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sábado, 12 de setembro de 2009

COMO DE COSTUME, PAGA O CONTRIBUINTE!



E como de costume, a prepotência e incompetência de alguns inimputáveis vai ser paga pelo contribuinte. Para além do custo da reposição, vão ter de pagar o fabrico de material novo! E podiam evitar as desculpas esfarrapadas que deram para o ocorrido...

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Camara do Funchal vai repor propaganda do PND-M
'Coelhos' foram retirados por lapso

A Câmara Municipal do Funchal vai repor a propaganda do PND-M que foi retirada "por lapso", disse hoje, à Agencia Lusa, o vice-presidente da autarquia, Bruno Pereira.

Na sequência de um acordo de cavalheiros com todos os partidos, ficou acordado que, no eixo da Avenida Arriaga, não haveria colocação de cartazes e, por excesso de zelo, foram retirados cartazes em outras artérias, lapso que lamentamos', explicou.

"Mas já reunimos com a força política em questão e ficou acordado que reporemos esta noite a propaganda retirada", acrescentou.

O PND-M já tinha anunciado que iria apresentar uma queixa a Comissão Nacional de Eleições.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A NAU SEM RUMO - artigo de opinião de LUIS VILHENA no DNM



Sobre (voando) o território

Admira-me que o novo projecto (do Savoy) não tenha subido para uns 20 ou 30 pisos.

Perguntaram-me há pouco tempo a minha opinião sobre o projecto do novo hotel Savoy no Funchal. Sabendo de antemão que sempre me posicionei publicamente contra o Plano que viabiliza o dito projecto, a pergunta, que pressupunha uma resposta muito simples e clara, levou-me porém a reflectir mais uns segundos. O projecto, que nasce com o suporte de um plano de pormenor inicialmente denominado de "Plano do Savoy" e compreendia pouco mais que a propriedade deste hotel e do hotel Santa Isabel, lá encontrou algum pudor e fez alargar a área de influência para uma fronteira que chega até à rotunda do Infante entre a Av. Sá Carneiro e a Av. do Infante. O que à partida seria um bom princípio revelou-se um truque de dubitável legalidade para subir o índice da zona muito acima do que está definido no PDM.

Como se tal não fosse suficiente, foi atribuído um índice muito maior que a média ao terreno do hotel, apesar de compensado através do sistema de perequação. Enfim, um esquema montado com um fim muito claro, mas que deturpa, na essência, a legalidade de se poder alterar o PDM através de um plano de urbanização, que contraria de forma muito explícita os princípios reguladores e orientadores do Plano Director para aquela zona e que fragiliza uma posição desejavelmente isenta e de equidade, por parte da Câmara eleita para defender o interesse público.

Depois deste raciocínio permiti-me responder à tal pergunta: na actual situação, é completamente indiferente que o hotel Savoy fique como está, ou suba para 16 pisos. Aliás até acho que, perante a apatia e permissividade da Câmara perante a pressão dos promotores privados, admira-me que o novo projecto não tenha subido para uns 20 ou 30 pisos porque, na prática, as razões que sustentam esta operação (que não são explicadas no relatório do plano) poderiam perfeitamente servir de suporte a um projecto ainda mais obeso.

Ou seja, numa altura da vida da cidade em que as orientações de um PDM, apesar de caduco, são ignoradas pela própria Câmara, que a ética e sentido de interesse público foi esquecida por aqueles de quem mais se esperava, que se fazem Plano Urbanísticos para tentar apagar violações ao PDM, que se prolonga ad eternum a revisão do Plano, numa época em que há um vazio de ideias relativamente ao que se quer para a cidade, então tudo é possível e indiferente. E não vai mudar. Pode continuar o mesmo presidente, ou vir outro qualquer do mesmo partido, que o estado das coisas não mudará. Há um lastro muito grande que não pode ser deitado borda fora por aqueles que o lá meteram. Um lastro tão grande que põe em perigo as condições de navegabilidade da embarcação, mas que só pode ser aliviado por uma tripulação distinta da actual. Mas torna-se cada vez mais urgente porque, num barco que mete tanta água, a única esperança de se pôr a salvo é deitar a carga fora. Até lá, se não formos ao fundo, continuaremos pela rota habitual nesta nau sem rumo.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

FORTALEZA DE SÃO JOÃO BAPTISTA



Voltando novamente a este assunto, dado alguns comentários anteriores, para frisar que o facto de estar na posse da Marinha não justifica o abandono a que está votada por parte da Câmara Municipal do Funchal porque:

. É um monumento da cidade, que está aberto a visitas do público entre as 9 e as 18 horas;

. Poderia ser um ex-libris da cidade do Funchal, visitado por milhares de turistas, bastando para o efeito a CMF sinalizar o caminho´e contribuir para a manutenção;

. De certeza que não falta dinheiro à CMF - o seu presidente continua a defender a ideia estapafúrdia de gastar alguns milhões de euros para colocar areia branca na Praia Formosa, logo dinheiro não falta decerto!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

FUNCHAL 500 ANOS - QUEM TERÁ PAGO?

