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sábado, 15 de agosto de 2009

O Porto do Funchal

Uma carta de um leitor do DN que espelha bem o que se está a passar... Qualquer dia navios, nem vê-los....

Comm a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

O nosso Porto está a sofrer melhoramentos necessários, é uma porta de entrada na Região, que estava em muito mau estado. Fala-se em 13 milhões de euros como o montante gasto nesta obra, será? Alguém o dirá.

Depois da promoção da Madeira num passado recente em Miami (Florida), fiquei admirado de a Sra Secretária do Turismo e Transportes aumentar taxas, D.N. 09.08.05, sendo o Porto do Funchal um dos mais caros nesta área do Atlântico, segundo as agências de viagens.

As novas taxas abrangeram os bomboteiros que vendem todo o tipo de produtos e deixam de fora os regionais. O que é lamentável.

As novas taxas iram abranger os taxistas? que só cobram até ao centro (Rotunda Sá Carneiro) 7,50€? Passará talvez para 10,00€. Ou mais?? Como comentaram os passageiros e tripulação do "Pacífic Dream", na sua maioria portugueses e espanhóis, dizem que é uma especulação vergonhosa à vista das autoridades policiais. De outros barcos, os passageiros, com destaque para os italianos, optam por vir a pé até ao centro. Dizem que nem no terceiro mundo isto acontece. Famosa Promoção Turística faz a Madeira.

Os passageiros são informados a bordo pela tripulação que fora do Porto os Táxis são mais baratos, e têm taxímetro.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

OS INCOMPETENTES VOLTAM A ATACAR - N. SOUSA

Carta publicada hoje no Diário de Notícias da Madeira

Imoral. Indecente. São adjectivos que parecem leves para descrever o atentado que está a ser cometido no cais norte do porto do Funchal.

O projecto da obra do auto-silo que está a ser construído nunca foi publicamente apresentado. Muito menos discutido. Mas o monstro cresce. Ganha uma volumetria assustadora, totalmente inestética e absolutamente aberrante. A extensão horizontal da obra era já de si muito polémica e discutível, na medida em que poderia impor limitações à operacionalidade dos navios que atracam naquele cais.

Restava saber se, em altura, o monstro cresceria acima dos 2 pisos já construídos.

Dito e feito. O 3º piso avança mesmo a grande ritmo e uma parede de betão tapará para sempre a vista para o mar e para os navios a partir da Avenida Sá Carneiro. Aquela vista que todos nós, desde pequeninos, nos habituámos a desfrutar desde a zona das Vespas e arredores vai mesmo desaparecer.

Lentamente uma das zonas mais nobres e com maior potencial da cidade do Funchal - a nossa porta de entrada - vai sufocando e agonizando. Enfim, não há muitas palavras... Estou triste, profundamente triste, por constatar que, por um lado, os nossos governantes vivem num mundo à parte, completamente alheados do bom senso e das mais básicas regras urbanísticas e paisagísticas, e, por outro, que todos nós, amantes do Funchal, do seu magnífico porto, da actividade náutica e turística, das vistas largas, dos horizontes amplos, fomos incapazes de impedir mais este inacreditável atentado.

Exactamente as vistas e os horizontes largos que os que comandam os nossos destinos não conseguem nem nunca conseguirão ter. Deviam ter vergonha por estar a hipotecar tanto potencial comum.

Mas vindo da Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento (qual desenvolvimento?) era de esperar tudo. Senão veja-se os exemplos do infelizmente famoso poço dos Reis Magos ou do ridículo projecto da promenade da praia Formosa. Inclusive no caso deste último, a incompetência na execução da obra veda-nos a todos, há 4 anos seguidos, o acesso às três magníficas praias a poente. Só mesmo na Madeira - terra da pacatez e do deixa andar.

Esta terra é de facto miserabilista e com horizontes de futuro muito curtos e limitados. Não há orgulho que resista...


