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terça-feira, 27 de setembro de 2011

MARINA DO LUGAR DE BAIXO - A OBRA EMBLEMÁTICA DO JARDINISMO

Esta obra da Madeira Nova do Dr. Alberto João Jardim é emblemática. Custou aos contribuintes verbas avultadíssimas que ultrapassaram toda e qualquer previsão inicial e nunca funcionou em condições!

Para além dos muitos milhões gastos desde 2004 nesta obra, que foram alvo de concursos públicos e que ultrapassam os cem milhões de euros (!), temos cerca de cinco milhões gastos nos últimos três anos, por adjudicação directa.

Adjudicante: 511146507 - Ponta do Oeste - Sociedade de Promoção e Desenvolvimento da Zona Oeste da Madeira, S.A.

Para ver melhor o quadro, clicar sobre o mesmo

AJUDEI, AJUDEM-ME!


Apenas alguns dos mais significativos passeios, digo viagens de trabalho, listados no site BASE, onde constam as adjudicações directas (ou seja falta tudo o resto...)

Há muita gente que enriqueceu com a política


Há muita gente que enriqueceu com a política  A sério? Não acredito!

É impossível! Alguma vez seria possível alguém passar de vendedor de sanitas para uma declaração de IRS de 750.000 euros em 30 anos? Impossível! É tudo com muito trabalho!

sábado, 24 de setembro de 2011

INDEPENDÊNCIA JÁ!

A reacção unânime no continente à "ameaça" de Alberto João Jardim é:

IMEDIATAMENTE!



sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O MIJINHAS FOI APANHADO!


Líder da JSD identificado pela Polícia por destruição de propaganda


Cartazes do PND atirados para fundo da ribeira durante a madrugada
 
Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira
 
O líder da JSD, José Pedro Pereira, e outros três elementos desta organização política foram identificados pela Polícia de Segurança Pública (PSP) esta madrugada, no Funchal, como suspeitos de envolvimento na destruição de propaganda eleitoral do PND. A polícia foi alertada telefonicamente por volta das 03h00 da madrugada por elementos do PND que faziam uma ronda de vigilância nocturna, visto que alguns dos seus cartazes tinham sido destruídos no início da semana. O mandatário do PND, Dionísio Andrade, disse ao DIÁRIO que assistiu à destruição dos cartazes por José Pedro Pereira e pelos seus acompanhantes (que se faziam transportar num BMW escuro) e que foi ele próprio quem ligou para o 112 a dar o alerta. Quando a polícia chegou ao local indicado, a Rua 31 de Janeiro, constatou a presença dos quatro elementos da JSD, que negaram a autoria da destruição da propaganda e alegaram que "andavam a passear", embora o agente tenha feito constar no seu auto que "encontrava-se um cartaz no interior da Ribeira de Santa Luzia". Na verdade, dezenas de cartazes, todos do PND, foram atirados para a ribeira ao longo da Rua 31 de Janeiro, Rua 5 de Outubro e junto ao Largo da Autonomia.


Ao longo desta manhã, o DIÁRIO procurou ouvir a versão do líder da JSD, mas sem sucesso. Entretanto, face ao desmentido dos elementos da 'jota' do seu envolvimento na destruição da propaganda, dirigentes do PND anunciaram que vão requerer às autoridades a recolha de impressões digitais nos cartazes, de forma a desfazer eventuais dúvidas sobre a identidade dos autores do acto de vandalismo.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

EXCELENTE PERGUNTA! Os criminosos responsáveis por isto vão ser acusados?


Infelizmente neste país da treta já sabemos a resposta - NÃO! E a culpa é principalmente dos eleitores....

sábado, 17 de setembro de 2011

"UMA FALHA TÉCNICA, UM ERRO CONTABILÍSTICO" - GUILHERME $ILVA

O povo sabe distinguir entre o que é uma falha técnica, um erro contabilístico, daquilo que seria o desvio de dinheiros públicos para fins menos lícitos.

