... mesmo já sem o mentor presente!
Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira
O gabinete do representante da República impediu esta manhã que os representantes do PND prestassem declarações à comunicação social no pátio do Palácio de S. Lourenço, ao contrário do que aconteceu ontem com os membros de seis partidos que foram àquelas instalações. Quando esta manhã, pelas 11h00, Baltasar Aguiar se preparava para prestar declarações aos jornalistas antes de subir para a audiência com Ireneu Barreto, foi informado por uma agente da PSP que teria de abandonar o pátio e fazer as declarações no exterior do Palácio de S. Lourenço.
Já na rua, o porta-voz do PND lamentou a diferença de tratamento em relação aos outros partidos e disse que este episódio "descreve aquilo que é o dr. Ireneu Barreto e aquilo que foi o seu papel como representante da República nos últimos quatro anos". "Entristece-nos que uma pessoa, ainda por cima madeirense, tenha cumprido e desempenhado tão mal as funções de representante da República.
Esteve durante quatro anos calado perante todas as atrocidades cometidas nesta terra. Calado, designadamente, perante o gigantesco buraco de dívida ocultado de todos os madeirenses e que condenou a Madeira à miséria", afirmou Baltasar Aguiar, que sugeriu, sarcasticamente, que Ireneu Barreto "fosse designado embaixador para Angola, para branquear o regime totalitário do senhor presidente José Eduardo dos Santos".
É de salientar que os membros dos seis partidos que ontem foram recebidos pelo representante da República prestaram declarações à saída do encontro com Ireneu Barreto. O PTP foi o único partido que declinou o convite para a audiência com Ireneu Barreto na sequência das eleições de 29 de Março e da preparação da tomada de posse da Assembleia e do Governo Regional.
Depois deste incidente, os membros do PND não voltaram a tentar entrar para a audiência com o representante da República.
O gabinete do representante da República explicou posteriormente ao DIÁRIO que não são permitidas declarações à imprensa no pátio do Palácio de S. Lourenço.
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domingo, 12 de abril de 2015
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
segunda-feira, 14 de março de 2011
FANTÁSTICO!
Então não é que o gordo me apagou de amigo do Coelho no facebook?
Devia ter medo que eu dissesse algumas verdades.
Vaí daí, toca a aplicar a técnica estalinista de reescrever a história. Realmente, pode-se tirar o comunismo da vida das pessoas, mas tirá-lo da cabeça, é outra coisa!
ADENDA: Agora colocou uma desculpa esfarrapada - que tinha apagado alguns nomes da página onde estavam quase 5.000 por ter atingido o nº limite, mas que todos poderiam inscrever-se numa outra página. EU FUI APAGADO DE TODAS AS TRÊS PÁGINAS DELE...
Devia ter medo que eu dissesse algumas verdades.
Vaí daí, toca a aplicar a técnica estalinista de reescrever a história. Realmente, pode-se tirar o comunismo da vida das pessoas, mas tirá-lo da cabeça, é outra coisa!
ADENDA: Agora colocou uma desculpa esfarrapada - que tinha apagado alguns nomes da página onde estavam quase 5.000 por ter atingido o nº limite, mas que todos poderiam inscrever-se numa outra página. EU FUI APAGADO DE TODAS AS TRÊS PÁGINAS DELE...
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
CONSEQUÊNCIA
Jornalista do DIÁRIO agredido pelo presidente do Marítimo
Um jornalista do DIÁRIO foi agredido pelo presidente do Marítimo, quando fazia a cobertura jornalística do treino matinal no Complexo Desportivo em Santo António.
Um jornalista do DIÁRIO foi agredido pelo presidente do Marítimo, quando fazia a cobertura jornalística do treino matinal no Complexo Desportivo em Santo António.
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terça-feira, 1 de junho de 2010
O MELHOR ERA EXTERMINÁ-LOS, COMO FIZERAM OS NAZIS!
Coito Pita desafia o PS-M a aceitar rever a lei eleitoral para afastar do parlamento "partidos como o PND"
O PSD-M vai apresentar um requerimento para a constituição de uma comissão de inquérito para "avaliar o comportamento dos orgãos de comunicação social na violação dos direitos da maioria". A promessa foi feita por Coito Pita, durante o debate de uma proposta do BE para revisão do estatuto da oposição que permita que os partidos com um único deputado possam promover a realização de debates parlamentares com a presença do Governo Regional.
Coito Pita e o líder parlamentar do PSD-M, Jaime Ramos, garantiram que o actual regimento da ALM e o Estatuto Politico-Administrativo dão poderes aos partidos da oposição muito superiores aos que se verificam noutros parlamentos. Toda a oposição lembrou que a Assembleia Legislativa não cumpre a sua função de fiscalização do Governo, uma vez que o Executivo, pura e simplesmente, não se desloca ao parlamento.
