segunda-feira, 12 de julho de 2010

SOCIALISTAS? BURGUESES DO PIORIO É QUE É!

Enquanto vai estrangulando a classe média com cada vez mais impostos a nomenclatura que nos governa vai gastando à tripa-forra! Para eles não há crise!


Apenas alguns exemplos da contenção que os socialistas têm, em tempo de crise:

Inês Medeiros, candidata por Lisboa, com lista entregue no Tribunal Constitucional pelo PS indicando que mora em Lisboa, depois de eleita declara viver em Paris e solicita o pagamento de viagem semanal.

No preciso dia em que aconselha os portugueses a comer mais sopa devido à crise, a Ministra da Saúde almoça faustosamente num caro restaurante da moda em Lisboa.

A pretexto de uma visita aos militares que combatem os piratas da Somália e de uns encontros com dirigentes das Seychelles a propósito da candidatura de Portugal ao Conselho de Segurança da ONU, o Ministro da Defesa Santos Silva e respectiva comitiva deslocaram-se às Seychelles.

Na mesma semana soube-se que a esposa do Primeiro Ministro dos Açores se deslocou em viagem oficial ao Canadá, tendo gasto com a comitiva cerca de 27.000 euros.

Muitos outros exemplos da contenção socialista poderiam ser dados mas parece-me que estes são suficientes para se ficar com uma ideia.

CONTENÇÃO, SIM, MAS PARA OS OUTROS!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

É ESTA A CRISE! UMA VISITA ÀS SEYCHELLES É SEMPRE AGRADÁVEL, PRINCIPALMENTE SE PAGA PELOS CONTRIBUINTES!


O ministro da Defesa Nacional (MDN), Augusto Santos Silva, acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Valença Pinto, visita hoje a Força Nacional Destacada (FND) na "Operação Atalanta”.

A participação portuguesa consiste num destacamento aéreo composto por uma Aeronave de Patrulhamento Marítimo P3-P e 42 militares da Força Aérea Portuguesa, que operam a partir das Seychelles, desde Abril de 2010, por um período de quatro meses, e constitui um reforço por parte de Portugal na operação da União Europeia que combate a pirataria no Oceano Índico.

No âmbito da visita, o MDN terá ainda encontros com o Presidente da República das Seychelles, James Michel, com o ministro da Administração Interna, Ambiente e Transportes, Joel Morgan, com o ministro para os Assuntos Estrangeiros, Jean-Paul Adam, e com o Chefe das Forças Armadas das Seychelles, Brigadeiro Leopold Payet, em que, entre outros assuntos, abordará a questão da candidatura portuguesa ao Conselho de Segurança da ONU, no biénio 2011-2012.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Autonomia Selectiva

“A qual se traduzirá num mais íntimo apoio material, técnico, humano e político à conjuntura distrital, vindo de Lisboa, mas remetendo para a administração local a tomada pormenorizada de decisões, dentro dos objectivos genéricos definidos pelo Governo, e naqueles campos de acção em que só uma visão de dentro do Arquipélago possa equacionar o problema na dimensão VERDADEIRA. Noutros campos, onde a realidade madeirense não justifique a particularização em relação à política prosseguida em todo o Espaço Português, deixemos a Lisboa actuar. Ouvindo os nossos líderes que têm de ter capacidade plebiscitada seriamente, tal como atende aos líderes de todas as regiões portuguesas. As curtas horas que nos separam da administração central, sossegam-nos em absoluto quanto à política a seguir nestas situações em que o condicionalismo madeirense não ofereça especialidade”.