Mais uma magnífica anedota de um deputado que de forma reiterada não cumpre a obrigação de declarar os seus rendimentos no Tribunal Constitucional e que já recebeu milhares e milhares de euros por avenças e processos do governo regional (o que não sendo ilegal é no mínimo imoral...)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Reconhecendo a incompetência da sua governação - Jardim pede a Passos plano de austeridade para a Madeira

Vítor Gaspar revelou hoje que, a pedido de Alberto João Jardim, será desenhado um plano de ajustamento para a Madeira.

Com a devida vénia ao Económico

O ministro das Finanças, ouvido hoje na comissão parlamentar de orçamento e finanças, adiantou hoje que Alberto João Jardim escreveu uma carta a Pedro Passos Coelho a pedir um programa de ajustamento financeiro para a Madeira. "O presidente do Governo Regional da Madeira escreveu uma carta ao primeiro-ministro, pedindo um programa de ajustamento estrutural e de estabilização financeira", declarou Vítor Gaspar.

Em resposta ao PS, o ministro disse também que esse plano é "bem-vindo" e "será desenhado com urgência", não adiantando contudo prazos nem pormenores.

Recorde-se que Alberto João Jardim já tinha reconhecido que as contas públicas da Madeira não estavam saudáveis e que, esta terça-feira, a Comissão Europeia confirmou um desvio na execução orçamental de Portugal este ano, que poderia pôr em causa a meta do défice de 5,9%, devido a 500 milhões de euros de dívidas com empresas da Madeira. Passos Coelho disse mais tarde que este valor já estava contabilizado no desvio de cerca de dois mil milhões de euros identificado pelo Governo nas primeiras semanas em funções. . .

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

MAIS UMA VEZ TODOS OS PORTUGUESES VÃO PAGAR!

Continuam os desvarios económico-financeiros do Rei da Madeira e segundo as notícias de hoje, são mais 277 milhões de euros que os portugueses vão desembolsar... Ainda se fosse para melhorar a vida da maioria dos madeirenses, mas não, vai directo para o bolso de alguns!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

QUANDO A PSP É NECESSÁRIA, NUNCA APARECE!

Ontem, no Funchal, estava aflito para urinar e procurei um carro de polícia, mas nada! Quando são mais precisos, não aparecem!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

AI COITADINHOS, QUE VÃO FICAR NA MISÉRIA!

Alberto João Jardim e Miguel Mendonça foram notificados pela Caixa Geral de Aposentações (CGA) para devolverem os valores das pensões que acumulam com as respectivas remunerações pelo exercício do cargo, respectivamente, de presidente da Assembleia Legislativa e do Governo Regional. Mas não são os únicos.

Com a devida vénia ao Público
O presidente da Assembleia Regional pediu um parecer jurídico                                   

O presidente da Assembleia Regional pediu um parecer jurídico (Foto: Nelson Garrido)

A comunicação foi feita a quatro dezenas de entidades públicas regionais, incluindo cinco deputados e três governantes, presentemente em violação do novo regime que proíbe a contratação directa de aposentados para funções no sector público.

A CGA reclama ser ressarcida da totalidade das pensões recebidas indevidamente desde 1 de Janeiro, data da entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 137/2010, que conferiu nova redacção aos artigos 78.º e 79.º do Estatuto da Aposentação, alterando substancialmente o regime de exercício de funções no sector público por aposentados, reformados e pensionistas da Caixa Geral de Aposentações. No caso de Jardim ou de Mendonça, com uma reforma de 4100 euros, o montante a devolver por cada um ultrapassa os 24 mil euros, uma vez que não é posto em causa o anterior limite à acumulação do vencimento com um terço da pensão, ou vice-versa, fixado pela Lei n.º 52-A/2005 que, tal como a extinção das subvenções vitalícias, nunca foi aplicado na Madeira.

O novo regime, como recorda a CGA no ofício enviado no final de Maio aos políticos madeirenses prevaricadores, caracteriza-se pela proibição de acumulação, total ou parcial, da pensão com a remuneração pelo exercício de funções no sector público. O novo decreto, aprovado no âmbito do Orçamento do Estado para 2011, abrange, além dos órgãos e serviços do Estado, os serviços da administração central, regional e local, directa e indirecta, e ainda as empresas públicas e entidades públicas empresariais do Estado, regiões autónomas e autarquias locais.