O deputado do PSD-M aproveitou a intervenção para assumir que o seu partido quer rever a lei eleitoral regional e para desafiar o PS-M a associar-se a uma proposta que altere a composição do parlamento. Coito Pita foi claro ao afirmar que "a existência do BE é importante para a Madeira",mas que "não é razoável que a democracia permita que um partido do tipo do PND exista e tenha voz parlamentar".
O PSD-M vai apresentar um requerimento para a constituição de uma comissão de inquérito para "avaliar o comportamento dos orgãos de comunicação social na violação dos direitos da maioria". A promessa foi feita por Coito Pita, durante o debate de uma proposta do BE para revisão do estatuto da oposição que permita que os partidos com um único deputado possam promover a realização de debates parlamentares com a presença do Governo Regional.
Coito Pita e o líder parlamentar do PSD-M, Jaime Ramos, garantiram que o actual regimento da ALM e o Estatuto Politico-Administrativo dão poderes aos partidos da oposição muito superiores aos que se verificam noutros parlamentos. Toda a oposição lembrou que a Assembleia Legislativa não cumpre a sua função de fiscalização do Governo, uma vez que o Executivo, pura e simplesmente, não se desloca ao parlamento.
O deputado do PSD-M aproveitou a intervenção para assumir que o seu partido quer rever a lei eleitoral regional e para desafiar o PS-M a associar-se a uma proposta que altere a composição do parlamento. Coito Pita foi claro ao afirmar que "a existência do BE é importante para a Madeira",mas que "não é razoável que a democracia permita que um partido do tipo do PND exista e tenha voz parlamentar".
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
AHAHAHAH, OS NEO-FASCISTAS CONTINUAM A TENTAR NA SECRETARIA O QUE NÃO CONSEGUEM NO CAMPO!
Regimento e lei eleitoral são para alterar logo que possível
PSD entende que sai prejudicado com o Regimento e quer evitar entrada de partidos na ALM
Mais cedo ou mais tarde terá de haver alterações. É a convicção e o desejo dos social-democratas no que diz respeito à lei eleitoral para a Assembleia Legislativa da Madeira, assim como ao respectivo Regimento. Ambos são de revisão relativamente recente, mas o PSD entende que é prejudicado, por comparação com a oposição. É preciso, por isso, na perspectiva dos social-democratas, repor a justiça.
O PSD fez contas e concluiu que o Regimento favorece a oposição ao, na prática, dar mais tempo ao conjunto dos deputados dos restantes partidos do que ao seu grupo parlamentar. O problema, na perspectiva do PSD, é que a oposição, no seu todo, tem apenas 14 deputados enquanto os social-democratas têm mais do que o dobro. 33 para ser exacto.
Tal como está, o Regimento 'obriga' o PSD e o Governo a práticas que o partido vai tentar que sejam cumpridas, mas que são para alterar logo que possível. A realização de debates parlamentares com o Governo é um desses pontos.
Recentemente foi tornada pública a maior abertura do PSD e do Executivo para a realização desses debates, o que se deve à tentativa de cumprir o que existe no Regimento, de forma a retirar margem de manobra aos adversários, numa altura em que é preciso bom relacionamento, nomeadamente, com Lisboa. Essa maior abertura não significa resignação aos poderes regimentalmente conferidos à oposição.
Da última vez que o Regimento foi alterado, há menos de dois anos, tinha havido outra alteração menos de um ano antes.
Evitar proliferação de partidos
Com a lei eleitoral, tal como está, qualquer dia bastam mil votos para fazer eleger um deputado. Esta é uma das visões que, apesar de provavelmente serem um tanto quanto exageradas, incomodam alguns sectores do PSD e do seu grupo parlamentar.
Neste momento, a ALM conta com a representação de sete partidos: PSD; PS; PCP; PP; BE; MPT e PND. Demasiados, no entendimento do partido de Alberto João Jardim. Acresce o facto de o PNR já ter anunciado que vai concorrer às eleições legislativas do próximo ano. Se a candidatura for bem sucedida, pode passar a haver oito forças políticas no parlamento regional, caso único no país.
O PSD está seriamente preocupado com essa situação e vai tentar que a lei eleitoral seja alterada para a evitar. Uma das ideias que deverá ser retomada é a da necessidade de obtenção de uma percentagem mínima de votos para ter acesso à ALM. Provavelmente 5%.
O problema é que o PSD necessita do PS para alterar essa legislação, na Assembleia da República.
O momento pode ser favorável ao PSD, dado o actual entendimento com o Governo da República suportado pelo PS nacional. Em qualquer das circunstâncias, o PS-M terá sempre uma palavra a dizer.