Alberto João «Voz da Madeira», 29 / 01/1974

Autonomia Distrital

“Quando numa conjuntura política se pretendem insuflar novos tónicos, certamente que a primeira atitude de análise é a de contemplação da viabilidade estrutural do corpo social em questão. Assim,nãosepoderá intenta rnovos rumos na Madeira, sem previamente responder-se à pergunta de como deve concretizar-se a autonomia distrital. No nosso caso, há a considerar duas atitudes mentais extremas, das quais se tem de fugir a passo largos. Uma será a daqueles que ainda se banham em sonhos de autosuficiência. Na verdade, alguns acreditam que o Distrito só marchará à custa de iniciativas ou decisões cá tomadas, concebendo a administração central como um travão desnecessário e incomodativo na maior parte dos casos”.

Alberto João, «Voz da Madeira», 29/01/74

quarta-feira, 7 de julho de 2010

HÁ COISAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ?

Temos um estudo que se arrasta há uma década....

De repente o iluminado A.J.J. decide que é prioritário e faz um despacho nesse sentido, atribuindo-lhe prioridade e a alocação de t\odos os meios necessários à sua elaboração...

E depois digam que não andam a brincar com o dinheiro dos contribuintes! Em tempo de crise, com milhares de desempregados e pobres pela Madeira isto é uma afronta, sem qualquer tipo de justificação! Realmente esta Madeira Nova está cada vez mais podre por muito que o seu mentor fale alto e grosso!

MUIIIIIIIITO INTERESSANTE!

Contas com 500 anos

Jardim mandou calcular o 'deve e o haver' da Madeira desde o século XV



Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

De "importância prioritária" é como Alberto João Jardim classifica a tarefa atribuída a uma equipa, que será liderada pelo historiador Alberto Vieira e deverá calcular o 'Deve e o Haver das Finanças da Madeira entre os séculos XV e XXI'. Um cálculo curioso, de execução difícil, mas que consta de um despacho (nº 11/2010) da Quinta Vigia, datado de 26 de Maio e que vai assinado pelo presidente do Governo Regional.

A conta daquilo que terá sido retirado à Madeira, através de impostos e exportações de vinho, açúcar e outros produtos, é considerado urgente e, como é possível ler no despacho, "deve ser concretizado com a maior brevidade possível".

Para isso, serão destacados os "professores necessários para o efeito" - não há qualquer limite estabelecido - e "todos os departamentos do Governo Regional, bem como todas as entidades sob sua tutela, prestarão as adequadas e necessárias facilidades".

Além de não colocar qualquer limite ao destacamento de especialistas para esta tarefa, o GR também autoriza os estágios profissionais dos licenciados "considerados necessários à concretização deste projecto".

As verbas necessárias também devem ser rapidamente desbloqueadas, segundo as ordens de Alberto João Jardim.
O objectivo desta avaliação do 'deve e haver' da Madeira, ao longo de mais de 500 anos, parece ser determinar quanto terá sido 'levado' pelo poder central, desde o início da colonização até os dias de hoje. Um argumento que poderia ser esgrimido numa nova disputa em torno das transferências do Estado para a Região. O cálculo pedido por Jardim terá em conta as diferentes moedas que foram utilizadas, ao longo de séculos, a desvalorização e valorização monetária, inflação, preço de produtos, custos de transporte, entre muitas mais alíneas. Uma tarefa que parece muito difícil .

"Absolutamente inaudito"

O grupo parlamentar do PS-M já reagiu a este despacho do presidente do Governo e considera-o "absolutamente inaudito".
André Escórcio, líder da bancada socialista na Assembleia Legislativa, não tem dúvidas de que esta decisão do GR é "mais uma prova do descrédito" de uma governação que não consegue libertar-se "do conceito de permanente guerrilha institucional".

O deputado socialista admite que esteja a ser preparado o terreno para, "munindo-se de dados fabricados à medida" deferir novos ataques à República.
Escórcio pergunta qual o interesse de estudar contas de mais de 500 anos de História. "Quererá o Governo regressar à velha e gasta historieta da independência", pergunta.

O PS-M também interpreta este despacho como uma forma de, com o aproximar das eleições regionais e utilizando o dinheiro público, "enganar as pessoas com contas absolutamente estúpidas e descontextualizadas".

