Houve um tempo em que Abril foi madrugada
e rimou com o teu rosto,
mas agora é sol-posto
e não se vê mais nada
com que rime senão
a funda decepção
de uma promessa adiada.
Houve um tempo em que Abril foi a gaivota
azul do teu olhar,
mas perdeu-se da rota
e deixou de voar.
Não nos cabe, porém, desanimar:
Abril acaba sempre por voltar.
Torquato da Luz
terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
PND MADEIRA - OPERAÇÃO 25 DE ABRIL 2009
Acção política do PND-M no 25 de Abril. Comemoração em frente à Quinta Vigia com simulação de tomada do Governo Regional.
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
BARALHADOS?
Parece que há no CDS-M quem esteja totalmente baralhado e já não saiba bem se é do CDS, se é do MPT!
O que o Libertas já fez....
O que o Libertas já fez....
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Europeias,
Triste oposição
PND efectua manifestação de protesto pela recusa de mostrar viaturas militares
Com a devida vénia ao Diário de Notícias
O PND anunciou que vai comemorar o 25 de Abril com uma manifestação contra a câmara do Funchal por esta não ter autorizado o partido a efectuar uma exposição com viaturas militares em frente ao parlamento madeirense.
Dirigentes do partido adiantaram à agência Lusa que pretendiam realizar naquele local uma exposição com seis viaturas militares, música alusiva ao 25 de Abril, numa iniciativa que contaria com a presença de algumas figuras que participaram na coluna de Salgueiro Maia e elementos que pertenceram à Escola Prática de Infantaria de Mafra.
Garantem que entre o material militar que pretendiam mostrar "está o primeiro blindado que desembarcou na Madeira, emprestado ao PND para a realização desta acção por coleccionadores simpatizantes da causa do 25 de Abril".
"Como a CMF não nos autoriza a fazer a exposição com a justificação de que o Largo António José de Almeida iria estar ocupado com iniciativas do programa da Festa da Flor que decorre no Funchal, decidimos fazer uma manifestação junto do edifício do município funchalense", anunciaram.
Instados a comentar o facto deste local estar igualmente ocupado com a construção do simbólico "muro da esperança", o que representa uma grande concentração de crianças que vão ali depositar uma flor, o PND considerou ser "uma boa oportunidade para explicar o 25 de Abril aos mais pequenos".
O 25 de Abril não é comemorado com sessão solene no parlamento madeirense visto que a maioria do PSD/Madeira considera que esta data deve ser celebrada na Assembleia da República.
Os sociais democratas insulares não programaram qualquer iniciativa para assinalar os 35 anos da Revolução dos Cravos.
Quanto ao PS/M realiza um jantar-comício no Madeira Tecnopolo onde espera reunir 1100 militantes e simpatizantes, contando com a presença do cabeça de lista do partido às Eleições Europeias, Vital Moreira.
O PCP/M volta a promover uma festa-comício, transformando a artéria onde está a sua sede no Funchal na "Rua de Abril".
O CDS/M promove uma sessão de esclarecimento, onde o presidente do partido, José Manuel Rodrigues, vai falar a militantes da JP sobre o 25 de Abril.
O Bloco de Esquerda efectua igualmente um jantar que conta com a presença do dirigente nacional, Fernando Rosas, e o MPT realiza um almoço com militantes.
O grupo de "Cidadãos por Machico, Terra de Abril" também promove uma iniciativa evocativa desta efeméride, com uma exposição documental "Imagens e Poemas do 25 de Abril" e uma difusão de música alusiva.
O PND anunciou que vai comemorar o 25 de Abril com uma manifestação contra a câmara do Funchal por esta não ter autorizado o partido a efectuar uma exposição com viaturas militares em frente ao parlamento madeirense.
Dirigentes do partido adiantaram à agência Lusa que pretendiam realizar naquele local uma exposição com seis viaturas militares, música alusiva ao 25 de Abril, numa iniciativa que contaria com a presença de algumas figuras que participaram na coluna de Salgueiro Maia e elementos que pertenceram à Escola Prática de Infantaria de Mafra.
Garantem que entre o material militar que pretendiam mostrar "está o primeiro blindado que desembarcou na Madeira, emprestado ao PND para a realização desta acção por coleccionadores simpatizantes da causa do 25 de Abril".