Apesar de circular informação, em meios bastante restritos, que dá conta de contactos de elementos do PSD com elementos do PS, Jacinto Serrão diz nada existir a esse propósito. As duas informações podem ser verdadeiras. É que os contactos entre os dois partidos não tem obrigatoriamente de passar, para já, pela direcção de Jacinto Serrão. Outros destacados dirigentes podem estar a assumir esse papel.
Ao anunciado processo de revisão da Constituição, que ninguém sabe ao certo quando terá início e, menos ainda, fim, poderá incluir negociações sobre a lei eleitoral da Madeira. A única coisa garantida é que o actual parlamento da República está investido de poderes de revisão constitucional. Resta saber se terá vontade suficiente para os exercer e se durará o tempo necessário para que a revisão aconteça.
Élvio Passos
PSD entende que sai prejudicado com o Regimento e quer evitar entrada de partidos na ALM
Mais cedo ou mais tarde terá de haver alterações. É a convicção e o desejo dos social-democratas no que diz respeito à lei eleitoral para a Assembleia Legislativa da Madeira, assim como ao respectivo Regimento. Ambos são de revisão relativamente recente, mas o PSD entende que é prejudicado, por comparação com a oposição. É preciso, por isso, na perspectiva dos social-democratas, repor a justiça.
O PSD fez contas e concluiu que o Regimento favorece a oposição ao, na prática, dar mais tempo ao conjunto dos deputados dos restantes partidos do que ao seu grupo parlamentar. O problema, na perspectiva do PSD, é que a oposição, no seu todo, tem apenas 14 deputados enquanto os social-democratas têm mais do que o dobro. 33 para ser exacto.
Tal como está, o Regimento 'obriga' o PSD e o Governo a práticas que o partido vai tentar que sejam cumpridas, mas que são para alterar logo que possível. A realização de debates parlamentares com o Governo é um desses pontos.
Recentemente foi tornada pública a maior abertura do PSD e do Executivo para a realização desses debates, o que se deve à tentativa de cumprir o que existe no Regimento, de forma a retirar margem de manobra aos adversários, numa altura em que é preciso bom relacionamento, nomeadamente, com Lisboa. Essa maior abertura não significa resignação aos poderes regimentalmente conferidos à oposição.
Da última vez que o Regimento foi alterado, há menos de dois anos, tinha havido outra alteração menos de um ano antes.
Evitar proliferação de partidos
Com a lei eleitoral, tal como está, qualquer dia bastam mil votos para fazer eleger um deputado. Esta é uma das visões que, apesar de provavelmente serem um tanto quanto exageradas, incomodam alguns sectores do PSD e do seu grupo parlamentar.
Neste momento, a ALM conta com a representação de sete partidos: PSD; PS; PCP; PP; BE; MPT e PND. Demasiados, no entendimento do partido de Alberto João Jardim. Acresce o facto de o PNR já ter anunciado que vai concorrer às eleições legislativas do próximo ano. Se a candidatura for bem sucedida, pode passar a haver oito forças políticas no parlamento regional, caso único no país.
O PSD está seriamente preocupado com essa situação e vai tentar que a lei eleitoral seja alterada para a evitar. Uma das ideias que deverá ser retomada é a da necessidade de obtenção de uma percentagem mínima de votos para ter acesso à ALM. Provavelmente 5%.
O problema é que o PSD necessita do PS para alterar essa legislação, na Assembleia da República.
O momento pode ser favorável ao PSD, dado o actual entendimento com o Governo da República suportado pelo PS nacional. Em qualquer das circunstâncias, o PS-M terá sempre uma palavra a dizer.
Apesar de circular informação, em meios bastante restritos, que dá conta de contactos de elementos do PSD com elementos do PS, Jacinto Serrão diz nada existir a esse propósito. As duas informações podem ser verdadeiras. É que os contactos entre os dois partidos não tem obrigatoriamente de passar, para já, pela direcção de Jacinto Serrão. Outros destacados dirigentes podem estar a assumir esse papel.
Ao anunciado processo de revisão da Constituição, que ninguém sabe ao certo quando terá início e, menos ainda, fim, poderá incluir negociações sobre a lei eleitoral da Madeira. A única coisa garantida é que o actual parlamento da República está investido de poderes de revisão constitucional. Resta saber se terá vontade suficiente para os exercer e se durará o tempo necessário para que a revisão aconteça.
Élvio Passos
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
Não se arranja uma comissãozinha de inquérito na Assembleia da República?
Editorial do Diário de Notícias da Madeira
Razões de uma demissão
Levo hoje ao conhecimento dos leitores a minha demissão do cargo de Director do Diário de Notícias.
Uma decisão pessoal emergente do regime de excepção criado à Comunicação Social madeirense.