O líder parlamentar do PS-M desafia o Governo Regional a preocupar-se, primeiro, "com as actuais finanças públicas" e a encontrar medidas para enfrentar os "monstruosos encargos que estão por pagar".

INTERESSANTE!

Anunciado pelo menos desde 2001:

CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA DO ATLÂNTICO


O DEVE E O HAVER: AS FINANÇAS PUBLICAS E PRIVADAS NA HISTORIA DA MADEIRA


Projecto de investigação a desenvolver pelo CEHA com a coordenação De Alberto Vieira

DEFINIÇÃO :

Na História da Madeira persistem ainda importantes lacunas que impossibilitam por vezes um conhecimento abrangente desse devir. A história económica, aqui encarada nos seus múltiplos aspectos, é ainda um campo em aberto. As análises são parcelares e circunstanciais não havendo qualquer análise estrutural que possa estabelecer o rumo da economia madeirense e as suas pertinentes implicações no curso da História. Ainda, no domínio da História Económica, os problemas relacionados com a fiscalidade e finanças públicas não têm merecido qualquer atenção por parte dos estudiosos, sendo um dos muitos campos em aberto na História da ilha.

Tendo em conta a importância que assume este último aspecto para definir o rumo da história económica madeirense e as suas inevitáveis implicações políticas, bastante evidentes a partir do século XIX, intimamente ligada ao combate pela autonomia, parece-nos assim evidente a pertinência da sua abordagem.

Por outro lado, o interesse que o mesmo tema merece para a comunidade científica e sociedade política optou-se por uma estruturação do projecto que atenda as estas duas solicitações, materializada na forma da apresentação final dos resultados do projecto, sob a forma de livro.

OBJECTIVOS:

O estudo em causa apresenta-se complexo tendo em conta a inexistência de qualquer tipo de abordagem e a sua vastidão. Assim, para além da necessária definição das instituições de suporte, é necessário ter em conta a evolução das políticas financeiras e fiscalidade, que têm no século XIX, com o Liberalismo, uma reforma radical, que desemboca na estrutura actual. A par disso torna-se necessário, para o período prè-estatístico reconstituir o movimento da receita e despesa a partir de dados avulsos, situação que só terá informação satisfatória e ordenada a partir da segunda metade do século XIX.

terça-feira, 6 de julho de 2010

AS FIGURAS MEDÍOCRES DOS DITADORZINHOS DE ALDEIA

“As sociedades, a nível nacional, podem apresentar-se legitimamente articuladas por forma a estarem limitadas as veleidades de abuso de poder. Mas a níveis regionais, podem surgir as figuras medíocres dos ditadorzinhos de aldeia que, pelos seus interesses particulares e longe do conhecimento dos poderes centrais, utilizam desarticuladamente o binómio diálogo-autoridade”.

Alberto João, «Voz da Madeira», 24/11/1971

segunda-feira, 5 de julho de 2010

PND pergunta por dinheiro da solidariedade


Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

José Manuel Coelho, o deputado do Partido da Nova Democracia, quer saber onde anda o dinheiro da solidariedade nacional, aquele que foi dado de forma generosa para apoiar as vítimas do temporal de 20 de Fevereiro. Ontem, enquanto decorriam as celebrações do aniversário da Força Aérea na Avenida do Mar, o deputado disse que Jardim se devia deixar de "asneiradas" e dar contas desse dinheiro.


Ofendido com o facto do presidente do Governo Regional o ter chamado de "garoto" nas cerimónias do Dia da Região, o deputado fez questão de sublinhar que o mais importante é saber onde estão as verbas dadas à Madeira pelos dadores nacionais. O dinheiro que foi cedido pelo Pingo Doce, a Sonae, o Banif. As doações somaram milhões de euros, mas segundo José Manuel Coelho até agora não foram reconstruídas as casas destruídas pelo temporal.