Dez dias para optar

A CGA deu um prazo de 10 dias às personalidades madeirenses, em situação de acumulação de pensão e remuneração não consentida pelo referido decreto-lei, para comunicar a sua opção quanto à prestação cujo pagamento pretendem ver suspenso: se o ordenado ou a pensão. Na falta de resposta, a CGA adverte que procederá à suspensão da pensão.

Miguel Mendonça, um dos notificados, discorda do procedimento da CGA. "A minha reforma da função pública é acumulável com a remuneração das funções políticas que exerço", garantiu ontem ao PÚBLICO, invocando um parecer nesse sentido elaborado, a seu pedido, pelo constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia. "O que não é acumulável é a subvenção vitalícia dos antigos deputados com a remuneração do exercício de funções públicas", acrescenta Mendonça.

Em resposta à CGA, idêntica à dada por outros três deputados do PSD (Carmo Almeida, Gabriel Drumond e Ivo Nunes que contestaram a notificação acatada pelo deputado do PS, André Escórcio), Mendonça considera que o ofício da Caixa "decorre de qualquer programação estandardizada" que considera situações alegadamente não abrangidas pela lei ou então de "manifesto equívoco".

Por isso Mendonça exige a suspensão do prazo dado pela CGA, cujo ofício diz ter "dificuldade ou impossibilidade de considerar como notificação de qualquer decisão". Em sua defesa, citando um dos argumentos constitucionais de Bacelar Gouveia, alega que "os direitos dos titulares dos órgãos de governo próprio da região devem constar do respectivo Estatuto Político-Administrativo, que, no caso da Madeira, bloqueia esta questão e a das subvenções vitalícias ou do regime de incompatibilidades com o seu artigo 75.º: "O estatuto remuneratório constante da presente lei não poderá, designadamente em matéria de vencimentos, subsídios, subvenções, abonos e ajudas de custo, lesar direitos adquiridos."

Assim, sem atender às circunstâncias excepcionais de crise que determinaram as medidas de austeridade que atingem todos os portugueses, Mendonça conclui que "os titulares de cargos políticos não podem ser privados de um direito que também é constitucional - o direito à pensão de aposentação". Por fim, ameaçando proceder criminalmente por violação do regime de responsabilidade civil extracontratual do Estado, requer que seja facultada a identificação dos funcionários que tenham desencadeado ou intervindo neste procedimento da CGA.

terça-feira, 22 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

Roubo aos madeirenses

Projecto do aterro na baía do Funchal foi entregue a antiga empresa de governantes

Com a devida vénia ao Público
Por Tolentino de Nóbrega

Presidente do Governo regional, Alberto João Jardim, acusado de desviar verbas para a reconstrução de zonas afectadas pelos temporais para projectos "megalómanos"

O projecto para o aterro do Funchal, contra o qual decorre uma petição à Assembleia da República, foi adjudicado por 1,5 milhões à Norvia Prima. A construção, no local do depósito provisório dos inertes do temporal, de um cais de acostagem de navios de cruzeiro e de uma marina tem um custo superior a 40 milhões de euros retirados das verbas para a reconstrução das zonas afectadas.

A petição, ontem com mais de mil subscritores, apesar dos ataques informáticos, propõe a revisão da lei de meios para a reconstrução para evitar que as verbas para as zonas afectadas pelas intempéries sirvam para a destruição da baía do Funchal. A acção foi lançada pelo grupo de cidadãos promotor do cordão que reuniu duas mil pessoas em protesto contra a intenção de Alberto João Jardim de construir - "grite quem gritar" - um cais de acostagem de navios de cruzeiro e uma marina no local do aterro.

"Os impostos dos portugueses não podem ser gastos em obras megalóma- nas, promovidas, projectadas e realizadas por especialistas cujos currículos estão afixados no sorvedouro de dinheiros públicos conhecido por marina do Lugar de Baixo", diz o documento. Trata-se de uma obra nova e não de uma reconstrução, que "destrói em definitivo a praia junto à Avenida do Mar", e que "poderá tornar ainda mais problemático o escoamento das ribeiras em momentos de cheia".