"Como a CMF não nos autoriza a fazer a exposição com a justificação de que o Largo António José de Almeida iria estar ocupado com iniciativas do programa da Festa da Flor que decorre no Funchal, decidimos fazer uma manifestação junto do edifício do município funchalense", anunciaram.
Instados a comentar o facto deste local estar igualmente ocupado com a construção do simbólico "muro da esperança", o que representa uma grande concentração de crianças que vão ali depositar uma flor, o PND considerou ser "uma boa oportunidade para explicar o 25 de Abril aos mais pequenos".
O 25 de Abril não é comemorado com sessão solene no parlamento madeirense visto que a maioria do PSD/Madeira considera que esta data deve ser celebrada na Assembleia da República.
Os sociais democratas insulares não programaram qualquer iniciativa para assinalar os 35 anos da Revolução dos Cravos.
Quanto ao PS/M realiza um jantar-comício no Madeira Tecnopolo onde espera reunir 1100 militantes e simpatizantes, contando com a presença do cabeça de lista do partido às Eleições Europeias, Vital Moreira.
O PCP/M volta a promover uma festa-comício, transformando a artéria onde está a sua sede no Funchal na "Rua de Abril".
O CDS/M promove uma sessão de esclarecimento, onde o presidente do partido, José Manuel Rodrigues, vai falar a militantes da JP sobre o 25 de Abril.
O Bloco de Esquerda efectua igualmente um jantar que conta com a presença do dirigente nacional, Fernando Rosas, e o MPT realiza um almoço com militantes.
O grupo de "Cidadãos por Machico, Terra de Abril" também promove uma iniciativa evocativa desta efeméride, com uma exposição documental "Imagens e Poemas do 25 de Abril" e uma difusão de música alusiva.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
ONE MAN SHOW...
quinta-feira, 9 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
HÁ HÁBITOS QUE NUNCA SE PERDEM!

Via: Verbo Jurídico Blog (em Outubro de 2005)
Entrevista de Dr. José António Barreiros
a "O Independente", 28.10.2005
.
José António Barreiros. O Advogado José António Barreiros quebra um silêncio de 16 anos e aceita falar sobre como demitiu, em Macau, o actual ministro da Justiça, na sequência de tentativas de pressão sobre um juiz feitas por Alberto Costa.
.
«QUISERAM PARA MINISTRO QUEM EU NÃO QUIS PARA DIRECTOR DE SERVIÇOS».
Qual a razão verdadeira por que demitiu Alberto Costa em 1988 do cargo que ele desempenhava em Macau. director dos Assuntos de Justiça?
A razão verdadeira é a que está escrita. Achei que estava quebrada a confiança pessoal, profissional e política na pessoa dele e que a Administração Pública de Macau não podia conviver com um tal dirigente, que tinha tido uma "conduta imprópria" como a dele. Isto mesmo face aos critérios de Macau.
Mas o governador Carlos Melancia revogou o seu despacho.
É verdade, mas não na parte em que o demitia, só na parte em que eu dizia por qy.e o tinha demitido. Foi uma situação única, caricata, mas sintomática. O governador parecia incomodado com o que eu dizia no despacho de demissão. Mas o que eu escrevi na fundamentação do meu despacho foi a mera cópia do que concluiu o inquérito disciplinar que ele próprio mandou instaurar: que Alberto Costa tinha contactado o juiz, à revelia da tutela, alegadamente para o elucidar sobre os aspectos técnico-jurídicos e económicos do caso; e esclarecimentos que, em seu entender, justificariam uma revisão da sua decisão ou decisões sobre a situação prisional dos arguidos e, eventualmente, a sua cessação e subsequente soltura.
E porque haveria o governador de estar incomodado, a ponto de se dar ao trabalho de revogar a fundamentação do seu despacho, mesmo não revogando o despacho?
É uma longa história. Mas uma coisa boa resultou para Alberto Costa desta actuação bizarra do governador: que ele, recorrendo para os tribunais administrativos do despacho do governador, que o demitia sem fundamentação, ganhasse a causa, com razão, e fosse contemplado com uma lauta indemnização. Bem lhe pode agradecer.
Mas de que história se tratava?
A história que toda a gente veio a conhecer e com a qual ninguém se incomodou: o processo em causa desembocava, então, nos meandros da aquisição pela empresa Emaudio de uma participação no milionário negócio da televisão de Macau. Ora, se pensarmos em quem eram os sócios da Emaudio, os interessados e os beneficiários no negócio...
E quem são?