N. Sousa

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

NAVIERA ARMAS & TRANSPORTE MARÍTIMO

Já repararam que de repente está tudo a falar do roubo que são as taxas cobradas ao transporte marítimo na Madeira? Nos custos acrescidos que os produtos têm pelo monopólio existente há largos anos, que tem beneficiado uns poucos enquanto os do costume que têm permitido a situação se queixam de falta de apoio do continente a quem tem custos de insularidade?

Mas a situação já existe há muitos anos e alguns partidos já tinham falado anteriormente no problema...

É esta a diferença entre eficiência e eficácia...

EFICÁCIA

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

AFINAL, PARECE QUE OS "AGITADORES" TINHAM RAZÃO

Estude, estude, minha senhora. Com muito estudo pode ser que disfarce a sua proverbial incompetência!

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Operação Portimão: Armas diz que está a cumprir com a regulamentação em vigor
Armador diz que a partir de Junho poderá ter duas viagens semanais
Data: 22-01-2009

António Meda Armas, vice-presidente da Naviera Armas, disse ao DIÁRIO que se encontram solucionados os 'problemas' suscitados recentemente por entidades oficias e/ou por representantes de outros operadores de carga marítima, quanto ao transporte de carga rodada no 'ferry' que efectua as ligações semanais para o Algarve.

O 'Volcán de Tijarefe' vai continuar a transportar carga nos itinerários de Portimão para o Funchal, e em sentido inverso também, ao abrigo da licença que a companhia obteve das autoridades portuguesas, que permite o embarque e desembarque de contentores ou atrelados, desde que estejam colocados sobre rodas, sem limitação de quantidade. António M. Armas diz que a companhia está bem ciente das obrigações que tem e que nunca foi sua intenção causar problemas de trânsito no Porto do Funchal, nem tão-pouco criar bloqueios no tráfego citadino. O que será tido mais em atenção, a partir de agora, é uma maior fluência do tráfego, no desembarque dos contentores rodados, o que até nem é da responsabilidade do armador, mas sim das empresas que recebem ou despacham essa carga. Nada obriga a que os meios propulsores, a denominada cabeça do camião, viaje no 'ferry', desde que no porto de destino existam em número suficiente para proceder ao desembarque e transferência da dita carga rodada, em condições que evitem o bloqueio de tráfego ou excessiva confusão no trânsito normal de viaturas.

António M. Armas não vê explicação para os problemas que foram criados no último fim-de-semana no porto do Funchal, porque tudo o que a companhia canária tem feito está de acordo com a licença que lhe foi atribuída e segue a prática de outros 'ferries' em portos europeus, onde, naturalmente, vigoram as mesmas directivas comunitárias que regulamentam o sector.

Conceição Estudante, secretária regional do Turismo e Transportes, em conferência que ontem concedeu em Lisboa, no âmbito da Bolsa de Turismo, tinha classificado de ficção os movimentos anormais que se verificaram no Porto do Funchal, classificando-o como proveniente de um grupo de agitadores, que pretenderam colocar em causa o bom relacionamento que o operador canário tem com a Região. A propósito, Conceição Estudante disse que o 'ferry' transportou no ano passado cerca de 20 mil passageiros para a Madeira. Metade deste movimento, explicou a secretária regional, pode ser considerado como entrada de turistas.

O vice-presidente da Armas que está também em Lisboa, na Bolsa de Turismo, disse ao DIÁRIO que têm prosseguido contactos com parceiros portugueses, nos segmentos de viagens e de transitários, com vista ao crescimento da operação entre Portimão e o Funchal. Se a procura aumentar e justificar, a Naviera Armas está preparada para aumentar para duas viagens semanais, na rota Canárias-Portimão, com escala no Funchal, sendo que o grande movimento terá como destino os portos portugueses.

PND diz que Estudante é «bi-secretária»



O PND quer saber porque razão a Naviera Armas não pode transportar mercadorias em atrelados rodados. “O que quero perguntar à APRAM [Administração de Portos da Madeira] é o seguinte: porque é ilegal transportar mercadorias em atrelados dentro do Armas e não foi ilegal durante quase dez anos fazer esse transporte dentro do Lobo Marinho”, questionou Baltazar Aguiar.