Como é do domínio público, a imprensa é um dos ramos de actividade que mais têm sentido a recessão económico-financeira mundial. No caso, acresce o sufoco e o cerco ao nosso jornal congeminado e perpetrado pelo presidente do governo da Madeira, dr. Alberto João Jardim, que está a aproveitar as dificuldades deste período negro, com reflexos fatais no mercado insular, para concretizar o seu antigo projecto de fechar o DIÁRIO. Depois de muitos anos a atribuir ao DN ofensas e ataques pretensamente gerados contra si, o dr. Jardim passou à estratégia de desvirtuar o mercado regional dos media, passando expressamente a beneficiar em 1992 um jornal concorrente - o Jornal da Madeira - com uma verba anual astronómica. Em 2009, o total dos apoios recebidos por aquele órgão ascendia aos 42 milhões de euros. Trata-se de uma injecção de 11 mil euros diários no JM, com discriminação do resto da imprensa.
Paralelamente, o dr. Jardim utilizava os actos públicos para intimidar os empresários que anunciavam no DN. Reduziu também praticamente a zeros a publicidade oficial no nosso diário, entregando-a na quase totalidade ao JM. E as instituições públicas dependentes do governo regional receberam ordens para cortar as centenas de assinaturas do DN.
Não satisfeito com os atropelos à lei para levar este diário à falência, o dr. Jardim, em Janeiro de 2008, passou o JM a gratuito, aumentando a sua tiragem de 5 mil para 15 mil exemplares. Gratuito apesar de em capa apresentar o preço de 0,10 €. E ainda com uma máquina de distribuição a agravar os já delirantes custos cobertos integralmente pelos impostos do povo. Ou seja, um produto gratuito com características de generalista a ser distribuído de graça ao lado de outro jornal com preço de capa de 0,70€, porque sobrevive do seu trabalho.
É o mesmo que ao lado de um restaurante da praça abrir um outro com refeições gratuitas e com a mesma substância. Ainda por cima, obrigando os funcionários públicos a servir-se no gratuito. Naturalmente que o primeiro restaurante, pago, teria os dias contados.
Os efeitos desta escalada perversa preparada sem escrúpulos pelo dr. Jardim chegaram ao DN, que não recebe quaisquer subsídios. O ano passado, vivemos nesta Casa o drama do despedimento colectivo. Um doloroso processo que tirou o trabalho a profissionais competentes e empenhados. Sem o menor sentimento perante madeirenses com responsabilidades familiares, o dr. Jardim tem continuado a incentivar uma guerra generalizada ao DN, com mentiras descaradas a fazer de argumentação aos seus sinistros desígnios. Hoje, com nova vaga de despedimentos à vista, conforme já assumiu o Conselho de Gerência do DN, o dr. Jardim insinua e faz constar que a situação crítica está criada por culpa do Director, deixando perceber que, resolvido esse 'problema', tudo poderia voltar ao 'normal'.
Trata-se de uma manobra vil e crapulosa para tentar baralhar causas e efeitos. O dr. Jardim, habituado a estracinhar adversários e até companheiros seus na praça pública, e a fazer bullying com a imprensa (ontem com uns, hoje com outros, amanhã com outros ainda), percebeu que nem todos os alvos estão talhados para apanhar e calar. Daí tentar fazer crer que as reacções aos seus insultos, enxovalhos e linchamentos é que começaram primeiro.
Apesar de tão descarada ser a estratégia, o problema persiste. Há despedimentos à vista. E há rumores sobre putativos culpados. Neste contexto, fui levado a medir atentamente a situação. Concluí que a solução menos má é aquela que acabo de transmitir ao Conselho de Gerência do DN. Em tentativas anteriores, pelos mesmos motivos, o CG rejeitou liminarmente o meu pedido de demissão, até por não aceitar que pressões do exterior influenciassem a vida interna do DN. Posição louvável da empresa. Mas agora, perante as mais recentes investidas contra o DN, decidi tomar unilateralmente a decisão de abandonar o cargo, informando o CG da sua irreversibilidade. Faço-o num momento em que o nosso jornal, embora sem correspondência cabal no suporte financeiro, circula com prestígio e energia, merecendo o apoio e o incentivo dos leitores e dos madeirenses em geral. Agradeço às distintas personalidades que nos têm dado a honra de dar corpo à nossa página de 'Opinião', bem como à estrutura de editores, jornalistas e restantes colaboradores que nestes quase cinco anos comigo trabalharam com competência, qualidade e uma lealdade sem mácula. Dirijo aos assinantes, anunciantes e leitores em geral uma palavra de apreço e de coragem, porque todos percebemos que hoje é perigoso ler as nossas edições. Veja-se o ponto a que chegou a estranha democracia na Madeira!
Recordemos que o Presidente da República, a Assembleia da República, a ERC, os tribunais, os partidos políticos, o governo de Lisboa - todos têm conhecimento dos criminosos atentados contra a liberdade de imprensa na Região. Infelizmente, o que esses dignitários e instituições fazem é vir cá elogiar a "superior qualidade da democracia na Madeira" e a "obra" realizada pelo "democrata" dr. Jardim.