"Isso é que é importante que o sr. dr. Alberto João Jardim explique. E deixe de me chamar garoto. Eu não sou um garoto".

Marta Caires

sexta-feira, 2 de julho de 2010

NO TEMPO DO FASCISMO É QUE ERA BOM....

Acabava-se logo com os atrevimentos e as garotices! Iam todos presos imediatamente!

«a senhora atreve-se a me incomodar com atitudes de um garoto?».

quinta-feira, 1 de julho de 2010

DISCÍPULO DE SALAZAR E CAETANO AGITA PAPÃO COMUNISTA AO AMEAÇAR O POVO

Povo ficou na rua

Protestos à saída da Sessão Solene do Dia da Região



Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Havia pessoas que estavam à porta e não tiveram autorização para entrar. E reclamaram.

Algumas pessoas foram esta manhã até ao Pavilhão Gimnodesportivo da Serra de Água para assistir à sessão Solene do Dia da Região. Acontece que não estavam credenciadas e, como tal, o acesso foi-lhes barrado pelos seguranças. O povo ficou assim na rua, arredado dos discursos que eram proferidos para uma plateia de convidados que representam as mais diversas autoridades políticas, militares e religiosas na Madeira.

À saída, ouviram-se alguns protestos de pessoas que foram impedidas de entrar. O presidente do Governo, que evitou comentários após a sessão, dirigiu-se a alguns dos populares a quem advertiu para o perigo de se aliarem a comunistas reclamando pressa nas obras, quando é o Governo Regional que vai reconstruir casas e estradas danificadas pelo temporal de 20 de Fevereiro.

Deputado do PND impedido de intervir na sessão solene do Dia da Madeira


A sessão solene da Assembleia Legislativa da Madeira, comemorativa do Dia da Região, foi hoje marcada pela tentativa frustrada do deputado do PND, José Manuel Coelho, de intervir “em defesa do povo esquecido da Serra de Água”, onde “não chega o dinheiro que tem vindo do continente” para a reconstrução.

Com a devida vénia ao Público

Na celebração que teve lugar nesta freguesia, a mais atingida pelo temporal de 20 de Fevereiro, foi cumprido um minuto de silêncio, em memória das vítimas do temporal.

Apesar do presidente da assembleia regional, Miguel Mendonça, ter ordenado aos funcionários que retirassem da sala o representante do PND – dizendo que “não se dá ao respeito e não respeita quem o elegeu”, “está a fazer arruaça” e “é indigno da sua condição de deputado” - Coelho [que antes protagonizara o episódio da bandeira nazi] permaneceu junto da tribuna até ao final da sessão.

Com a alteração do regimento efectuada há quatro anos, os representantes dos partidos da oposição deixaram de usar da palavra neste plenário, no qual deixaram desde então de participar, em protesto a que não aderiu o CDS/PP. Este ano, o PS voltou a estar presente, justificando a presença pela “mudança de estratégia” da direcção de Jacinto Serrão e por ser um acto institucional de evocação da tragédia.

Na intervenção com que encerrou a sessão, Miguel Mendonça relevou a “solidariedade globalizada” com os madeirenses atingidos pela intempérie. Defendeu uma nova revisão da Constituição que “está desactualizada e não responde aos desafios do futuro” por estar “eivada de conceitos ideológicos ultrapassados”.

O presidente do parlamento reivindicou ainda o reforço dos poderes legislativos da região, sublinhando não querer “nada que seja da soberania nacional”, mas não abdicar de “ tudo o que é verdadeiramente pertença da autonomia regional”.