Com a devida vénia ao Diário Cidade

O deputado do PND, que acusou Conceição Estudante de ser “bi-secretária” do Turismo e Transportes e do Grupo Sousa, não entende porque acontece tal situação, sobretudo porque ultimamente aquele ‘ferry’ através do transporte de mercadorias tem trazido para a Região alguma concorrência ao nível de preços e com isso baixado de forma “significativa” o custo das frutas e produtos hortícolas.

“Esta carreira está-se a revelar fundamental para os madeirenses e o nosso dever é defender em primeiro lugar os interesses de todos”, sustentou o deputado do PND, que substituiu José Manuel Coelho nos trabalhos parlamentares.

S.G

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

PND solidário com Naviera Armas



Com a devida vénia ao Diário Cidade

Na mesma hora em que a Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (APRAM) se encontrava reunida com os responsáveis pela empresa Naviera Armas, com vista a discutirem as regras do licenciamento nas operações de carga e descarga no Porto do Funchal, o Partido da Nova Democracia (PND) convocou uma conferência de imprensa para manifestar a sua solidariedade com a empresa espanhola relativamente aos últimos acontecimentos que ocorreram no porto da capital madeirense.

“A operação do Naviera Armas veio desvendar o roubo que os madeirenses têm sido sujeitos ao longo destes anos, pois vemos que há uma situação monopolista na operação portuária e vemos, ainda, que há uma concertação de preços relativamente aos armadores. Com a operação do Armas verificamos que transportar carga ficou muito mais barato”, salientou o dirigente do PND, Gil Canha.

Esta é a altura ideal, complementou aquele político, “para o povo madeirense saber que estamos a ser explorados na questão do transporte marítimo de produtos para a Madeira”. Gil Canha referiu, também, que espera que o governo regional defenda os interesses do povo madeirense e “não se deixe vergar aos interesses dos armadores, nem do operador portuário que tem o monopólio da operação”.

JT

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

NAVIERA ARMAS / PORTO SANTO LINE

Uma interessante comparação que é feita no blogue Cruise & Tall Ships in Funchal - Madeira:

Preços praticados pela Naviera Armas nas Canárias:
Viagem ida e volta de ferry, entre as capitais Las Palmas e Tenerife. Duração de uma viagem, 3 h a uma velocidade de 23 nós.
2 pessoas + carro = 62,00€ (ida e volta)
4 pessoas + carro = 95,00€ (ida e volta)

Viagem de ida e volta entre Funchal e Porto Santo, 1 pessoa, no ferry "Lobo Marinho" € 52,00 em Janeiro 2008.
(O ferry "Lobo Marinho" tem uma velocidade de 21 nós).


A minha conclusão: mais um monopólio que prejudica a Madeira - é uma vergonha que por um custo/milha ou km mais baixo cerca de 15 a 20% os espanhóis transportem duas pessoas e um carro enquanto a Porto Santo Line cobra o mesmo por apenas um passageiro!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

PREOCUPAÇÕES SELECTIVAS

Parece que a associação de armadores está muito preocupada com o facto de o Naviera Armas transportar mercadorias.

Mas enquanto foi a Porto Santo Line a fazê-lo, nunca se ralaram...

DIREITO DE RESPOSTA DE BALTASAR AGUIAR AO DN-M



Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Em relação à notícia publicada ontem sobre a operação da Naviera Armas no porto do Funchal recebemos o seguinte direito de resposta do deputado do PND.