Da minha parte, quero deixar claro que me demito da Direcção do DN mas não me demito da minha carreira, que é a de jornalista. Muito menos estou em fuga de qualquer tipo de confronto. Pelo contrário, terei mais disponibilidade para escrever, agora com o desprendimento de o meu trabalho profissional e as minhas acções pessoais não vincularem a instituição Diário de Notícias. Terei até mais tempo para combater nestas páginas centenárias as cirurgias e os branqueamentos que por vezes vemos por aí fazerem da nossa História. Fá-lo-ei cá dentro do Diário de Notícias, jornal onde comecei a cometer as primeiras gralhas já lá vão 35 anos.
A vida continua hoje.
Luís Calisto
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Dois pesos e duas medidas na pseudo-democracia da Madeira...
Levantada a imunidade a José Manuel Coelho
Deputado protestou contra "juiz fascista" que o quer julgar
Com 29 votos 'sim' e 9 votos 'não', acaba de ser levantada a imunidade parlamentar ao deputado do PND, José Manuel Coelho, para responder num processo, de 2002, em que é acusado de difamação agravada por Joaquim Vieira e pela actual secretária regional do Turismo, Conceição Estudante.
O deputado do PND abandonou a sala durante a votação, depois de protestar contra o "juiz, ou juíza, fascista" que o quer julgar por um "crime menor". José Manuel Coelho também protesta pelo facto de não ser levantada a imunidade ao presidente da ALM que, segundo ele, cometeu um crime grave, "com pena de prisão superior a cinco anos", ao expulsar um deputado - o próprio Coelho - do parlamento.
JFS
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José Manuel Coelho
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
'Bocas' de Jardim provocam saída de agente da PSP

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira
Polícia natural do continente sentiu-se ofendido na sua honra e já pediu transferência
Um agente, natural do continente, oficializou esta semana um pedido de transferência para fora da Região Autónoma da Madeira, por entender que não há condições para exercer as funções policiais numa região onde o governo ofende a honra, a dignidade e a imparcialidade dos homens e mulheres que cumprem serviço no Comando Regional da PSP.
As declarações do presidente do Governo Regional nas inaugurações da semana passada, que antecederam as eleições autárquicas, 'feriram' muitas sensibilidades em praticamente toda a hierarquia do Comando.
Alberto João Jardim deixou claro que não pretendia cá polícias continentais e criticou com alguma dureza a isenção e imparcialidade da PSP, considerando que esta não o protegeu convenientemente nos actos públicos onde marcaram presença militantes do PND, numa contramanifestação que denunciava as "inaugurações eleitoralistas". A crispação política fez 'estalar o verniz' desde as altas patentes até às bases da PSP. Sobre este assunto, o porta-voz do Comando da Madeira, comissário Roberto Fernandes, já esclareceu que a instituição policial não se pronuncia sobre opiniões de entidades governamentais ou partidárias, mas isso não abafa o mal estar evidente e a indignação em praticamente todos os elementos das forças de segurança.
O agente que está de partida "é um excelente profissional que trabalha nesta região há mais de um década", refere o presidente da delegação regional da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP). A 'gota de água' chegou com as declarações polémicas de Alberto João Jardim. "Conheço o agente muito bem, ele decidiu sair depois do presidente ter dito que não queria cá polícias do continente", confirma Jorge Silva.
Embora não se possa generalizar a origem, este não é um caso único. Segundo o DIÁRIO apurou, no último ano, seis polícias destacados nas esquadras da Madeira foram transferidos, por sua manifesta vontade, para fora da Região.
23 novos não cobrem 28 saídas
Os 23 novos agentes que ontem entraram ao serviço do Comando Regional da PSP - ao abrigo do concurso nacional de reforço dos comandos do país mais carenciados - não chegam para cobrir a saída de 28 quadros do Comando da Madeira, a maioria dos quais por pré-aposentação e aposentação.
"É por isso que temos dito que 23 é um número insuficiente. São poucos para colmatar as saídas", sublinha Jorge Silva, que faz as contas: "para pré-reforma foram 14 elementos no último ano, mais algumas idas para o continente e transferências de livre vontade, dá 20. Como outros oito foram para a pré-reforma, percebe-se logo que o saldo é negativo". Por isso, diz que é um erro falar em reforço policial quando efectivamente não são contabilizadas as saídas. No espaço de um ano, o Comando Regional perdeu 28 polícias. Ontem, abriu as portas a 23 novos agentes.
A ASPP defende um plano de transferência em massa "de uma vez por todas" e não em 'conta-gotas', recordando que há ainda 79 polícias madeirense à espera de colocação por concurso. É neste contexto, onde todos são importantes, que Jorge Silva se sente agastado ao ver que há colegas seus que partem por razões ou influências externas.
