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sábado, 13 de julho de 2013

A "privatização" da praia perto da Quinta do Lorde



Trata-se tão somente de mais uma ilegalidade, sobre as ilegalidades cometidas com a construção deste empreendimento. Mas enquanto os madeirenses não correrem com a clique de Alberto João Jardim tudo continuará a ser permitido aos amigos deste!

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira, que apesar das vicissitudes, não se verga!

Bandeira pirata hasteada nas proximidades da praia da Quinta do Lorde

Acto de protesto do PND visou "chamar a atenção para os piratas dos novos tempos"

A 'Nova Democracia' hasteou ao final da manhã uma bandeira pirata nas imediações da praia em frente à Quinta do Lorde como forma de protesto por este resort estar a exigir 15 euros a cada madeirense que queira aceder e utilizar como zona balnear aquele espaço do domínio público marítimo.

Com o objectivo de "chamar a atenção para os piratas dos novos tempos que se vão apropriando de recursos e de espaços que não são seus", Hélder Spínola e restante comitiva tentou chegar à 'praia privada', acedendo através da costa litoral, mas acabou por ser barrado por um segurança e um funcionário da unidade turística.

Ainda assim ficou o acto de protesto, com o deputado do PND a condenar a exorbitante tarifa cobrada e a acusar o promotor de querer apenas "afugentar e afastar os madeirenses de um espaço que a Quinta do Lorde quer que seja seu e usá-lo em exclusivo para benefício próprio.
O PND promete não se ficar por aqui no que diz respeito a esta polémica. Hélder Spínola sustenta que foram já pedidos esclarecimentos à Capitania do Porto do Funchal, para se apurar "qual é o enquadramento legal que está a ser usado para permitir esta apropriação. Vamos aguardar e depois vamos ver que medidas a tomar", concretizou.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

PND distribui sexta-feira 4 mil euros em cabazes de Natal

 

Deputado diz que esta é uma forma de devolver à população as verbas do jackpot parlamentar

O PND vai distribuir sexta-feira de manhã, pelas 10h30, em frente à Assembleia Legislativa da Madeira, cerca de quatro mil euros em cabazes de compras. A iniciativa foi anunciada, pelo deputado Hélder Spínola, durante a acção de entrega de um donativo de 219 euros à Associação de Surdos e que vai servir para completar a verba necessária para a compra de uns óculos especiais a um jovem com deficiência visual que é apoiado pela instituição.

"Nós não estamos aqui a dar nada. Estamos é a devolver parte das verbas que são transferidas para os partidos políticos da Assembleia Regional e que atingem um valor de 5,3 milhões de euros por ano, o que representa uma contribuição de cada madeirense de 20 euros por anos. Estamos a devolver parte dessa verba que nós entendemos que foi mal atribuída à Assembleia, pois a sociedade tem outras prioridades, nomeadamente ajudar estes heróis da vida", disse o parlamentar do PND, após entregar um cheque ao presidente da Associação de Surdos, cujo âmbito de acção vai além da ajuda aos portadores de deficiência auditiva.

Hélder Spínola recordou que o PND já propôs a redução do denominado 'jackpot' que é transferido para os partidos, mas "o PSD e o Governo Regional nunca quiseram corrigir a situação". Por outro lado, sublinhou que é errado "mascarar de solidariedade" a devolução de verbas à população, como fazem outros partidos. "Quem entrega este dinheiro dizendo que está a dar o seu contributo para ajudar alguém, não está a fazer solidariedade, porque este dinheiro não é seu", rematou o porta-voz do PND.
 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

PND perseguido pelo Ministério Público


Em Portugal, quem luta contra políticos que gastam o dinheiro dos contribuintes em proveito próprio, como neste caso, acaba perseguido pelo Ministério Público.

Para quem esteja mais desatento, a questão é Alberto João Jardim gastar impostos pagos pelos portugueses a financiar o Jornal da Madeira (para 2013, pelo menos 4,7 milhões de euros - pág 129) que está exclusivamente ao seu serviço, enquanto a pobreza se vai espalhando.

