Os meus parabéns!
Posso-vos garantir que deu muita luta, principalmente à "porta-voz" do sistema Marina Costa Lobo.
Manuel Monteiro defendeu nesta quarta-feira a sua tese de doutoramento sendo aprovado com 18 valores “por unanimidade” e com “distinção e louvor também por unanimidade”, tendo o presidente do júri, o reitor da Universidade Lusíada, Diamantino Durão salientado ainda o “valor científico da tese e a qualidade da sua defesa pública”.
A tese tem como título “Do recenseamento eleitoral em Portugal”, propõe uma reestruturação do tipo de recenseamento eleitoral que há em Portugal que é obrigatório, para um sistema de voto voluntário.
Além disso, Monteiro defende na sua tese que o número de eleitos para a assembleia da República ou para os órgãos de poder regional ou local passe a ser variável e a depender da participação eleitoral, isto porque o s números dos recenseados seriam indicativos para estabelecer os mandatos, mas depois a eleição efectiva dependeria do número de votantes e da abstenção. Por exemplo, com uma taxa de abstenção de 20 % em legislativas só seriam eleitos 80 % dos deputados, que o recenseamento estabelecia à partida.
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Missão Minho de Manuel Monteiro lança combate à corrupção
O combate à corrupção é a bandeira deste cartaz da campanha de Manuel Monteiro para as eleições legislativas. O ex-dirigente do CDS-PP e do Partido da Nova Democracia vai concorrer pelo distrito de Braga pelo Movimento ‘Missão Minho’
Com a devida vénia ao Sol
«O combate a um sistema corrupto, mafioso e de tentáculos muito poderosos» é a mensagem do cartaz que jovens universitários conceberam para o Movimento ‘Missão Minho’, liderado por Manuel Monteiro.
O ex-dirigente do CDS-PP e do Partido da Nova Democracia (PND) vai concorrer às próximas legislativas pelo distrito de Braga pelo Movimento ‘Missão Minho’, uma das zonas onde a direita tem mais peso.
Ambiente, combustíveis, câmaras, urbanismo, futebol, partidos, bancos, água e energia surgem no cartaz envolvidos nos tentáculos de um polvo – a máfia, o sistema –, mas a Missão Minho manifesta a sua vontade de combater este estado de coisas: «A luta começou».
Em Janeiro, aquando da sua saída da liderança do PND, Monteiro mostrou-se descontente com os resultados do partido durante a sua liderança.
«Saio porque errei, porque não segui a estratégia correcta. Errei, porque não fui humilde. Não acrescentei nada, do ponto de vista político, à Nova Democracia, e a Nova Democracia não acrescentou nada a mim próprio», disse o próprio, na altura.
Lusa / SOL
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Monteiro reúne-se hoje com Cavaco
Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira
PND Quer "equipa ou procurador da República especial" destacado para a Região
Data: 14-11-2008
"Tive a oportunidade de transmitir ao senhor Procurador-Geral da República (PGR) que deveria ser nomeada ou uma equipa especial ou um procurador especial para conduzir todos os processos na Madeira, à semelhança do que já foi seguido noutros processos, noutros pontos do país". A afirmação é do líder demissionário do PND, Manuel Monteiro, no final de uma audiência ontem com Pinto Monteiro.
Para o responsável, "o imenso trabalho que seguramente ocupa os representantes do Ministério Público na Madeira" tem impedido a "celeridade" na resolução de processos na região.
"Aquilo que se vive na Madeira é muitas vezes um Estado em que vigora a lei da força e não a força da lei", acusou. E prosseguiu: "Há muitos anos que os portugueses vêm assistindo a um conjunto de senhores que têm a máxima 'quero, posso e mando', estou-me nas tintas para o que se pratica na República, não quero saber das leis da República e só utilizo as leis da República na medida em que me são vantajosas e convenientes (...) é tempo de dizer basta!".