Esta tarde, em cerimónia a realizar no salão nobre do governo regional, decorrerá a imposição de insígnias honoríficas madeirenses, presidida por Alberto João Jardim. Serão agraciados sete personalidades, entre as quais Zeinal Bava, presidente da Portugal Telecom, Soares dos Santos, presidente da Jerónimo Martins, Horácio Roque, presidente do Banif, (a título póstumo) e Rui Rebelo, administrador da Empresa de Electricidade, que recebem o “cordão autonómico de bons serviços pela relevante actividade exercida” na Madeira.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O REI DA MADEIRA

Face à habitual reacção esquizofrénica do biografado e ainda sem o ter lido, parece-me que já posso recomendar a leitura deste livro, até porque a sua autora, jornalista consagrada actualmente a trabalhar para  revista Sábado é garantia de qualidade. (Consagrada, mas ainda pouco conhecida do grande público, mas este ano, com este livro mais o episódio do roubo dos gravadores pelo vice-presidente da bancada do PS na AR, as coisas vão mudar!)



segunda-feira, 28 de junho de 2010

José Manuel Coelho critica Paulo Portas e Jardim


Deputado considera ter havido cedência aos interesses norte-americanos na construção do radar no Pico do Areeiro

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

O deputado único do PND na Madeira, José Manuel Coelho, acusou no sábado Alberto João Jardim e Paulo Portas de cederem aos interesses dos norte americanos ao permitirem a construção do radar no Pico do Areeiro, nas montanhas da Madeira.

José Manuel Coelho falava numa acção política no Pico do Areeiro, onde está a ser construído o radar "negociado por Paulo Portas [actual líder do CDS/PP] enquanto era Ministro da Defesa, numa instalação militar que está a surgir com a bênção de Alberto João Jardim [presidente do governo regional da Madeira] que cedeu aos interesses da Nato, dos norte americanos".

"Alberto João Jardim enche a boca com conversas autonómicas defendendo a Madeira em primeiro lugar, à frente do PSD e de tudo, mas na prática faz o contrário", disse.

O deputado acusou o presidente do governo regional de ter "entregado aos norte americanos, aos interesses dos Estados Unidos, o Pico do Areeiro, uma zona nas montanhas onde se consegue ver o mar a toda a volta da ilha, um dos pontos emblemáticos do ponto de vista turístico e ambiental".

Afirmou que "Paulo Portas, para receber uma medalha da Nato, entregou aquela zona, uma das mais bonitas da ilha que é a catedral do turismo e uma paisagem única no mundo, à superpotência mundial que vai criar condições para melhor atacar outros povos".

"É tempo dos madeirenses abrirem os olhos e perguntarem porque é que o CDS/PP-Madeira não disse nada sobre este assunto", mencionou.

De acordo com o deputado, os madeirenses desapontados com o PSD, que optam por votar no CDS, permitindo que este partido tenha vindo a crescer na região, devem reflectir sobre a posição dos populares que "não defendem os interesses da região mas de estrangeiros".

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Julgamento de activistas de Cabinda adiado para Julho


Com a devida vénia ao Público

Estava previsto para hoje mas, à última hora, foi adiado para 12 de Julho, o julgamento em Cabinda do padre Raúl Tati e de outros activistas dos direitos humanos detidos ao abrigo da Lei dos Crimes contra a Segurança de Estado, aprovada em 1978.

O julgamento foi adiado tendo em conta um pedido de inconstitucionalidade da acusação apresentado pelos advogados Luís Nascimento e Idalina Vieira; e consequentemente encaminhado todo o processo para o Tribunal Constitucional de Angola, a fim de que o analise.
A sessão prevista para 12 de Julho deverá ter em conta o que o Tribunal Constitucional disser sobre esta acusação de “autoria material de um crime de outros actos contra a Segurança Interior do Estado".

O antigo vigário-geral da diocese de Cabinda, o economista Belchior Lanso Tati e outros activistas dos direitos humanos foram presos depois do atentado de Janeiro contra o autocarro que transportava a selecção de futebol do Togo que ia participar no Campeonato Africano (CAN 2010). No incidente, reivindicado por uma facção independentista, registaram-se dois mortos.