"Depois de um reconfortante e demorado silêncio, o DN-Madeira, para desenfastio, falou de mim. Fê-lo num artigo intitulado "Denúncia de Armadores põe "Armas" em cheque", publicado na página 27 da edição de Domingo, 18.01.2009, com a referência de que eu, supostamente, havia tornado pública uma denúncia feita pela Associação Nacional dos Armadores junto do IPTM, que terá estado na base de uma "confusão" que se instalou porto do Funchal no passado sábado. Tenho a dizer que não divulguei aquela denúncia, nem dela tinha conhecimento. Aliás, muito dificilmente poderia aceitar o encargo (decerto muito lucrativo) de ser "pombo correio" da Associação Nacional dos Armadores, pela simples razão de que a minha acção política me conduziu a posições totalmente contrárias aos interesses dos armadores e às conveniências que se acomodam nessa suposta denúncia. Se o DN-Madeira me tivesse contactado (o MTC tem o meu n.º de telefone) facilmente teria percebido que não transmito denúncias dos armadores (especialmente denúncias contendo ameaças de hipócritas e surrealistas queixas à autoridade da concorrência). Eu denuncio os armadores, denuncio a concertação de preços que existe nos transportes marítimos para a Madeira, denuncio o monopólio do Grupo Sousa nos portos da Madeira e a "pax romana" estabelecida nas docas do Caniçal.

Se o DN-Madeira me tivesse contactado (por alguma razão o MTC não o fez) logo teria ficado a saber que, no passado sábado, me limitei a denunciar a proibição decretada pela APRAM do carregamento do navio ARMAS com atrelados de mercadorias. E se tivesse ido ao porto do Funchal (e por alguma razão o DN-Madeira não lá esteve) logo teria compreendido que não houve nenhuma "confusão" no porto, tudo foi muito claro e transparente: o navio ARMAS foi inicialmente impedido de embarcar camiões de mercadorias; posteriormente, um conhecido elemento do Grupo Sousa levou consigo num BMW preto um representante do navio ARMAS; minutos depois, ambos regressaram com a boa nova do levantamento pela APRAM da proibição de embarque de camiões no navio ARMAS; finalmente, embarcaram no navio todos os camiões retidos no porto, sob manifestações que grande regozijo dos muito populares ali presentes.

Mais, se o DN-Madeira tivesse saído dos confins da Rua Fernão de Ornelas, teria verificado que os múltiplos agentes da PSP especialmente destacados para o porto do Funchal ou estrategicamente colocados em outros pontos da cidade, não tiveram só a caridosa missão de ajudar a viagem Machico/Funchal dos atrelados do circo, mas executavam ainda instruções no sentido de não deixarem entrar camiões no Porto do Funchal e de transmitirem aos respectivos condutores que o navio ARMAS estava em overbooking. Ou seja, teria constatado que a PSP estava a enganar os cidadãos ou tinha sido enganada por alguém. E se o DN-Madeira tivesse querido fazer um pouco de verdadeiro jornalismo de investigação teria ficado ainda a saber a extraordinária coisa de que as negociações para o levantamento da proibição de embarque de camiões no ARMAS decorreram no estaleiro das obras do cais norte do Porto do Funchal, entre o dito elemento do Grupo Sousa, o representante do navio ARMAS e o Presidente do Conselho de Administração da APRAM, que ali estava - imagine-se! - escondido.

Mas - enfim … - o DN-Madeira não me contactou, não foi ao Porto do Funchal e nem sequer saiu dos confins da R. Fernão de Ornelas".

Baltasar Aguiar

Nota da Direcção - O DIÁRIO e os seus jornalistas realizaram o trabalho segundo os critérios traçados para situações como a referida, critérios esses exclusivamente do foro interno.

Nota do blogue: Estranhos critérios internos, estes do DN, que faz "notícias" sem inquirir os visados e sem sair para o terreno....

domingo, 18 de janeiro de 2009

UM DIA HISTÓRICO NO PORTO DO FUNCHAL






Com a devida vénia ao Democracia Liberal

O PND Madeira ajudou ontem a romper com o monopólio vigente na Madeira relativamente ao transporte de mercadorias. Uma manifestação promovida pelo PND permitiu o embarque de mercadorias no ferry-boat Naviera Armas apesar de várias tentativas no sentido de o impedir.