ASPP aplaude actuação policial "numa fase terrível" da democracia
A ASPP não se pronunciou na semana passada (vésperas de eleições), mas vem agora a terreiro aplaudir "a actuação isenta e apartidária dos elementos da PSP que foram empenhados nas inaugurações". "A ASPP mais uma vez esteve de corpo e alma com os nossos oficias, chefes e agentes, que numa fase terrível desta jovem democracia, apresentaram-se no terreno bem preparados, mentalmente e fisicamente, mesmo depois das palavras insultuosas, vindas de alguém que devia ser o primeiro a dar o exemplo e contribuir para a manutenção da calma e da ordem", reitera Jorge Silva. À "provocação" de Alberto João Jardim, que, em comunicado, disse não reconhecer o direito ao sindicalismo às forças de segurança, Jorge Silva questiona-se se o presidente manterá a mesma opinião em relação à Polícia judiciária, uma força também ela armada. "São declarações infelizes, antidemocráticas, e aceitáveis só em outros regimes que não o nosso", classificou.
Ricardo Duarte Freitas
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
QUEIXA APRESENTADA À CNE - COMISSÂO NACIONAL DE ELEIÇÕES
Venho por este meio apresentar queixa formal contra o delegado da CNE na ilha da Madeira por violação do dever de equidistância e independência que deveria ser apanágio de qualquer representante dessa organização e por omissão de acção contra quem tem criado um clima anti-democrático na Madeira.
Com efeito, as declarações do sr. Paulo Barreto “Não há asfixia democrática, mas um excesso de liberdade que em nada dignifica a democracia ou a região” são uma clara interferência na campanha eleitoral, branqueando as agressões de que foi alvo um deputado da Assembleia Regional e tentando atirar para cima de todos o ónus do comportamento reiterado do presidente do Governo Regonal, que já deveria ter sido alvo de reprimenda por parte dessa organização.
Que fez a CNE quando Alberto João Jardim apelou várias vezes à violência contra candidatos de outros partidos? NADA!
Que fez a CNE quando o presidente do Governo Regional se dirigiu aos adversários políticos afirmando “FUCK THEM”? NADA!
Que fez a CNE quando se assiste diariamente na Madeira a aproveitamentos eleitoralistas de inaugurações de obras? NADA!
Que fez a CNE quando em recente viagem partidária da líder do PSD à Madeira esta utilizou um carro oficial para deslocações de campanha? NADA!
Estes são apenas alguns exemplos da inação do delegado da CNE que até hoje assistiu a perseguições, insultos e intimidações várias nada tendo dito. Por tudo isto, só se podem entender as declarações de hoje como uma clara tomada de posição a favor do poder regional, pelo que deverá ser censurado.
Cumprimentos,
João Manuel de Carvalho Fernandes
Com efeito, as declarações do sr. Paulo Barreto “Não há asfixia democrática, mas um excesso de liberdade que em nada dignifica a democracia ou a região” são uma clara interferência na campanha eleitoral, branqueando as agressões de que foi alvo um deputado da Assembleia Regional e tentando atirar para cima de todos o ónus do comportamento reiterado do presidente do Governo Regonal, que já deveria ter sido alvo de reprimenda por parte dessa organização.
Que fez a CNE quando Alberto João Jardim apelou várias vezes à violência contra candidatos de outros partidos? NADA!
Que fez a CNE quando o presidente do Governo Regional se dirigiu aos adversários políticos afirmando “FUCK THEM”? NADA!
Que fez a CNE quando se assiste diariamente na Madeira a aproveitamentos eleitoralistas de inaugurações de obras? NADA!
Que fez a CNE quando em recente viagem partidária da líder do PSD à Madeira esta utilizou um carro oficial para deslocações de campanha? NADA!
Estes são apenas alguns exemplos da inação do delegado da CNE que até hoje assistiu a perseguições, insultos e intimidações várias nada tendo dito. Por tudo isto, só se podem entender as declarações de hoje como uma clara tomada de posição a favor do poder regional, pelo que deverá ser censurado.
Cumprimentos,
João Manuel de Carvalho Fernandes
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
ESTADO DE SÍTIO? VALE TUDO?
Imaginem o que seria se em Lisboa um deputado da Assembleia da República fosse agredido. E o que não diria o grande líder, apelidando todos de loucos...
Com a devida vénia ao Política Pura e Dura, pelas fotos


Com a devida vénia ao Política Pura e Dura, pelas fotos
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
TANTO NERVOSISMO....
Andam por ai alguns senhores tão nervosos, que começo a acreditar que ainda vai ser o "partidozeco" que consegue derrubar o regime fascista!