Não me peça pormenores. Tudo isso faz parte de uma história a que ninguém quis ligar, em que todos, hipocritamente, viraram a cara para o lado. Digamos, o senhor Robert Maxwell, que está sepultado no Monte das Oliveiras, em Israel, e os seus amigos portugueses. Grandes amigos e amigos grandes.
Envolvendo...Envolvendo quem estava no negócio e todos aqueles que tinham a obrigação de se terem preocupado com essas e outras questões que vieram a seguir e que as deixaram passar em claro, mesmo quando foram escândalo público. Eles estão aí.
Acha que Alberto Costa estava ao serviço desses interesses?
Não tenho que achar o que ninguém achou. Ele disse que tinha ido falar com o juiz para esclarecimento técnico-jurídico recíproco, a nível académico, e sobretudo face a "perplexidades" de amigos dele, um dos quais, segundo ele denunciou, assessor da Presidência da República. Pelo que, no seu entender, tudo se passou numa basé de amizade, confiança pessoal, etc.
Mas o juiz não considerou isso...
Pelo menos na manhã seguinte queixou-se por escrito, por envolver um funcionário sob minha tutela. E tinha Costa ido, por duas vezes, como cidadão ou como director, falar com o juiz - não foi falar com um amigo mas sim com um juiz em funções - por causa de um processo-crime a seu cargo em que havia duas pessoas presas preventivamente. Aliás, o juiz não era amigo dele. Ele é que vinha por causa das "perplexidades" dos seus próprios "amigos". Enfim, eis uma curiosa maneira de considerar a magistratura: considerar nonnal que um dirigente da administração pública fale com juízes com processos com presos a cargo, para os fazer rever decisões nesses processos e depois dizer que isso foi feito a nível académico e a título particular. E foi isto o que sucedeu.
Abandonou o PS por causa do caso Alberto Costa?
Sim. Escrevi uma carta a Vítor Constâncio, então secretário-geral, a relatar o que vi em Macau e, ao regressar, onde andavam muitos socialistas e ao que andavam. Nem tive resposta. Ou melhor: o chefe de gabinete dele respondeu-me a dizer que o PS "nada tinha a ver com Macau"! Hilariante.
E o PS tinha a ver com isso?
Não sei se deva confundir o PS com os negócios, os interesses e as ambições de certas pessoas, por mais bem colocadas que estivessem dentro do partido. O PS foi, aliás, o único partido em que estive, inscrito em 1974 por proposta de Francisco Salgado Zenha. Desde que saí não voltei nem voltarei a qualquer partido. Concorri a Sintra pelo PSD, mas como independente. E hoje estou a anos-luz da política e destes políticos.
Mas ficou agastado com a história...
Não tinha que ficar. A consequência directa de ter demitido Alberto Costa foi ser demitido pelo Presidente da República, Mário Soares, alegadamente a meu pedido. É verdade que foi a pedido: não queria continuar. Mas é também verdade que já ninguém me queria ali. Cada um de nós foi - desculpe o óbvio igual a si próprio. E não pense que tive orgulho no que fiz. Tive vergonha de ter de conviver com isto e de assistir ao que se seguiu.
Mas o que se passou na realidade?
O inquérito disciplinar mandado instaurar pelo governador considerou que a conduta de Alberto Costa não integrava uma "pressão sobre magistrado", de onde não era fonte de responsabilidade disciplinar ou criminal mas uma simples "conduta imprópria" da parte dele. Garo que o hoje ministro tenta desvalorizar a conclusão do inquérito dizendo que é uma simples" opinião". Isto na parte em que diz ter sido uma conduta imprópria da sua parte, porque quanto ao resto - o não ser infi-acção disciplinar - já acha que é o seu certificado de boa conduta. Do que ninguém se livra é dos factos.
Surpreende-o vê-lo agora ministro da Justiça?
Já poucas coisas me surpreendem. Mas, ao ter visto na altura que no rol de testemunhas de Alberto Costa no processo disciplinar estavam Jorge Sampaio, Jorge Coelho, Jaime Gama e António Vitorino, percebi logo o que ainda hoje entendo muito bem: aquele rapaz tinha futuro na política. Um grande futuro.
Mas eram testemunhas abonatórias...
Claro, e numa fase em que o processo nem sequer acusação tinha. Eram pessoas que, segundo ele, podiam testemunhar o seu "perfil moral, profissional e cívico". Por isso indicou também dois juízes e um procurador-geral-adjunto.
