Mais umas chuvadas e tudo de coração na boca!
Tudo na mesma, sem que os governantes tomem medidas de fundo. As ribeiras continuam com estrangulamentos por todo o lado com ocupação dos leitos de cheia e no Funchal nem sequer se faz a limpeza dos sistemas de drenagem quando são anunciados alertas de mau tempo.
E depois, vão dizer mais uma vez que é maré de azar!
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
MAIS UMA VEZ...
É azar, porque estes senhores são muito competentes!
E oito meses são muito pouco tempo para fazer seja o que for...
E oito meses são muito pouco tempo para fazer seja o que for...
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
BENDITO RALLY!
É isto que dizem nesta altura os habitantes da Serra d' Água ao verem finalmente a ser repostas as estradas que desapareceram na enxurrada de 20 de Fevereiro.
Depois de seis meses completamente esquecidos pelo poder instalado, foi necessário o Rally da Madeira para num instante as estradas principais serem reconstruídas.
As outras? Pelo andar da carruagem talvez dentro de dois ou três anos...
Depois de seis meses completamente esquecidos pelo poder instalado, foi necessário o Rally da Madeira para num instante as estradas principais serem reconstruídas.
As outras? Pelo andar da carruagem talvez dentro de dois ou três anos...
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Ainda o "PRÓS E PRÓS" - Carta do PND- Madeira enviada à Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Exmo. Sr. Presidente
da Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Avenida 24 de Julho, n.º58
1200-869 Lisboa
25 de Março de 2010
Exmo. Sr.
No dia 22 de Março de 2010, a RTP1 dedicou um seu programa “Prós e Contras”, dirigido pela apresentadora Fátima Campos, à intempérie ocorrida em 20 de Fevereiro de 2010.
O programa foi emitido a partir da Madeira, no cais da cidade junto ao novo aterro de pedras, areias e lamas aí depositados desde a mencionada intempérie.
Esperava-se de uma estação que tem por objecto o serviço público televisivo em Portugal, que este programa fosse participado, plural, propiciador do contraditório e isento.
Ora, como foi dado ver a todo o público, esse programa não foi participado, foi concorrido e engarrafado, salvo raras e honrosas excepções, pelas personalidades mais marcantes do “sistema” e da clique dirigente regional: o Secretário Regional do Equipamento Social, Santos Costa (PSD), o Vice-presidente do Governo Regional, Cunha e Silva (PSD), o Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque (PSD), o Vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel de Sousa (PSD), o Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava (PSD), diversos outros responsáveis autárquicos (PSD), dirigentes das maiores construtoras regionais, AFA, Tecnovia e Tâmega (todos próximos do PSD), vários empresários regionais próximos do PSD e/ou do Governo Regional, Miguel Sousa da Porto Santo Line e monopolista dos Portos da Madeira, Theotónio Pereira do Grupo Pestana, concessionário do Jogo e da Zona Franca, o Presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal (também administrador da Porto Santo Line), António Henriques, sócio de Jaime Ramos (PSD) no Funchal Centrum/Dolce Vita, e diversas entidades regionais, todas ligadas ao sistema político construído na Madeira desde há 30 anos, todas ligadas por interesses e/ou dependência hierárquica às entidades governativas regionais.
Tal programa não foi plural e efectivamente nele não estiveram presentes importantes personalidades da sociedade civil madeirense que têm intervindo e opinado sobre a intempérie do dia 20 de Fevereiro e que ao longo dos anos defenderam politicas de ordenamento, de prevenção de catástrofes e de investimentos públicos diferentes das que foram seguidas até hoje pelo governo regional, nem sequer foram convidados (e era o mínimo que se esperaria de um programa como este) jornalistas de órgãos da comunicação social regional e correspondentes na Madeira de órgãos da comunicação social nacional, designadamente do Diário de Notícias, do Tribuna da Madeira, da RDP, da RTP-M, da TSF, do Garajau, do Público, Diário de Notícias de Lisboa, da Lusa, da SIC e da TVI, sendo certo que muitos há nesses meios de comunicação que dão garantias de independência e isenção informativa.