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
FASCISTA É QUEM QUER IMPEDIR OS OUTROS DE FAZER CAMPANHA!

Ainda para mais, quando está a fazer campanha com inaugurações de obras pagas pelos contribuintes!
Abaixo o fascismo
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sábado, 12 de setembro de 2009
COMO DE COSTUME, PAGA O CONTRIBUINTE!

E como de costume, a prepotência e incompetência de alguns inimputáveis vai ser paga pelo contribuinte. Para além do custo da reposição, vão ter de pagar o fabrico de material novo! E podiam evitar as desculpas esfarrapadas que deram para o ocorrido...
Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira
Camara do Funchal vai repor propaganda do PND-M
'Coelhos' foram retirados por lapso
A Câmara Municipal do Funchal vai repor a propaganda do PND-M que foi retirada "por lapso", disse hoje, à Agencia Lusa, o vice-presidente da autarquia, Bruno Pereira.
Na sequência de um acordo de cavalheiros com todos os partidos, ficou acordado que, no eixo da Avenida Arriaga, não haveria colocação de cartazes e, por excesso de zelo, foram retirados cartazes em outras artérias, lapso que lamentamos', explicou.
"Mas já reunimos com a força política em questão e ficou acordado que reporemos esta noite a propaganda retirada", acrescentou.
O PND-M já tinha anunciado que iria apresentar uma queixa a Comissão Nacional de Eleições.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
PSD aprova comportamento grave?

Passadas 48 horas sobre a entrega de uma carta em mão, na sede do PSD, por parte de uma delegação do Partido da Nova Democracia (PND), constituída pela Presidente, Drª Maria Augusta Montes Gomes, pelo Cabeça de Lista em Lisboa e outro elemento da Direcção, dirigida à Drª Manuela Ferreira Leite, pedindo-lhe que se pronunciasse sobre o facto de terem sido usadas armas de fogo na Madeira, nas imediações da Festa do PSD, em Chão de Lagoa, contra uma acção política de militantes do PND, no passado fim de semana, verificamos que a Drª Manuela Ferreira Leite persiste no mutismo, sem publicamente tomar posição, de aprovação ou condenação, deste grave incidente.
Reiteramos, por isso, a exigência de que a Drª Manuela Ferreira Leite se pronuncie sobre este caso, dado que o candidato do PSD a Primeiro-Ministro não pode manter o silêncio perante a utilização de armas de fogo para repelir uma acção política da oposição ao Dr. Alberto João Jardim, líder do PSD/Madeira.
Que diria a Drª Manuela Ferreira Leite se nas imediações da Festa do Pontal fossem disparados quatro tiros de carabina?
Lisboa, 30 de Julho de 2009
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
CARTA DA PRESIDENTE DO PND MARIA AUGUSTA GOMES A MANUELA FERREIRA LEITE SOBRE INCIDENTES DO CHÃO DA LAGOA

Exmª Senhora
Presidente do Partido Social-Democrata (PSD)
Drª Manuela Ferreira Leite
Lisboa, 28 de Julho de 2009
Exmª Senhora,
Face aos graves acontecimentos registados durante a festa do PSD, partido a que V. Exª preside, em Chão de Lagoa, na Madeira, em que um balão dirigível do Partido da Nova Democracia (PND), contendo mensagens políticas, foi abatido a tiro, isto é, com armas de fogo, quando se deslocava para o espaço aéreo da festa, venho por este meio, e na qualidade de Presidente do PND, solicitar a V. Exª que se pronuncie publicamente e de forma clara, sobre este incidente praticado por pessoas afectas ao PSD.
O silêncio perante factos desta gravidade, em que à mensagem política da oposição se reage a tiro com armas de fogo, não é admissível num partido, como o PSD, que pretende ser representante de uma direita que respeita a liberdade de expressão e que tolera a oposição.
Reitero, por isso, o meu pedido para se pronunciar publicamente sobre este incidente que envolveu o PSD/Madeira, a fim de que todos os portugueses fiquem a saber qual a posição que a Presidente do PSD e a sua Direcção Nacional têm sobre tão invulgar e absurda ocorrência.
Creia-me com a maior consideração.
Atenciosamente
A Presidente do Partido da Nova Democracia
(Maria Augusta Montes Gomes)
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Zepelim baleado: PND quer reacção de Ferreira Leite

O Partido da Nova Democracia (PND) quer que a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, «se pronuncie publicamente» sobre os incidentes do passado fim-de-semana no Chão da Lagoa, na Madeira.
Com a devida vénia ao IOL Diário
A presidente do PND, Maria Augusta Montes Gomes, foi entregar uma carta na sede laranja a pedir que Ferreira Leite diga se «acha bem que se vá para uma festa de espingarda às costas dar tiros a militantes de outros partidos, se está de acordo com isso, se lhe parece bem, se não tem nada a dizer sobre este assunto, se não tem uma palavra a dizer sobre este tipo de atitude».