Quem?
Acha que isso interessa?.. Note, eu não quero confundir. Uma coisa são os amigos "perplexos" do dr. Costa, por causa dos quais ele foi falar com o juiz, outra as pessoas que se prestaram a ser citadas como testemunhas de carácter. Houve quem me escrevesse depois a explicar-se, alegando que não sabia ao que ia. Felizmente guardo tudo em lugar seguro, o pior dos quais ainda é a minha memória.
Seja franco. Pensa que ele tem perfil para ser ministro da Justiça?
Quiseram para ministro quem eu não quis para director de serviços. São critérios. Mas o problema não é ele ser ministro agora. O problema é ele ter sido deputado, ministro da Administração Interna e sei lá mais o quê. Acho que quem permite isso e com isso coexiste que responda. Eu respeitei-me, demitindo-o. Ponto final.
Não pensa que isto está agora a ser agitado por causa da greve dos magistrados?
Não imagino o seu jornal ao serviço dos grevistas... Acho que isto preocupa muitos magistrados, o saberem o currículo do ministro que lhes coube desta, embora alguns "quadros" tenham uma postura mais complacente...
Está a referir-se a quem?
Aos que gostam, a nível sindical, de negociar com dirigentes fracos ou enfraquecidos. Esses, quando dialogam com o poder, fingem ignorar os defeitos e exaltam mesmo discretamente alguma virtude, na mira do melhor para as suas reivindicações...
Isto aconteceu há muito tempo...
Isso de Macau, pois a complacência com a criatura é de hoje. Pois foi. Aliás, curiosamente, no "site" do Ministério da Justiça, S. Exa. omite esta sua função de director do Gabinete dos Assuntos de Justiça em Macau, de que o demiti. No "site" do PS é que vem esta parte do seu currículo. Muito interessante, não acha?
Posso perguntar-lhe por que motivo aceitou falar agora?
Porque, finalmente, a nível dos factos, se sabe agora tudo - e está tudo documentado -, para que quem quiser julgar julgue por si. A revelação pelo blogue Verbo Jurídico do acórdão do Tribunal Administrativo é o ponto final. Nada fica à mercê de especulações. Percebe-se enfim quem é quem. Alberto Costa escreveu um dia um livro a que chamou "Esta não é a Minha Polícia". Eu, que ando pelos corredores da Justiça, posso dizer: este não é o meu ministro. Só que sei porquê - e explico. Neste momento talvez seja uma boa altura para se explicar. Talvez haja quem, finalmente, queira ouvir pelo menos parte da história. Não é que algo mude. É só para não fazerem de conta
sexta-feira, 3 de abril de 2009
ESPANTADOS?
Estão espantados por um corrupto dar emprego a outro corrupto?
E por estas situações sistemáticas ocorrerem habitualmente na mais perfeita normalidade e desta vez devido ao barulho feito, aqueles que há largos anos encobrem este tipo de situação se estarem a desmarcar e a (pretensamente) insurgir-se?
Eu NÃO!
Temos um país corrompido, com uma classe política corrupta a boiar no meio da maior imundíce. Uma percentagem significativa de deputados e autarcas devia estar preso e ao invés e é o que se vê. A impunidade é total.
E em vez de se revoltarem contra esses que os roubam, os portugueses continuam a reelegê-los.
Triste país, este.
(Publicado simulataneamente no Democracia Liberal - editorial e no Fumaças
E por estas situações sistemáticas ocorrerem habitualmente na mais perfeita normalidade e desta vez devido ao barulho feito, aqueles que há largos anos encobrem este tipo de situação se estarem a desmarcar e a (pretensamente) insurgir-se?
Eu NÃO!
Temos um país corrompido, com uma classe política corrupta a boiar no meio da maior imundíce. Uma percentagem significativa de deputados e autarcas devia estar preso e ao invés e é o que se vê. A impunidade é total.
E em vez de se revoltarem contra esses que os roubam, os portugueses continuam a reelegê-los.
Triste país, este.
(Publicado simulataneamente no Democracia Liberal - editorial e no Fumaças
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Corrupção,
Criminalidade
É TÃO BOM TER AMIGOS....
Um currículo magnífico:
Despedido/Contrato não renovado na JC Tours
Despedido/Contrato não renovado na Porto Bay Hotels
Despedido/Contrato não renovado na Charming Hotels
Na área do turismo ninguém o queria...