Necessariamente com um tal painel unicolor do sistema regional, o “Prós e Contras” não foi um programa propiciador do debate, mas foi um momento (aliás, especialmente deplorável) de autêntica propaganda da liderança regional, em termos tão evidentes que levaram o professor João Batista, (que verdadeiramente se destacou de entre todos os presentes no programa como uma excepção de conhecimento técnico, desprendimento e independência política), a referir, em jeito de conclusão final, que aquele programa não tinha sido um “Prós e Contras” mas um “Prós e Prós”.
Mas o mais grave é que, por intervenção da jornalista Fátima Campos, o dito programa foi transformado, não sem um tocante mau gosto piroso, num tempo de antena do PSD-Madeira, com a referida jornalista a conduzir todo o programa para o louvor à acção governativa regional e, pior, para a idolatria do Presidente do Governo Regional e o elogio obviamente forçado de outros altos cargos dirigentes regionais, entre eles do engenheiro Santos Costa.
A dita jornalista, Fátima Campos, deve explicar publicamente as razões de tão extraordinário Programa e, porque é bem paga por todos os contribuintes nacionais, deve esclarecer como é que é possível que tenha transformado um assunto sério, num programa de propaganda de terceira categoria.
A jornalista Fátima Campos deve esclarecer porque razões foram afastados do debate pessoas como Hélder Spínola (ex presidente da Quercus), Violante Matos (ex deputada independente do Bloco de Esquerda), David Caldeira (empresário e ex deputado independente do PS), Carlos Pereira (ex director da ACIF e deputado do PS), Gil Canha (vereador independente do PND na CMF e ex director da associação ambiental COSMOS), Tolentino Nóbrega (correspondente do Público), Lília Bernardes (correspondente do DN de Lisboa), Vicente Jorge Silva (fundador do Público) Luís Calisto (director do DN da Madeira), Gaudêncio Figueira (ex secretário regional), Miguel Torres Cunha (jornalista do DN), Rui Marote (ex membro da Assembleia Municipal da CMF pelo CDS e ex jornalista do DN da Madeira), Rosário Martins (correspondente do SOL).
Uma vez que na discutida emissão do “Prós e Contras” agradeceu a colaboração da RTP-Madeira, a jornalista Fátima Campos deve esclarecer ainda que indicações ou sugestões lhe deu a Direcção da mesma sobre o quadro de participantes naquele programa.
Num momento em que o país atravessa uma gravíssima crise económica, são também preocupantes os sinais de degradação moral das instituições públicas nacionais, entre elas a Televisão de Serviço Público, a RTP.
Este programa, a conduta, os termos e modos nele assumidos pela jornalista Fátima Campos, são bem um sinal dessa degradação, senão mesmo dessa corrupção moral.
Assim, solicitamos a V. Exa. a abertura de um inquérito pelos factos denunciados, em especial para apuramento de responsabilidades da jornalista Fátima Campos e da Direcção da RTP-Madeira.
Pede e espera deferimento o requerente
_______________________________________________
(José Manuel da Mata Vieira Coelho)
da Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Avenida 24 de Julho, n.º58
1200-869 Lisboa
25 de Março de 2010
Exmo. Sr.
No dia 22 de Março de 2010, a RTP1 dedicou um seu programa “Prós e Contras”, dirigido pela apresentadora Fátima Campos, à intempérie ocorrida em 20 de Fevereiro de 2010.
O programa foi emitido a partir da Madeira, no cais da cidade junto ao novo aterro de pedras, areias e lamas aí depositados desde a mencionada intempérie.
Esperava-se de uma estação que tem por objecto o serviço público televisivo em Portugal, que este programa fosse participado, plural, propiciador do contraditório e isento.
Ora, como foi dado ver a todo o público, esse programa não foi participado, foi concorrido e engarrafado, salvo raras e honrosas excepções, pelas personalidades mais marcantes do “sistema” e da clique dirigente regional: o Secretário Regional do Equipamento Social, Santos Costa (PSD), o Vice-presidente do Governo Regional, Cunha e Silva (PSD), o Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque (PSD), o Vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel de Sousa (PSD), o Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava (PSD), diversos outros responsáveis autárquicos (PSD), dirigentes das maiores construtoras regionais, AFA, Tecnovia e Tâmega (todos próximos do PSD), vários empresários regionais próximos do PSD e/ou do Governo Regional, Miguel Sousa da Porto Santo Line e monopolista dos Portos da Madeira, Theotónio Pereira do Grupo Pestana, concessionário do Jogo e da Zona Franca, o Presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal (também administrador da Porto Santo Line), António Henriques, sócio de Jaime Ramos (PSD) no Funchal Centrum/Dolce Vita, e diversas entidades regionais, todas ligadas ao sistema político construído na Madeira desde há 30 anos, todas ligadas por interesses e/ou dependência hierárquica às entidades governativas regionais.