Ministério Público acusa candidatos do PND que invadiram Jornal da Madeira no ano passado

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

PND - Nota de Imprensa - Moção de Jardim



1) O PND leu com verdadeira delícia a moção do Dr. Alberto João Jardim, modestamente denominada “Realizar a Esperança”, mas que é no fundo o anúncio do parto da independência da Madeira.

2) O PND verifica que o Dr. Jardim se mantém na delirante rota do “P´rá frente sempre”, mesmo quando pela frente tem um abismo.

3) O PND deseja informar o Dr. Jardim que os seus delírios e alucinações, apesar da sua provecta idade, já têm cura, segundo estudos científicos desenvolvidos pela Universidade Italiana de San Cirilio.

4) Finalmente, o PND pede a todos os militantes conscienciosos do PSD-M que ajudem à cura do grande empregado da política que é o Dr. Jardim, apoiando-o em todas as suas justificadas necessidades. Contrariar o doente é perigoso.

Funchal, 1 de Outubro de 2012

A Direção do PND

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

NÃO GOSTAM DE OUVIR AS VERDADES, POR ISSO FOGEM!


Governo não ouve PND

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Já começou a sessão de encerramento do debate do Programa do XI Governo Regional, com o Governo a protagonizar o primeiro episódio menos feliz. Assim que a deputada do PND, Rubina Sequeira, subiu ao palanque para fazer a sua intervenção, todos os membros do Governo Regional abandonaram o hemiciclo.


A deputada aproveitou a intervenção para denunciar as agressões, recentes, a dirigentes do seu partido que diz terem sido da responsabilidade de "capangas" a soldo da JSD e do PSD. Rubina Sequeira desafiou o "governo fantasma" a demitir-se, depois de ter apresentado uma "porcaria de programa".

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A VERDADEIRA OPOSIÇÃO AO JARDINISMO

Hoje, mais uma vez ficou muito claro quem faz oposição ao jardinismo.

O nervosismo que os neo-nazis demonstraram ao longo do dia por várias ocasiões, sempre que se deparavam com militantes do PND não engana. Eles sabem bem quem os incomoda e também quem se acomoda.

E não vale a pena virem com ameaças, que fazem e acontecem a partir de segunda-feira, porque estão frente a pessoas que já demonstraram em variadíssimas ocasiões a sua frontalidade e coragem. Não desistem e nunca desistirão enquanto não derrubarem este regime podre.

A quase mil quilómetros de distância, a minha homenagem a todos os militantes do PND Madeira!

NATO BOMBARDEIA A QUINTA DA VIGIA - Tempo de antena PND

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

10 horas de protesto no JM


O protesto durou 10 horas. "Vamos passar da legítima defesa à acção directa. Vamos entrar no 'Jornal da Madeira', vamos-nos barricar aqui dentro enquanto não formos ouvidos pelo vice-presidente do Governo Regional ou pelo senhor bispo do Funchal. Daqui não sairemos".


Foi esta a frase-bomba proferida pelas 10h10 pelo deputado do PND e candidato, António Fontes que abriu o apetite para uma jornada recheada de episódios mediáticos. Às 20h15, à horas dos telejornais, Baltazar Aguiar regozijou-se por ter alertado o país "para a maior trafulhice política eleitoral".

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

A convocatória para a iniciativa política do PND tinha sido feita para a Rua do Ribeirinho, em frente ao 'Anadia', mas depressa António Fontes, Hélder Spínola, Eduardo Welsh, Baltazar Aguiar, Dionísio Andrade, Gil Canha, Joel Viana e Márcio Amaro ('Bexiga') rumaram ao JM.

Da declaração política à acção foi uma passo. Os candidatos, acompanhados pelos jornalistas tentaram aceder à redacção do JM. Os jornalistas foram expulsos do edifício pelo gerente-executivo, Rui Nóbrega, mantendo-se os candidatos no interior. Pela porta exterior do edifício foram visíveis empurrões.