"Roubo aos madeirenses"

A petição alega que "um cais em mar aberto terá grandes restrições de operacionalidade nos meses de maior frequência de navios de cruzeiro" e que as intervenções ameaçam descaracterizar a baía do Funchal. O líder do PND, Baltazar Aguiar, classificou como "roubo aos madeirenses" o contrato do Governo regional com uma empresa que foi criada na década de 1980 pelo ex-secretário do Equipamento Social Jorge Jardim Fernandes, e pelo seu sucessor, Santos Costa. O "negócio escandaloso" é criticado pelas ligações e pelo valor envolvido.

A Norvia Prima - agora detida por Jaime Ramos, secretário-geral do PSD regional, Luís Miguel Sousa, concessionário exclusivo das operações portuárias, e Avelino Farinha, maior adjudicatário de obras públicas na região e dos ajustes directos da reconstrução - subcontratou para o projecto do aterro a WW-Consultores de Hidráulicas e Obras Marítimas, responsável pela polémica marina do Lugar de Baixo, encerrada há anos por questões de segurança. A marina do Lugar de Baixo, promovida por uma das sociedades de capitais públicos criadas por Alberto João Jardim para contornar a norma de endividamento nulo imposta às regiões autónomas e municípios, custou inicialmente 29,7 milhões de euros. Mas sucessivas intervenções para corrigir erros de localização e obras de estabilização do talude elevaram a factura para cerca de 50 milhões. Com o concurso para a construção de uma protecção frontal ao actual molhe, lançado pelo Governo regional com um preço base de 20,5 milhões, ficará pelo menos em 70 milhões de euros.

AFINAL, HOJE É DIA 1 de ABRIL!

quarta-feira, 9 de março de 2011

O que falta na sondagem do DN Madeira?



Sondagem Actualidade
O que deve mudar já no Marítimo?

Presidente
76%

Treinador
9%

Accionistas da SAD
8%

Jogadores
4%

Nada
3%

Se estivesse qualquer coisa como "AJJ deixar de se imiscuir nos assuntos do clube", palpita-me que seria a alternativa mais escolhida!

sábado, 5 de março de 2011

O QUÊ? O TIO ALBERTO TAMBÉM?


O afã dos rapazes do JM em encher as edições de fotos do chefe, às vezes dá nisto!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

AI QUE COISA TÃO LINDA!


As paragens de autocarro em Lisboa estão cheias de cartazes destes!

Mais dinheiro deitado à rua... Ao grafismo confuso, e à "cacafonia" das cores, junta-se a utilização predominante no centro do verde e amarelo.

Consequência: as pessoas com quem tenho falado desconhecem quase totalmente tratar-se do Carnaval da Madeira e pensam que era alguma publicidade do Brasil!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

PND denuncia ligações perigosas nos projectos relacionados com o aterro

Na Madeira Nova, não há dinheiro para subvencionar os que perderam tudo ou quase tudo no temporal de 20 de Fevereiro do ano passado, mas há dinheiro para negociatas dos protegidos do regime. Estes continuam a prosperar, até à conta das desgraças.

VALOR DO PROJECTO DO ATERRO DAVA PARA REMOVÊ-LO



Negócio de 1,5 milhões de euros envolve empresas ligadas a governantes e ex-governantes

O líder do PND-Madeira, Baltasar Aguiar, classificou como "roubo aos madeirenses" o "negócio de um milhão e meio de euros feito entre o ex-secretário regional do Equipamento e o novo secretário regional do Equipamento", Santos Costa e Jorge Jardim Fernandes, respectivamente, para o projecto de arquitectura e engenharia às três ribeiras que desaguam junto ao aterro do Funchal.


Segundo garantiu este dirigente político, a adjudicação foi feita à Norvia Prima, uma empresa à qual estão ou estiveram ligados os dois responsáveis já citados. Para Baltasar Aguiar, trata-se de um "negócio escandaloso", não só por tais ligações como também pelo valor envolvido, o mesmo custava a remoção dos inertes do aterro. Por isso, o PND fez uma declaração de guerra a esta opção: "Se for necessário pegarmos nestas pedras para enfrentar os tubarões deste regime, que numa época de fome andam a fazer estas negociatas escandalosas, vamos andar à pedrada".
 
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