá vem atazanar nos comentários, que é tão estúpido que se lhe meteu na cabeça que este blogue era feito por outra pessoa e não larga a ideia (até porque só deve ter uma por ano...).
De uma vez por todas: chamo-me João Carvalho Fernandes e sou o único autor deste blogue desde o dia 1 de Agosto. Ninguém sabia ao certo quem eu era até eu anunciar, apesar de um dos presentes no célebre jantar na véspera desse dia estar desconfiado de que eu era o autor porque tinha uma pista ligada ao nome do blogue (criado por mim e não utilizado para as eleições de 2007)... Mas nunca tinha falado deste novo projecto (com o mesmo nome) a ninguém na Madeira...
ADENDA: O idiota diz que vai fazer um blog anti-cagarra! És mesmo estúpido! Olha, se não tive medo em 1975 dos comunas e cheguei a levar vários pontos no hospital, não é agora que vou ter medo de um atrasado mental como tu!
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Quem sou eu?
terça-feira, 23 de setembro de 2008
TAMBÉM ESCREVO AQUI
Às vezes...

Este blogue foi por mim fundado no já longinquo mês de Maio de 2003, com a seguinte
DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS
Ponto Único:
O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL é o maior e melhor clube de Portugal.
Posteriormente passou a ser escrito a várias mãos, mas muitos ds que lá escreviam abandonaram a blogosfera, pelo que neste momento estou novamente sózinho.
Bola Verde
Este blogue foi por mim fundado no já longinquo mês de Maio de 2003, com a seguinte
DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS
Ponto Único:
O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL é o maior e melhor clube de Portugal.
Posteriormente passou a ser escrito a várias mãos, mas muitos ds que lá escreviam abandonaram a blogosfera, pelo que neste momento estou novamente sózinho.
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