Mais uma excelente escolha!
Despedido/Contrato não renovado na JC Tours
Despedido/Contrato não renovado na Porto Bay Hotels
Despedido/Contrato não renovado na Charming Hotels
Na área do turismo ninguém o queria...
Mais uma excelente escolha!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
SEGUROS?
Quem tem dinheiro no bolso e fuma charutos cubanos, arrota postas de bacalhau e pode dizer que "ter seguro é um acto de civismo".
Mas quem vai sobrevivendo (mal),quase sem dinheiro para comer, tem de fazer opções e não faz seguros, rezando para que nada aconteça!
Mas quem vai sobrevivendo (mal),quase sem dinheiro para comer, tem de fazer opções e não faz seguros, rezando para que nada aconteça!
segunda-feira, 30 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
NÃO ACEITOU SER YES MAN DA SRA ESTUDANTE...

Como mostrou que não concordava com o rumo tomado... (se é que há algum rumo...)
Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira
Álvaro Bernardes deixa AP Madeira três anos depois do arranque da parceria
Álvaro Bernardes deixou o lugar de director comercial da Associação de Promoção (AP) da Madeira. Contratado em 2005 por dois anos, viu o seu contrato renovado por mais um ano, em 2008. Este ano, a AP alegou corte de custos e não renovou o contrato. Na hora da despedida a direcção da AP destacou o trabalho que o técnico desenvolveu e a dedicação que colocou na sua prestação de serviço.
O conhecido técnico de turismo sai com a satisfação do dever cumprido, certo da utilidade daquela associação e do programa de trabalho que tem sido desenvolvido nestes últimos anos. Destaca por isso a nova imagem da Madeira, potenciada com a extrema ligação à Natureza, que Oto Oliveira, primeiro director-executivo da associação, bem soube implementar. Contudo tem alguns reparos, que diz ser sugestões de quem está há muitos anos no sector, para que se verifique uma maior harmonização no relacionamento com os grandes operadores turísticos e uma melhor presença e estímulo do destino Madeira junto do consumidor final.
Álvaro Bernardes destaca, por isso, que o modelo de promoção agora em curso merece uma reflexão de quem de direito. A AP Madeira é responsável por dezena e meia de mercados na Europa, enquanto a Direcção Regional de Turismo é responsável directa pelo mercado nacional, pelos mercados emergentes e outros mais longínquos, aos quais apenas chegamos em campanhas nacionais.
Na opinião do antigo director comercial da AP Madeira esta divisão de competências gera alguma confusão nos mercados onde os grandes operadores turísticos mundiais têm influência também, nomeadamente nos países de Leste. São obrigados a dois interlocutores no mesmo destino.
"A AP Madeira tem uma equipa pequena, é certo, mas tem trabalhado bem. As instalações são más, precisam de algum desafogo e dignidade, mas o pessoal é muito profissional. É este trabalho, juntamente com o da ANAM, nos aeroportos, que preparou a Madeira para entrar nesta situação de crise e de abrandamento das viagens a nível global, com alguma esperança de que os resultados não serão tão negativos como, antes, se poderiam prever", considera Álvaro Bernardes.
A AP Madeira teve nestes últimos meses um trabalho muito importante de relações públicas nos principais mercados europeus, duma forma particular naqueles de onde são originários os turistas que mais se alojam na Madeira. "Um excelente trabalho de marketing que mostrou a mais-valia desta parceria entre público e privado e que dá indicações de que no futuro este sistema de contratualização deverá prosseguir e intensificar-se", classifica Álvaro Bernardes.
A promoção da Madeira foi relançada, sem preocupações de resultados financeiros imediatos. São necessárias mais verbas - o eterno problema... - mas Bernardes avisa que "não podemos improvisar, nem desmobilizar na promoção, mesmo em época de retracção de mercados, porque os frutos dessa plantação colhem-se sempre depois".
Desde 1973 no turismo
Álvaro Bernardes começou a trabalhar no sector do Turismo em 1973. Entrou para a agência de viagens Star, no Funhal, logo que foi desmobilizado do serviço militar obrigatório, que cumpriu na ex-colónia de Angola. Passou depois para a agência de viagens Viva Travel (actual Intervisa) propriedade do Grupo Pestana, onde se manteve até 2005. Acumulou no último ano funções de director-geral e de administrador da empresa. Entrou na AP Madeira com um contrato de prestador de serviços, percorrendo diveras feiras e países europeus com a pasta de director comercial.
