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segunda-feira, 4 de abril de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

PND quer ver relatório


O vereador do PND na Câmara Municipal do Funchal exigiu ontem que o promotor da obra da Igreja Universal do Reino de Deus apresente ao Município o relatório de segurança.

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Gil Canha quer apurar a origem do acidente com a estrutura de vedação que cobre o alçado Oeste. Os tapumes desmoronaram-se na madrugada de sábado sobre a Rua Dr. Brito Câmara, uma das mais movimentadas da cidade.

O vereador lembra que o PND sempre se opôs à instalação do templo da IURD junto àquela artéria rodoviária. Além disso, o projecto cria apenas 15 lugares de estacionamento. Inicialmente, previa a recuperação da antigo armazém, mas foi depois alterado para demolição do edifício e a construção de raiz, mantendo os afastamentos. A Câmara viabilizou sempre.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

PND interpõe acção no Tribunal Administrativo contra novo Savoy


Novo hotel vai descaracterizar a paisagem urbana do Funchal, justifica Gil Canha

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

O Partido da Nova Democracia (PND), pela voz de Gil Canha, vereador na Câmara Municipal do Funchal, revelou esta tarde ter interposto uma acção junto do Tribunal Administrativo contra construção do novo hotel Savoy.

Gil Canha considera que o projecto "tem uma volumetria que é um verdadeiro atentado à nossa paisagem e que irá descaracterizar toda aquela zona".

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O Mentiroso do Carmo - GIL CANHA, hoje no DN Madeira

Cartas do leitor



Foi publicada neste espaço, uma carta do leitor intitulada "O Sherif da Praça do Carmo" da autoria dum tal sr. José António Ferreira. Essa carta contém um chorrilho de mentiras e falsidades contra a minha pessoa, uma prática que já é habitual e para a qual estou blindado. Contudo, não posso ignorar nem deixar em branco as questões de HONRA. Na Antiguidade, Tucídides defendia que "um homem que permite que lhe retirem a honra, permite tudo…", enquanto que para o nosso Ramalho Ortigão, "umas boas bengaladas não retiram o agravo da desonra, mas amaciam o coiro do mariola".


O tal autor da cartinha, cheia de erros ortográficos, refere que estava na esplanada da Rua da Cooperativa Agrícola a beber uma "loirinha" com outros clientes, e que me ouvira a "vociferar impropérios" dentro de um café, porque não permitia que os donos instalassem mais uma esplanada (com s, não com x) num espaço pertença do condomínio. Também escrevinhou, que eu puxara dos galões e dissera: "Sou o presidente do condomínio deste prédio e além disso sou vereador da CMF, pelo PND".

Quem me conhece minimamente sabe, que por vezes falo alto e exalto-me, mas nunca ao ponto de ser malcriado (reconheço, para mal dos meus muitos pecados, que mais depressa dou uns batatões num biltre que o insulto). Agora o que nunca faço, em circunstância alguma, é andar por aí a vangloriar-me que sou isto ou aquilo, pelo contrário, cultivo a discrição e o recato, aliás ninguém me vê em revistas e muito menos nas festarolas do "jet set" madeirense.

Outra falsidade foi o número de clientes que assistiram à conversa. Que me lembre, só lá estava um casal de namorados e numa outra mesa, sozinha, uma senhora magra como uma cobra cuspideira de Marraquexe, muito semelhante a uma múmia egípcia ressequida, com um ar esverdeado e ausente, a lembrar a Mrs. Caddy, de Faulkner, saudosa dos tempos em que lavava pratos na grande Londres.

A doentia testemunha de café diz ainda que fui posto na rua do estabelecimento. Outra mentira descarada! Embora estivessem zangados pelo facto do condomínio não permitir que montassem mais cadeiras e mesas numa zona de passagem (até porque já têm a sua esplanada, como os demais), os sócios do referido café, embora teimosos, até foram cordiais comigo. O problema é que existe uma deliberação da Assembleia-geral de Condóminos que não permite, e muito bem, a ocupação daquela área por mesas, porque se trata de um CORREDOR, que serve e dá acesso a outros estabelecimentos comerciais. Existe mesmo um processo a decorrer em tribunal, por causa da teimosia dos antigos locatários em quererem ocupar aquele mesmo espaço.

Não perco mais tempo com o autor da cartinha, nem o levo a tribunal por difamação, por duas razões: a primeira, é porque o meu sonho de criança era ser Xerife de uma pequena cidade e lutar contra os ladrões, o que de certa forma já faço. A segunda, é porque uma criatura cheia de sebo emaranhado com sujeira nos ouvidos não necessita das rígidas formalidades dum tribunal. Somente de um felpudo escovilhão sanitário nos orelhões!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Funchal – PND realiza acção política na 5ª feira


Gil Canha fala aos jornalistas frente à Câmara do Funchal


Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

O Partido da Nova Democracia (PND) realiza, a 17 de Junho, pelas 14h30, uma acção política em frente do edifício da Câmara Municipal do Funchal. O vereador Gil Canha prestará, na oportunidade, declarações à Comunicação Social.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

SAI MAIS UM PROCESSO PAGO PELOS CONTRIBUINTES!