Segundo a agência Lusa, Maria Augusta Gomes chegou à sede social-democrata perto das 16:00 horas, juntamente com os dirigentes do PND Fernando Lidon e Manuel Brás, que encabeça a lista deste partido às eleições legislativas no círculo de Lisboa.
Minutos depois de terem entrado, os três dirigentes do PND ouviram o secretário-geral adjunto do PSD Matos Rosa dizer-lhes que a carta tinha sido entregue. A presidente do PND pediu-lhe que carimbasse a cópia da carta para certificar a sua entrega, o que Matos Rosa se escusou a fazer.
«Fomos mal recebidos, recusaram-se, inclusivé, a pôr um visto ou um pequeno carimbo na cópia da carta em como a receberam. De facto, parece que a doença da Madeira do senhor Alberto Jardim chegou aqui também à sede nacional do PSD, coisa que não esperávamos. Não contávamos com esta tipo de atitude», criticou Maria Augusta Gomes aos jornalistas, já fora da sede social-democrata.
PSD vai processar PND
Na Madeira, no domingo, três tiros de caçadeira furaram um zepelim que o PND pretendia que sobrevoasse a tradicional festa do PSD/Madeira no Chão da Lagoa. «O PND não vai deixar cair isto em saco roto e vai pedir às autoridades que não arquivem, que não desapareçam com este processo e que estejam atentos. E queremos saber quem foi culpado, quem não foi», declarou Maria Augusta Gomes.
«Obviamente que temos ideia de quem foi, numa festa conhecida. Além do mais, foi quase um crime anunciado. Esperemos é que tomem medidas, que se faça alguma coisa. Ou então agora passamos a vida a andar aos tiros uns aos outros? Mas chegámos a este ponto? Isto agora é assim? A oposição resolve-se a tiro?», questionou.
«Que se cuide o engenheiro Sócrates, que venha de blindado, porque senão é capaz de lhe acontecer qualquer coisinha», advertiu a presidente do PND.
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AS NOTÍCIAS DO PND QUE OS MISERÁVEIS "JORNALISTAS" QUE HÁ PELA MADEIRA OMITEM

PND diz que queixa do PSD/M contra dirigível é infundada
O deputado único do PND/Madeira, Baltasar Aguiar, afirmou hoje que é infundada a queixa do PSD/M contra o PND pela tentativa de fazer um dirigível sobrevoar o Chão da Lagoa durante a festa anual dos sociais-democratas.
Com a devida vénia ao Diário Digital
Baltasar Aguiar rejeitou as acusações do PSD/M relativas aos eventuais perigos para a segurança das pessoas pelo uso do zepelim do partido no passado domingo.
Em conferência de imprensa, o dirigente regional do PND pronuncia-se sobre o anúncio do PSD/M que iria apresentar queixa nas instâncias judiciais por causa da utilização daquele dirigível nas serras da Madeira, considerando que pôs em causa a segurança das pessoas.
O PND pretendida fazer o zepelim sobrevoar o planalto do Chão da Lagoa, durante as intervenções políticas da festa anual do PSD/M que reuniu naquele local, de acordo com a organização, cerca 40 mil pessoas, mas o dirigível foi alegadamente atingido por tiros de carabina.
«O dirigível é um equipamento super-seguro, é utilizado um gás amigo do ambiente, não inflamável, pelo que oferece toda a segurança», salientou.
Deu como exemplo o facto deste tipo de equipamento ser utilizado em muitos eventos e iniciativas, como no estádio da Luz (Benfica) e num piquenique modelo da GreenZepelim que contou com a participação de mais de 20 mil pessoas.
«[O dirigível] foi atingido por dois tiros de carabina, calibre 1.22, uma arma proibida, que fizeram quatro buracos e levou 20 minutos a descer e perder a capacidade de voo», diz o deputado.
Baltasar Aguiar adiantou que o PND dispunha de meios para «fazer a reparação rápida do dirigível e voltar a pô-lo a voar, mas optou por não fazê-lo por temer que viessem mais tiros, um ataque em força a partir do solo».
«O PND não teme processo nenhum. A queixa não tem qualquer fundamento, sendo apenas um pretexto para dar de ganhar a alguns advogados próximos do Governo Regional, em tempo de crise», declarou.
Baltasar Aguiar argumenta que «o dirigível é apenas perigoso para Alberto João Jardim, quando passa por ele faz faísca».
O deputado garantiu que o PND vai «continuar a usar o zepelim em todos os eventos e iniciativas consideradas oportunas e convenientes, não excluindo levá-lo até o Porto Santo. Vamos utilizá-lo nas acções políticas nesta campanha».
Diário Digital / Lusa
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