Tal programa não foi plural e efectivamente nele não estiveram presentes importantes personalidades da sociedade civil madeirense que têm intervindo e opinado sobre a intempérie do dia 20 de Fevereiro e que ao longo dos anos defenderam politicas de ordenamento, de prevenção de catástrofes e de investimentos públicos diferentes das que foram seguidas até hoje pelo governo regional, nem sequer foram convidados (e era o mínimo que se esperaria de um programa como este) jornalistas de órgãos da comunicação social regional e correspondentes na Madeira de órgãos da comunicação social nacional, designadamente do Diário de Notícias, do Tribuna da Madeira, da RDP, da RTP-M, da TSF, do Garajau, do Público, Diário de Notícias de Lisboa, da Lusa, da SIC e da TVI, sendo certo que muitos há nesses meios de comunicação que dão garantias de independência e isenção informativa.
Necessariamente com um tal painel unicolor do sistema regional, o “Prós e Contras” não foi um programa propiciador do debate, mas foi um momento (aliás, especialmente deplorável) de autêntica propaganda da liderança regional, em termos tão evidentes que levaram o professor João Batista, (que verdadeiramente se destacou de entre todos os presentes no programa como uma excepção de conhecimento técnico, desprendimento e independência política), a referir, em jeito de conclusão final, que aquele programa não tinha sido um “Prós e Contras” mas um “Prós e Prós”.
Mas o mais grave é que, por intervenção da jornalista Fátima Campos, o dito programa foi transformado, não sem um tocante mau gosto piroso, num tempo de antena do PSD-Madeira, com a referida jornalista a conduzir todo o programa para o louvor à acção governativa regional e, pior, para a idolatria do Presidente do Governo Regional e o elogio obviamente forçado de outros altos cargos dirigentes regionais, entre eles do engenheiro Santos Costa.
A dita jornalista, Fátima Campos, deve explicar publicamente as razões de tão extraordinário Programa e, porque é bem paga por todos os contribuintes nacionais, deve esclarecer como é que é possível que tenha transformado um assunto sério, num programa de propaganda de terceira categoria.
A jornalista Fátima Campos deve esclarecer porque razões foram afastados do debate pessoas como Hélder Spínola (ex presidente da Quercus), Violante Matos (ex deputada independente do Bloco de Esquerda), David Caldeira (empresário e ex deputado independente do PS), Carlos Pereira (ex director da ACIF e deputado do PS), Gil Canha (vereador independente do PND na CMF e ex director da associação ambiental COSMOS), Tolentino Nóbrega (correspondente do Público), Lília Bernardes (correspondente do DN de Lisboa), Vicente Jorge Silva (fundador do Público) Luís Calisto (director do DN da Madeira), Gaudêncio Figueira (ex secretário regional), Miguel Torres Cunha (jornalista do DN), Rui Marote (ex membro da Assembleia Municipal da CMF pelo CDS e ex jornalista do DN da Madeira), Rosário Martins (correspondente do SOL).
Uma vez que na discutida emissão do “Prós e Contras” agradeceu a colaboração da RTP-Madeira, a jornalista Fátima Campos deve esclarecer ainda que indicações ou sugestões lhe deu a Direcção da mesma sobre o quadro de participantes naquele programa.
Num momento em que o país atravessa uma gravíssima crise económica, são também preocupantes os sinais de degradação moral das instituições públicas nacionais, entre elas a Televisão de Serviço Público, a RTP.
Este programa, a conduta, os termos e modos nele assumidos pela jornalista Fátima Campos, são bem um sinal dessa degradação, senão mesmo dessa corrupção moral.