No despacho de pronúncia alega-se que os réus tinham em seu poder documentos e panfletos que atentavam contra a segurança de Angola, por neles se fazer a apologia dos ideais de autodeterminação da província de Cabinda, tal como desde 1963 é preconizado pela FLEC, a frente de libertação presidida por Nzita Henriques Tiago e que se desdobra em diferentes facções.

Os advogados ainda tentaram hoje de manhã pedir a liberdade condicional do padre Tati, do economista Belchior Tati e do advogado Francisco Luemba, mas o pedido foi indeferido.

A propósito deste processo, a eurodeputada socialista portuguesa Ana Gomes escreveu no blogue Causa Nossa que “esta campanha repressiva destinada a silenciar vozes incómodas em Cabinda desonra Angola e, obviamente, não serve os interesses dos angolanos, agravando, em vez de resolver, a questão de Cabinda”.

Para a D. Estudante está tudo bem!

O mais preocupante é haver gente que depois da fase da negação da realidade está neste momento a dizer que o problema é devido à crise. Não é e quando esta passar, haverá uma melhoria mas que decerto não será substancial.

Há problemas estruturais - construiu-se em excesso, o betão invadiu zonas anteriormente de grande beleza e isso repercute-se nos preços a praticar; entrou-se também num círculo vicioso em que o serviço piora por não haver receitas, o que leva a nova quebra de receitas e a ainda pior serviço; gastaram-se milhões em elefantes brancos sem qualquer rentabilidade (a maioria nem cobrem os custo de funcionamento) como Madeira Story Center, Parque Temático de Santana ou Aquário de Porto Moniz, entre muitos outros; continua-se a insistir sistematicamente nos mesmo erros - o projecto megalómano do teleférico do Rabaçal continua de pé....



Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

Ocupação hoteleira preocupa AP Madeira

Catanho Fernandes

A baixa ocupação dos hotéis da Madeira e a necessidade de ser apurado o retorno das investimentos efectuados em promoção foram dois pontos em destaque na última reunião do Conselho Consultivo da Associação de Promoção (AP) da Madeira, realizado anteontem no Funchal.

O Conselho Consultivo apreciou a situação actual do turismo na Madeira, tendo se debruçado sobre os últimos indicadores, correspondentes ao primeiro quadrimestre deste ano. Fazendo a comparação com igual período do ano passado verificou-se uma baixa de 12,9% na entrada de hóspedes (menos 43 mil) e de 14,6% no número de dormidas (menos 248 mil camas hoteleiras ocupadas). Verificou-se também uma queda no rendimento por quarto disponível, que baixou 16% e situou-se nos primeiros quatro meses em 24,89 euros, e uma baixa ainda na taxa de ocupação que foi de 42,8% de Janeiro a Abril de 2010.

A tendência de Maio, embora não existam ainda estatísticas disponíveis, é semelhante, pois a queda de tráfego no Aeroporto da Madeira aponta uma queda de 10% no número de passageiros movimentados.

Da discussão estabelecida entre os conselheiros chegou-se à conclusão de que, não obstante, sejam conhecidas as causas da queda do turismo, que é global, agravada na Madeira pelas enxurradas de 20 de Fevereiro, a baixa do negócio na hotelaria resulta também de "causas estruturais endógenas, que urge ultrapassar".

O segundo ponto em análise foi suscitado pelas conclusões da IV Conferência Anual do Turismo, organizada pela Ordem dos Economistas. O documento foi analisado com muito interesse, face às questões pertinentes aí referidas, nomeadamente a questão da distribuição, gestão do preço e promoção. Perante a escassez de meios financeiros, os conselheiros sugerem que terá de ser feita uma opção pela focalização das acções e, de igual modo, pela segmentação das mesmas.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ERA ÓBVIO...

Como é que os principais responsáveis pelo estado em que o país está poderiam votar de forma diversa? Claro que não!