Manuel Monteiro, que pediu esta audiência na sequência dos acontecimentos na Assembleia Legislativa da Madeira, considerou o encontro "extraordinariamente positivo e útil", recusando-se a adiantar qual foi a resposta do PGR a este apelo "[Pinto Monteiro] ouviu-me durante muito tempo, não vou responder por ele, competirá a ele ou ao seu gabinete dar essa resposta", disse.
Depois da reunião com o procurador, Manuel Monteiro reúne-se hoje de manhã com o Presidente da República, Cavaco Silva, a quem leva as mesmas preocupações.
Sandra Cardoso, em Lisboa
PND Quer "equipa ou procurador da República especial" destacado para a Região
Data: 14-11-2008
"Tive a oportunidade de transmitir ao senhor Procurador-Geral da República (PGR) que deveria ser nomeada ou uma equipa especial ou um procurador especial para conduzir todos os processos na Madeira, à semelhança do que já foi seguido noutros processos, noutros pontos do país". A afirmação é do líder demissionário do PND, Manuel Monteiro, no final de uma audiência ontem com Pinto Monteiro.
Para o responsável, "o imenso trabalho que seguramente ocupa os representantes do Ministério Público na Madeira" tem impedido a "celeridade" na resolução de processos na região.
"Aquilo que se vive na Madeira é muitas vezes um Estado em que vigora a lei da força e não a força da lei", acusou. E prosseguiu: "Há muitos anos que os portugueses vêm assistindo a um conjunto de senhores que têm a máxima 'quero, posso e mando', estou-me nas tintas para o que se pratica na República, não quero saber das leis da República e só utilizo as leis da República na medida em que me são vantajosas e convenientes (...) é tempo de dizer basta!".
Manuel Monteiro, que pediu esta audiência na sequência dos acontecimentos na Assembleia Legislativa da Madeira, considerou o encontro "extraordinariamente positivo e útil", recusando-se a adiantar qual foi a resposta do PGR a este apelo "[Pinto Monteiro] ouviu-me durante muito tempo, não vou responder por ele, competirá a ele ou ao seu gabinete dar essa resposta", disse.
Depois da reunião com o procurador, Manuel Monteiro reúne-se hoje de manhã com o Presidente da República, Cavaco Silva, a quem leva as mesmas preocupações.
Sandra Cardoso, em Lisboa
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Manuel Monteiro quer "equipa ou procurador da República especial" destacado para a região
PND apresenta queixa-crime contra Miguel Mendonça
Data: 13-11-2008
O líder demissionário do PND, Manuel Monteiro, anunciou hoje que o seu partido vai apresentar uma queixa-crime contra o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel Mendonça, na sequência do incidente com o deputado José Manuel Coelho.

O deputado regional do PND, José Manuel Coelho, está no centro de uma polémica depois de ter desfraldado no hemiciclo uma bandeira nazi o que levou o PSD-M a aprovar um requerimento, considerado ilegal e inconstitucional, de retirada do mandato ao parlamentar da Nova Democracia. O deputado acabou por ter a entrada barrada no Parlamento por ordem de Miguel Mendonça.
O PSD acabou por recuar e hoje a Assembleia (AML) retomou os trabalhos normais, aprovando por unanimidade um requerimento em que são revogadas decisões tomadas em sessões anteriores suspendendo o deputado do PND José Manuel Coelho.
Hoje, à saída de um encontro com o Procurador Geral da República, Manuel Monteiro considerou que os recentes acontecimentos não "apagam a ilegalidade" cometida por Miguel Mendonça e por isso anunciou que o PND vai processar o presidente da ALM.
PND quer "equipa ou procurador da República especial" destacado para a região
O presidente do Partido da Nova Democracia (PND) propôs hoje ao Procurador-Geral da República a nomeação de uma "equipa ou de um procurador especial" para lidar com as alegadas "ilegalidades" na região autónoma da Madeira.