Assim, solicitamos a V. Exa. a abertura de um inquérito pelos factos denunciados, em especial para apuramento de responsabilidades da jornalista Fátima Campos e da Direcção da RTP-Madeira.
Pede e espera deferimento o requerente
_______________________________________________
(José Manuel da Mata Vieira Coelho)
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
DESAFIO AO GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA
Desafio o Governo Regional da Madeira, que diz agir com plena transparência, a publicar uma listagem das vítimas da intempérie da passada semana, à semelhança do que é feito noutros locais (como por exemplo recentemente em Angra dos Reis, no Brasil).
E já agora que indiquem qual era a localização das vítimas para podermos ajuizar quantas mortes ocorreram devido às pessoas estarem a viver em sítios onde deveria ser proibida a construção.
E já agora que indiquem qual era a localização das vítimas para podermos ajuizar quantas mortes ocorreram devido às pessoas estarem a viver em sítios onde deveria ser proibida a construção.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
QUEM MENTE?
Com uma simples busca na net, facilmente se chega a um número confirmado de 42 mortos, mais outros 3 garantidamente falecidos... Fora o resto...
CALHETA - 3 mortos Presidente da Câmara - 23 de Fevereiro
RIBEIRA BRAVA - 5 mortos Três corpos já tinham sido recuperados, outros dois foram encontrados pelas equipas de busca ao longo do dia de ontem na zona da Meia Légua. Dois continuam por descobrir. - 24 de Fevereiro
SANTA CRUZ - 2 mortos O autarca, que já contabiliza dois mortos no seu concelho devido à intempérie nas freguesias da Camacha e Gaula - 22 de Fevereiro
CÂMARA DE LOBOS - 2 mortos Em Câmara de Lobos, há uma morte a registar, no Curral das Freiras, onde uma pessoa está ainda desaparecida, e outra no Jardim da Serra - 24 de Fevereiro
MACHICO - 1 morto a chuva intensa acabou por ser a responsável pela morte de um idoso, de cerca de 80 anos, na Ribeira de Machico - 24 de Fevereiro
FUNCHAL - 29 mortos presidente da Câmara local, Miguel Albuquerque, referir um total no concelho de 29 - 24 de Fevereiro
Madeira: governo regional confirma 39 mortos
CALHETA - 3 mortos Presidente da Câmara - 23 de Fevereiro
RIBEIRA BRAVA - 5 mortos Três corpos já tinham sido recuperados, outros dois foram encontrados pelas equipas de busca ao longo do dia de ontem na zona da Meia Légua. Dois continuam por descobrir. - 24 de Fevereiro
SANTA CRUZ - 2 mortos O autarca, que já contabiliza dois mortos no seu concelho devido à intempérie nas freguesias da Camacha e Gaula - 22 de Fevereiro
CÂMARA DE LOBOS - 2 mortos Em Câmara de Lobos, há uma morte a registar, no Curral das Freiras, onde uma pessoa está ainda desaparecida, e outra no Jardim da Serra - 24 de Fevereiro
MACHICO - 1 morto a chuva intensa acabou por ser a responsável pela morte de um idoso, de cerca de 80 anos, na Ribeira de Machico - 24 de Fevereiro
FUNCHAL - 29 mortos presidente da Câmara local, Miguel Albuquerque, referir um total no concelho de 29 - 24 de Fevereiro
Madeira: governo regional confirma 39 mortos
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
DONATIVOS - CÁRITAS DO FUNCHAL
Colabore com o seu donativo
A Cáritas Diocesana precisa da sua colaboração para poder agir. Não fique indiferente faça o seu donativo
Na sede à Calçada do Pico, 59.
Na conta nº 1626371377, NIB nº 003800011626371377113 do Banif e mediante a apresentação do talão de depósito (presencial, por fax ou correio), será emitida, na sede, o recibo ou declaração.
A Cáritas Diocesana precisa da sua colaboração para poder agir. Não fique indiferente faça o seu donativo
Na sede à Calçada do Pico, 59.
Na conta nº 1626371377, NIB nº 003800011626371377113 do Banif e mediante a apresentação do talão de depósito (presencial, por fax ou correio), será emitida, na sede, o recibo ou declaração.
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