Pouco depois, Rui Nóbrega veio pedir desculpa aos jornalistas e justificar a exaltação: "Eu nunca entrei na casa de ninguém sem permissão, não aceito nem admito", disse considerando a "intromissão abusiva, descarada, inadmissível" por não ter havido autorização prévia da gerência para aceder às instalações.

Lá dentro, os candidatos não arredaram pé e a PSP foi chamada ao local. Por volta das 12 horas, associou-se à luta do PND, o líder do PTP, José Manuel Coelho que estacionou o carro e passou a ser o 'speaker' da jornada. As televisões assentaram arraiais e fizeram directos. Populares e curiosos compuseram a Rua Fernão de Ornelas.

Pelas 12h30 um comunicado do PND reforça os motivos da iniciativa: "defender a pluralidade da informação e o fim da 'batota eleitoral'" fase à "omissão e cobardia de todos os responsáveis políticos nacionais".

Começaram as movimentações policiais. O chefe da PSP, António Carneiro veio clarificar que tecnicamente, os 8 elementos não estavam 'barricados' pois a redacção do JM estava a funcionar.

O cabeça-de-lista do PAN, Rui Almeida foi o segundo a solidarizar-se com a luta. Por ali passou também Raimundo Quintal. Os operacionais do PND que ficaram fora ostentaram uma faixa 'Abaixo a ditadura'. A carrinha da BIR posicionou-se ao cimo da Fernão de Ornelas e, entre os populares, elementos da PSP à paisana. Por volta das 15 horas chegou o comandante interno da PSP, Oliveira Martins que esteve cerca de uma hora mas não conseguiu convencer os manifestantes.

A comitiva do PS, liderada por Maximiano Martins, tentou mediar o conflito mas nem chegou a entrar nas instalações do JM. Fez uma declaração política e dirigiu-se ao Palácio de São Lourenço mas também não foi recebida por Ireneu Barreto.

A candidatura do BE, de passagem pela Fernão de Ornelas, solidarizou-se com a luta mas não com o método, responsabilizando Jardim por este tipo de episódios.

Por volta das 18h30, Tomás Freitas, do PND, levou comida aos 'barricados'. Até à hora da saída (20h15) houve negociações. Por essa hora os 8 elementos do PND saíram das instalações do JM com o braço no ar, com o V de vitória.

A Empresa JM (EJM) formalizou uma queixa-crime junto da PSP pela ocupação do edifício mas terá esbarrado numa questão formal uma vez que o legítimo proprietário do edifício é a Diocese do Funchal. Esta, por seu turno, por intermédio do comandante da PSP, manifestou a intenção de não apresentar queixa o que retirou à PSP a legitimidade para intervir usando a força. À noite a Diocese, explicou, em comunicado, por que não apresentou queixa.

Entretanto, os 'trabalhadores do JM' emitiram um comunicado, no qual lamentam que "em plena democracia ainda ocorram acontecimentos dignos do PREC, em que a liberdade de imprensa é ameaçada por uns indivíduos" que "invadiram a redacção deste matutino, sem respeito nenhum por quem trabalha" e que o momento de campanha "não justifica tudo".

Das 11h30 às 20h15: PTP em solidariedade ao longo de todo o dia


O Partido Trabalhista (PTP) animou as hostes enquanto os elementos do PND estiveram 'barricados'. Ao longo do dia Coelho proferiu palavras de ordem e de encorajamento à acção do PND. "O medo acabou", disse José Manuel Coelho. "A próxima invasão será aos tribunais", vaticinou.

A "luta corajosa" dos "camaradas do PND" foi aplaudida. O regime jardinista foi atacado. Por ter instrumentalizado o "Jornal da Igreja" para fazer "manipulação da informação". Por estar "ao serviço do regime e não do Evangelho".

José Manuel Coelho reiterou que não existe pluralismo no JM que faz concorrência desleal à outra imprensa, na medida em que é distribuído de graça.

Coelho criticou o facto dos órgãos de soberania se terem demitido das suas funções. "Onde está o Presidente da República e o Representante da República?" , perguntou. Instituições que, a par dos tribunais, deviam agir para entregar o JM à Igreja. Pois representam o Estado de Direito Democrático e a legalidade.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A JSD EM ACÇÃO....