Jardim manda processar empresário

O presidente do Governo Regional da Madeira, tal como dá conta uma nota enviada pelo seu gabinete, «mandou processar um conhecido empresário imobiliário, mediatizado pelas suas incursões ambientalistas e partidárias».
Tal como refere a nota enviada pelo gabinete de Alberto João Jardim, «numa carta ao “Diário de Notícias”, o referido (empresário) fala em “podridão jardinista”, pelo que o líder do Governo Regional se sente atingido».

JM

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

GIL CANHA - DIREITO DE RESPOSTA NO DIÁRIO



Mais um direito de resposta no Diário de Notícias da Madeira. Honra lhes seja feita, que publicam; não são como os outros que só depois de condenados pela ERC...

Direito de resposta: Gil Canha esclarece

Em seguimento de uma peça jornalística publicada na página 5, do dia 27 de Janeiro de 2009, onde é referido o meu nome, venho ao abrigo do direito de resposta, solicitar a publicação do texto em anexo:
Numa peça publicada neste jornal, edição de 27/01/2009, página 5, assinada pelo jornalista Emanuel Silva, é referido o meu nome, em alegados factos que me vejo na obrigação de esclarecer:
Efectivamente, o meu falecido pai construiu há cerca de 14 anos um edifício em S. João. Esse edifício foi licenciado pelo presidente da altura, o sr. João Dantas, e pelo vereador do urbanismo, Eng. Rui Alves. Se se justificava algum condicionamento por existir uma capela ao lado, isso era da exclusiva responsabilidade dos cavalheiros acima citados. O Diário levanta suspeitas, mas certo é que o prédio está legal. E mais, quem conheceu o meu pai, sabe que tinha um "defeito": detestava ilegalidades e negociatas.

Relativamente à asfaltagem de um bananal na "Quinta da Nora", o meu pai, desesperado com a falta de água de rega e com a contaminação desta pelos esgotos dos vizinhos (situação que se mantém ainda hoje e para a qual foram alertados por escrito o sr. Secretário do Ambiente e o actual encarregado das levadas do IGA), solicitou no ano de 2001 licença à CMF para construir numa parcela da propriedade um parque de estacionamento. Licença que foi concedida. O Diário insurgiu-se contra esse licenciamento, mas não referiu que o bananal da quinta foi igualmente retalhado por mais uma expropriação do governo do dr. Jardim. No caso da expropriação não foram também bananeiras abaixo, nem se impermeabilizaram terrenos? O Diário também não referiu que a CMF ainda fez aprovar num terreno de bananeiras, pegado à quinta, um mamarracho da responsabilidade da FLAPRO. O Diário escandaliza-se com um estacionamento ao ar livre, mas não com um prédio de vários andares! São critérios...

Para sossego do Diário informo que, depois do falecimento do meu pai, a família Canha apresentou à CMF, em 26/02/03, um estudo prévio para a construção de um lar de terceira idade na dita propriedade e a transformação do dito parque de estacionamento em jardim. Como não era um projecto do sr. Jaime Ramos, nem dos barões do PSD regional, o projecto levou "sopa". Naturalmente que, depois das últimas peripécias, a família Canha não investirá mais um tostão, pois não está para aturar os caprichos da autarquia, as notícias constantes do Diário e as fiscalizações do IMOPPI, chefiado regionalmente por um familiar do sr. Jaime Ramos.

Quanto ao projecto das moradias dos Barreiros, da autoria do falecido Arquitecto João Conceição, sempre direi que, apesar das perseguições da ex vereação da CMF e do IMOPPI, o mesmo passou pelo crivo do Tribunal Administrativo e está devidamente legalizado nas finanças e registado na Conservatória do Registo Predial, ao contrário de muitos empreendimentos que estão para aí "a berrar" com processos no TAFF e no MP, e aos quais o Diário nunca ofereceu honras de 1.ª página.

Termino dizendo que me abstenho de comentar obras de irmãos ou cunhados (até porque tenho uma família extensa e empreendedora), que não cederei nunca a pressões, por mais sórdidas e inconfessáveis que sejam, e continuarei a fazer a denúncia da podridão jardinista e dos seus cúmplices insuspeitos.

Gil Canha

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

PND solidário com Naviera Armas



Com a devida vénia ao Diário Cidade

Na mesma hora em que a Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (APRAM) se encontrava reunida com os responsáveis pela empresa Naviera Armas, com vista a discutirem as regras do licenciamento nas operações de carga e descarga no Porto do Funchal, o Partido da Nova Democracia (PND) convocou uma conferência de imprensa para manifestar a sua solidariedade com a empresa espanhola relativamente aos últimos acontecimentos que ocorreram no porto da capital madeirense.

“A operação do Naviera Armas veio desvendar o roubo que os madeirenses têm sido sujeitos ao longo destes anos, pois vemos que há uma situação monopolista na operação portuária e vemos, ainda, que há uma concertação de preços relativamente aos armadores. Com a operação do Armas verificamos que transportar carga ficou muito mais barato”, salientou o dirigente do PND, Gil Canha.

Esta é a altura ideal, complementou aquele político, “para o povo madeirense saber que estamos a ser explorados na questão do transporte marítimo de produtos para a Madeira”. Gil Canha referiu, também, que espera que o governo regional defenda os interesses do povo madeirense e “não se deixe vergar aos interesses dos armadores, nem do operador portuário que tem o monopólio da operação”.

JT
 
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