Catanho Fernandes
quarta-feira, 25 de março de 2009
PND quer discutir prática democrática da Madeira em São Bento

Com a devida vénia ao Diário Cidade
O Partido da Nova Democracia pretende realizar em Lisboa uma conferência/debate subordinada ao tema “Madeira: Prática Democrática 35 anos após o 25 de Abril”. Baltasar Aguiar já endereçou uma carta a Jaime Gama a solicitar a cedência de um espaço no Palácio de São Bento, mas até ao momento ainda não recebeu qualquer resposta.
O Partido da Nova Democracia (PND ) está a desenvolver esforços no sentido de realizar em Lisboa uma conferência/debate subordinada ao tema “Madeira: Prática Democrática 35 anos após o 25 de Abril”, dirigida aos deputados de todos os partidos da Assembleia da República e da Assembleia Legislativa da Madeira, ex-líderes partidários e parlamentares regionais, jornalistas e madeirenses residentes no continente.
Nesta iniciativa irão ser abordados um conjunto de assuntos, designadamente: a prática democrática da Madeira nos últimos 30 anos; o estatuto da oposição na Madeira; a prática regimental no Parlamento regional; e o cumprimento dos princípios de isenção durante os períodos eleitorais.
A referida conferência/debate deverá contar com as intervenções de constitucionalistas e de reconhecidos juristas, especialistas em questões constitucionais e em direitos, liberdades e garantias.
O PND pretende que esta iniciativa tenha lugar no Palácio de São Bento (Lisboa), devendo a mesma decorrer entre os dias 24, 25 ou 26 de Abril. Para o efeito, o deputado único do PND , Baltasar Aguiar, endereçou uma carta, datada de 18 de Março de 2009, ao presidente da Assembleia da República a solicitar a cedência de um espaço no Palácio de São Bento. Na mesma carta, Baltazar Aguiar aproveitou para convidar Jaime Gama para presidir à cerimónia de abertura da conferência.
“Com esta iniciativa estamos, sem dúvida, a ‘encostar o dr. Jaime Gama à parede’.
Não pretendemos que ele mude mais uma vez de posição sobre a Madeira, simplesmente que ouça outras versões sobre a realidade madeirense e aceite a realização de um debate plural, elevado e participado na casa nacional da democracia – que é a Assembleia da República”, observou o deputado do PND .
Baltasar Aguiar referiu, igualmente, que esta conferência/debate tem como objectivo “responder proactivamente à proibição jardinista” de comemorar o 25 de Abril na Madeira”.
Até ao momento, Jaime Gama ainda não respondeu à referida carta. “Começo a temer que a resposta possa ser negativa, porque o senhor presidente da Assembleia da República veio à Madeira dizer, mais uma vez, que a Região era uma espécie de regime democrático consolidado, bem como veio fazer um ‘branqueamento’ do que se passa na Madeira e fazer um elogio público, sem nenhuma colagem da realidade, do regime regional”, frisou o deputado.
Contudo, e independentemente da resposta de Jaime Gama, o PND já está a trabalhar “no terreno” no sentido de realizar a iniciativa. “Eu (Baltasar Aguiar) e o Gil Canha fomos 3 dias a Lisboa para dar os primeiros passos de preparação da dita conferência e reunimos, entre outras personalidades, com o vice-presidente da Assembleia da República, Manuel Alegre, que se mostrou favorável à iniciativa”, realçou o deputado do PND , acrescentando que a oposição regional e diversos jornalistas também se mostraram receptivos à realização desta iniciativa.
J.T
segunda-feira, 23 de março de 2009
É DA FAMÍLIA?
Esse Sr. Gama de que falam os jornais, que foi passar um fim-de-semana prolongado à Madeira será da família do Lucílio Baptista?
NOTÍCIAS DO PARAÍSO
15.000 a 35.000 alcoólicos na Madeira?
..... O estudo epidemiológico, feito em 2006, mostrou que há, entre a população madeirense, 7,6% de potenciais dependentes. Os números, no entanto, não são consensuais.
Rui Cardoso, da 'Mão Amiga', refere a existência de 35 mil madeirenses com problemas de álcool, mas Emanuel Alves e Sérgio Lima, psicólogo e enfermeiro do Centro Ricardo Pampuri da Casa de Saúde de São João de Deus, dizem que os 7,6% são o que mais se aproxima da realidade, resulta do único estudo sobre consumo de álcool feito até hoje na Madeira, que representará um universo de 15 a 20 mil dependentes.