Cartazes do PND deitados ao chão

Os cartazes que o Partido da Nova Democracia colocou, durante a última madrugada, na baixa do Funchal, apareceram no chão e alguns dentro das ribeiras. Um acto de vandalismo que é documentado nas fotos.


Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Hélder Spínola, cabeça-de-lista pela Madeira, queixou-se desta atitude "anti-democrática" e lembrou que estes actos são puníveis com pena de prisão. O candidato do PND, numa acção de campanha que decorreu no Jardim Municipal, no Funchal, desafiou o líder do PSD-M, Alberto João Jardim, "para que não restem dúvidas", a vir a público "demarcar-se" destes actos.


Foi já apresentada uma queixa-crime na PSP, sendo que os dirigentes do PND desconfiam da acção de "um grupo da JSD". "Isto é uma coisa estranha. Parece que o PND chateia a ladroagem que desceu à cidade e só destruiu a nossa propaganda. Como é possível que se danifiquem 300 cartazes sem a Polícia ver?", questionou Baltasar Aguiar. A colocação da propaganda em causa, onde surge a caricatura de Alberto João Jardim a levar com uma moca na cabeça, decorreu até às 02h30 da madrugada, tendo os cartazes desaparecido de artérias centrais como Fernão Ornelas, Oudinot, Visconde Anadia ou 5 de Outubro.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

COMUNICADO PND LISBOA - Estão a tentar restringir a Liberdade


Hoje provou-se que Portugal já vive num clima de pré-ditadura.

A Comissão Nacional de Eleições permite debates a cinco nas televisões quando há 17 concorrentes. Apesar das queixas não toma medidas.

A Comissão Nacional de Eleições permite que Governantes façam inaugurações eleitoralistas a pouco dias da votação e nada faz quando recebe queixas.

A Comissão Nacional de Eleições não garante a liberdade de expressão daqueles que se opõem aos cinco partidos do sistema e habitualmente nunca julga em tempo útil as queixas que são feitas.

Onde estava a Comissão Nacional de Eleições quando o presidente do Governo Regional da Madeira chamou bastardos e filhos da puta a jornalistas?

Mas hoje, a C.N.E. foi célere em querer exercer censura sobre o PND por causa de um tempo de antena feito com humor, onde se criticam alguns tiques ditatoriais do regime madeirense, mas que se podem extrapolar para o continente, onde também há perseguições políticas e tentativas de silenciamento.

Há claramente por parte da C.N.E. dois pesos e duas medidas, mas não nos vão conseguir calar.

Não desistimos e pela nossa parte faremos guerra total a este sistema. Um sistema que nos tentou silenciar afastando-nos dos debates televisivos . Um sistema que agora nos tenta calar censurando os tempos de antena. Um sistema que na Madeira já coloca a polícia a seguir e vigiar cidadãos honestos só porque ousam manifestar-se contra as ditas inaugurações eleitoralistas. Repetimo-lo: da nossa parte terão guerra total.

domingo, 22 de maio de 2011

TEMPO DE ANTENA PND - COMEÇOU A REVOLUÇÃO

PND "encolhe" Sócrates e Passos Coelho para defender cortes na classe política

Os responsáveis do Partido Nova Democracia (PND) "encolheram" hoje simbolicamente os líderes socialista e social-democrata para defender o corte para metade da classe política, antes de um jantar-convívio, em Lisboa, com cerca de 40 pessoas inscritas.


"Estes dois bonecos que aqui tenho simbolizam uma das principais bandeiras políticas do PND, que vimos defendendo desde sempre: a diminuição de toda a classe política para metade", disse à Lusa o cabeça de lista do PND por Lisboa às Legislativas de 05 de junho, João Carvalho Fernandes.

O membro da direção do PND, gestor de empresas de 49 anos e antigo elemento da Juventude Centrista, defendeu um Parlamento com apenas 115 deputados, face aos atuais 230, acrescentando que os postos de secretários de Estado e de assessoria deviam igualmente ser "cortados".

Com a devida vénia à RTP
 
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