A propósito de um comentário de um leitor que fazia o paralelismo entre os gastos no Funchal 500 anos e o abandono de vários monumentos do Funchal, lembrei-me que D. Duarte foi convidado de honra na cerimónia de encerramento das comemorações dos 500 anos da cidade do Funchal. Não percebo muito bem qual o interesse, mas enfim, cada qual convida quem quer...

E quem terá pago a estadia no Reid's?

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A REINAUGURAÇÃO DO COMBOIO DO MONTE

Por acaso alguém foi à reinauguração do comboio do Monte, prometida por Miguel Albuquerque para o fim de 2007?

Comboio no Monte no fim de 2007

domingo, 7 de setembro de 2008

MOMENTOS NO AZUL



Uma exposição de Pedro Gomes (Olhares) de 5 a 28 de Setembro no Salão Nobre do Teatro Municipal Baltazar Dias.

Pedro Gomes, apresenta-nos um conjunto de fotografias subaquáticas que captou ao longo de mais de uma década de mergulhos efectuados no mar circundante ao nosso arquipélago.

Faz-nos mergulhar com ele, apreciando os momentos captados através do seu olhar. Envolto na imensidão do azul, compõe momentos de cor e beleza dando a conhecer a diversidade de organismos vivos que permanecem por entre relevos naturais ou destroços de navios afundados.

Leva-nos à descoberta de um outro Universo, o mundo do azul, captado através do seu olhar com ajuda de máquinas fotográficas, flashes, lentes, duplicadores e caixas estanques. Pormenores de minúsculos seres marinhos, cardumes, espécies de peixes, mamíferos, ovos, texturas, olhos…

… onde passamos de observador para observado, intrusos num mundo desconhecido para a grande maioria de nós….

...momentos no azul.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

NAVIERA ARMAS

E se a Naviera Armas decidisse colocar um ferry a fazer o percurso entre Porto Santo e Funchal?

Lá se ia a "mama" da Porto Santo Line...

Naviera Armas: Bilhete Funchal/Portimão/Funchal 150 euros Distância: cerca de 915 km (x2) Duração viagem: cerca de 21 horas

Porto Santo Line: Bilhete Funchal/Porto Santo/Funchal mais de 70 euros Distância: cerca de 80 km (x2) Duração viagem: cerca de 2 horas e 15 mn

Ou seja o preço por km cobrado pela Naviera é menos de um quinto do que cobra a Porto Santo Line!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A IDADE NÃO PERDOA....

Outro dia ao passar pela zona do Ribeiro Seco dei comigo a pensar que não passaram muitos anos, mas todos os espaços onde me divertia à noite no Funchal, já fecharam ou tiveram alterações substanciais....

O Farol, que era a minha discoteca preferida (no actual Pestana Carlton) foi estando cada vez menos dias aberto até que deixou de funcionar. Com o alargamento da ponte/viaduto, as Vespas encerraram, tendo reaberto posteriormente onde estão actualmente, mas com um tamanhão (e um conceito) que não tem nada a ver com o que era. E também relembro o velho Barbarella dos filmes de kung-fu e porno, onde um dia o amigo Ricardo levou toda a turma, tendo o cuidado de pedir à entrada que não passassem os filmes porno...



(ortofotomapa da Câmara Municipal do Funchal)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

CAPITANIA DO FUNCHAL COLONIALISTA?

Boa anedota! A culpa é do Henrique que não cumpre a lei que veda a venda de bebidas álcoolicas a quem já não estiver na posse plena das faculdades mentais!

Uma "praia" sujíssima onde qualquer pessoa que entre mais de cinco ou dez metros por água adiante se arrisca a apanhar com um barco em cima devia ser licenciada?

Aliás, não é só a praia que está um nojo, quase tudo o que está daquele lado devia ser retirado a começar no Vagrant e naqueles barcos foleiros que estão todos a cair aos bocados e a acabar no síto do balão (que dizem que vai voltar para o mês que vem e isto desde que se rompeu há mais de 2 anos)...
 
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