A operação marítima com mercadorias tem estado reservada, em regime de monopólio a uma empresa tutelado pelo Grupo Sousa, com custos de operação bastante superiores, o que onera o transporte de qualquer mercadoria de e para a Madeira.


A notícia do Diário de Notícias, com a devida vénia. Fotos Política Pura e Dura

PND diz que a PSP foi chamada a travar embarque de mercadoria

O Instituto Portuário da Madeira tentou impedir a entrada de mercadorias no navio Armas que faz a ligação Canárias, Funchal, Portimão.

O PND organizou uma manifestação no local e acabou por permitir o embarque de mercadoria. A operação acabou por ser efectuada sob fortes aplausos. De acordo com Baltazar Aguiar, dirigente da Nova Democracia, "havia agentes da PSP por todo o Funchal e à entrada do porto para travar o embarque dos atrelados alegando que o navio estava cheio, ou seja, em overbooking, …quando não era verdade. Facto que veio a ser provado", disse ao DN. E quer agora que o Ministro da Administração Interna esclareça que ordens foram dadas à PSP do Funchal para impedir a entrada de mercadorias no ferry espanhol

O problema dos portos da Madeira é um problema antigo há muito debatido por todos os partidos da oposição, dado que a operação marítima com mercadorias está reservada, em regime de monopólio a uma empresa tutelado pelo Grupo Sousa. Só que, recentemente, foi alargada a operação marítima ao transporte de passageiros e mercadorias a um armador espanhol. Este armador, ao utilizar uma ferry-boat gerou condições para um transporte concorrencial de mercadorias. Contudo, a respectiva licença não abrangerá o transporte de mercadorias, apenas de passageiros. Entendimento diferente tem o PND considerando que o que está em causa uma tentativa "descarada" de protecção ao monopólio do Grupo Sousa. Ontem, Baltazar Aguiar, deputado do PND, teve conhecimento de que o navio Armas recebera em alto-mar, quando se dirigia para a Madeira, um fax da Administração dos Portos da Região Autónoma (APRAM) que proibia o carregamento de mercadoria no porto do Funchal quando "há seis meses que o fazia e ninguém ligava nenhuma. O problema é que os empresários madeirenses começam a escolher transporte mais barato", disse.

O deputado do PND organizou uma manifestação, convocou a comunicação social, e acabou por impedir a ordem da APRAM. Os carros com os atrelados acabaram por dar entrada no porão do navio quatro horas depois do previsto, sob fortes aplausos dos presentes. Para Baltazar Aguiar "há lodo no cais, com a conivência das autoridades regionais. A verdade é que ordem emanada pela APRAM não foi revogada, simplesmente foi verbalmente alterada», disse. O DN apurou que muitos empresários madeirenses passaram a utilizar o serviço do Armas, apesar do contrato de concepção estar limitado ao transporte de passageiros, tendo em conta os preços favoráveis praticados.

LÍLILA BERNARDES

domingo, 21 de setembro de 2008

A ILUSÃO DOS NÚMEROS...

Quando se vêem grandes números, qualquer um fica meio baralhado.

Eu próprio que trabalho com números fiquei espantado com o valor indicado hoje no Diário de Notícias da Madeira a propósito das visitas que um navio de cruzeiros vai fazer ao Funchal.

Cinco milhões de euros! Que pipa de massa!

Nos próximos sete meses, o novo 'AIDAbella' fará 32 escalas no Funchal, trazendo 70 mil turistas e garantindo uma receita de 5 milhões de euros

No entanto, se se fizer a conta, são apenas 71 euros por cabeça!

E isto faz pensar na necessidade, cada vez mais premente, de alterações no porto do Funchal de modo a viabilizar a permanência simultânea de mais navios. Não são muito frequentes escalas de mais do que algumas horas, mas no Funchal é muito complicado um navio poder permanecer mais tempo. E de qualquer forma são necessários mais espaços, dado que é frequente ficarem navios ao largo, por não haver local onde acostarem.
 
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