15 ou 30 mil dependentes, o que os técnicos e responsáveis pelas associações conhecem são as pessoas que chegam a pedir apoio. São encaminhadas por amigos, pela família ou pelas comissões concelhias de saúde mental que funcionam nos centros de saúde. .....
Impossível! Como poderia o nosso grande líder ter deixado acontecer algo assim após os seus mais de 30 anos de reinado ininterrupto?
Tem de ser culpa do Sócrates! Só pode ser!
..... O estudo epidemiológico, feito em 2006, mostrou que há, entre a população madeirense, 7,6% de potenciais dependentes. Os números, no entanto, não são consensuais.
Rui Cardoso, da 'Mão Amiga', refere a existência de 35 mil madeirenses com problemas de álcool, mas Emanuel Alves e Sérgio Lima, psicólogo e enfermeiro do Centro Ricardo Pampuri da Casa de Saúde de São João de Deus, dizem que os 7,6% são o que mais se aproxima da realidade, resulta do único estudo sobre consumo de álcool feito até hoje na Madeira, que representará um universo de 15 a 20 mil dependentes.
15 ou 30 mil dependentes, o que os técnicos e responsáveis pelas associações conhecem são as pessoas que chegam a pedir apoio. São encaminhadas por amigos, pela família ou pelas comissões concelhias de saúde mental que funcionam nos centros de saúde. .....
Impossível! Como poderia o nosso grande líder ter deixado acontecer algo assim após os seus mais de 30 anos de reinado ininterrupto?
Tem de ser culpa do Sócrates! Só pode ser!
sábado, 21 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
RIBEIRA DO FAIAL
Um joguinho: tentem construir uma frase usando estas palavras. Mas guardem-na na vossa cabeça. Pode ser que se lembrem disso a próxima vez que forem votar...
ATENTADOS AMBIENTAIS
CACA
CONIVÊNCIA
CORRUPÇÃO
CUMPLICIDADE
INERTES
INIMPUTÁVEIS
ATENTADOS AMBIENTAIS
CACA
CONIVÊNCIA
CORRUPÇÃO
CUMPLICIDADE
INERTES
INIMPUTÁVEIS
quarta-feira, 18 de março de 2009
MISSÃO CÂMARA DE LOBOS
MISSÃO CÂMARA DE LOBOS
José Manuel Coelho, apresentou a sua candidatura pelo partido da NOVA DEMOCRACIA às autárquicas no concelho de Câmara de Lobos. “Uma exigência” dos muitos moradores que se sentem lesados pelas práticas da actual vereação, afirmou. Acrescentando que “os munícipes acusam os autarcas de terem empresas de construção civil e através dessas empresas fazerem todas as obras da câmara municipal e juntas de freguesias”. Até mesmo os pequenos empresários queixam-se que não ganham nada e têm as empresas quase em situação de falência. A candidatura vem responder também à “falta de confiança que as pessoas têm na oposição”.
Publicado no jornal Diário Cidade
segunda-feira, 16 de março de 2009
TURISMO DA MADEIRA NA FEIRA DE BERLIM
Mais um descalabro a presença da Madeira na Feira de Berlim (a maior do mundo no sector), a semana passada. Cada vez mais parece que o lugar da D. Estudante só serve para ela e as suas amigas irem passear (neste caso ela até estava em digressão por outro lado...).
Se houvesse vontade, ainda poderiam ter aprendido algo com a presença do Algarve no mesmo evento... Uma presença que fez a diferença principalmente se comparado com o soturno stand da Madeira.
E enquanto cresce a contestação a esta senhora nos meios do turismo madeirense (sem qualquer reacção do grande líder), vão sendo efectuadas sucessivas purgas de qualquer um que mostre um mínimo de competência e não seja yes man ou yes woman!
Se houvesse vontade, ainda poderiam ter aprendido algo com a presença do Algarve no mesmo evento... Uma presença que fez a diferença principalmente se comparado com o soturno stand da Madeira.
E enquanto cresce a contestação a esta senhora nos meios do turismo madeirense (sem qualquer reacção do grande líder), vão sendo efectuadas sucessivas purgas de qualquer um que mostre um mínimo de competência e não seja yes man ou yes woman!
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