Madeira: PSD e PS rejeitaram no parlamento regional voto de protesto contra pacote de austeridade

O PSD e o PS rejeitaram hoje em plenário, no parlamento da Madeira, um voto de protesto do BE contra o “pacote de austeridade” que o deputado bloquista classificou de “uma verdadeira atitude de terrorismo social”. O voto foi discutido no período de antes da ordem do dia da sessão plenária da Assembleia Legislativa da madeira e teve votos favoráveis dos deputados do PND, MPT, CDS e PCP que criticaram a maioria social democrata e o maior partido da oposição por estarem de acordo nesta matéria.


Lopes da Fonseca do CDS-PP censurou estes partidos por estarem de “mãos dadas” neste acordo e o Governo da Madeira por apoiar este plano por causa da Lei de Meios que “vem beneficiar o PSD e não a região, porque há eleições em 2011”.

Leonel Nunes (PCP) criticou também a “demagogia” em torno desta questão, responsabilizando o PS pelas medidas que vêm penalizar os trabalhadores, as famílias e as empresas, enquanto que Jaime Silva (MPT) declarou que “o que salva estes governantes é os portugueses serem um povo de brandos costumes, mas que está a perder a paciência”.

“Entendemos a intenção deste voto”, disse o líder parlamentar socialista, André Escórcio, sublinhando que o país está “confrontado com uma situação muito grave, mas que o Governo Regional dispõe de instrumentos que pode ativar para atenuar os efeitos mais gravosos” deste plano de austeridade.

Elvio Encarnação, do PSD, referiu que esta iniciativa demonstra que o BE “ignora a realidade, que acabou o tempo das vacas gordas e é preciso um novo ciclo, sendo urgente a adoção de medidas excecionais”, pelo que a posição do PSD “demonstra um alto sentido de responsabilidade”.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Funchal – PND realiza acção política na 5ª feira


Gil Canha fala aos jornalistas frente à Câmara do Funchal


Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

O Partido da Nova Democracia (PND) realiza, a 17 de Junho, pelas 14h30, uma acção política em frente do edifício da Câmara Municipal do Funchal. O vereador Gil Canha prestará, na oportunidade, declarações à Comunicação Social.

domingo, 13 de junho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

segunda-feira, 7 de junho de 2010

FORÇA SELECÇÃO!

Personificada no Miguel Veloso, uma simpatia de pessoa, nada vedeta como outros...

terça-feira, 1 de junho de 2010

O MELHOR ERA EXTERMINÁ-LOS, COMO FIZERAM OS NAZIS!

Coito Pita desafia o PS-M a aceitar rever a lei eleitoral para afastar do parlamento "partidos como o PND"




O PSD-M vai apresentar um requerimento para a constituição de uma comissão de inquérito para "avaliar o comportamento dos orgãos de comunicação social na violação dos direitos da maioria". A promessa foi feita por Coito Pita, durante o debate de uma proposta do BE para revisão do estatuto da oposição que permita que os partidos com um único deputado possam promover a realização de debates parlamentares com a presença do Governo Regional.

Coito Pita e o líder parlamentar do PSD-M, Jaime Ramos, garantiram que o actual regimento da ALM e o Estatuto Politico-Administrativo dão poderes aos partidos da oposição muito superiores aos que se verificam noutros parlamentos. Toda a oposição lembrou que a Assembleia Legislativa não cumpre a sua função de fiscalização do Governo, uma vez que o Executivo, pura e simplesmente, não se desloca ao parlamento.

O deputado do PSD-M aproveitou a intervenção para assumir que o seu partido quer rever a lei eleitoral regional e para desafiar o PS-M a associar-se a uma proposta que altere a composição do parlamento. Coito Pita foi claro ao afirmar que "a existência do BE é importante para a Madeira",mas que "não é razoável que a democracia permita que um partido do tipo do PND exista e tenha voz parlamentar".
 
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