"Tive a oportunidade de transmitir ao senhor Procurador-Geral da República (PGR) que deveria ser nomeada ou uma equipa especial ou um procurador especial para conduzir todos os processos na Madeira, à semelhança do que já foi seguido noutros processos, noutros pontos do país", afirmou Manuel Monteiro, no final de uma hora de audiência com Pinto Monteiro.
Para o líder demissionário do PND, "o imenso trabalho que seguramente ocupa os representantes do Ministério Público na Madeira" tem impedido a "celeridade" na resolução de processos na região.
"Aquilo que se vive na Madeira é muitas vezes um Estado em que vigora a lei da força e não a força da lei (...) há muitos anos que os portugueses vêm assistindo a um cojunto de senhores que têm a máxima 'quero, posso e mando, estou-me nas tintas para o que se pratica na República, não quero saber das leis da República e só utilizo as leis da República na medida em que me são vantajosas e convenientes (...) é tempo de dizer basta!", defendeu.
Questionado pelos jornalistas sobre a receptividade do PGR a esta ideia, e apesar de ter considerado o encontro "extraordinariemente positivo e útil", Monteiro recusou, no entanto, dar qualquer resposta.
"[O PGR] ouviu-me durante muito tempo, não vou responder por ele, competirá a ele ou ao seu gabinete dar essa resposta", disse.
Data: 13-11-2008
O líder demissionário do PND, Manuel Monteiro, anunciou hoje que o seu partido vai apresentar uma queixa-crime contra o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel Mendonça, na sequência do incidente com o deputado José Manuel Coelho.

O deputado regional do PND, José Manuel Coelho, está no centro de uma polémica depois de ter desfraldado no hemiciclo uma bandeira nazi o que levou o PSD-M a aprovar um requerimento, considerado ilegal e inconstitucional, de retirada do mandato ao parlamentar da Nova Democracia. O deputado acabou por ter a entrada barrada no Parlamento por ordem de Miguel Mendonça.
O PSD acabou por recuar e hoje a Assembleia (AML) retomou os trabalhos normais, aprovando por unanimidade um requerimento em que são revogadas decisões tomadas em sessões anteriores suspendendo o deputado do PND José Manuel Coelho.
Hoje, à saída de um encontro com o Procurador Geral da República, Manuel Monteiro considerou que os recentes acontecimentos não "apagam a ilegalidade" cometida por Miguel Mendonça e por isso anunciou que o PND vai processar o presidente da ALM.
PND quer "equipa ou procurador da República especial" destacado para a região
O presidente do Partido da Nova Democracia (PND) propôs hoje ao Procurador-Geral da República a nomeação de uma "equipa ou de um procurador especial" para lidar com as alegadas "ilegalidades" na região autónoma da Madeira.
"Tive a oportunidade de transmitir ao senhor Procurador-Geral da República (PGR) que deveria ser nomeada ou uma equipa especial ou um procurador especial para conduzir todos os processos na Madeira, à semelhança do que já foi seguido noutros processos, noutros pontos do país", afirmou Manuel Monteiro, no final de uma hora de audiência com Pinto Monteiro.
Para o líder demissionário do PND, "o imenso trabalho que seguramente ocupa os representantes do Ministério Público na Madeira" tem impedido a "celeridade" na resolução de processos na região.
"Aquilo que se vive na Madeira é muitas vezes um Estado em que vigora a lei da força e não a força da lei (...) há muitos anos que os portugueses vêm assistindo a um cojunto de senhores que têm a máxima 'quero, posso e mando, estou-me nas tintas para o que se pratica na República, não quero saber das leis da República e só utilizo as leis da República na medida em que me são vantajosas e convenientes (...) é tempo de dizer basta!", defendeu.
Questionado pelos jornalistas sobre a receptividade do PGR a esta ideia, e apesar de ter considerado o encontro "extraordinariemente positivo e útil", Monteiro recusou, no entanto, dar qualquer resposta.
"[O PGR] ouviu-me durante muito tempo, não vou responder por ele, competirá a ele ou ao seu gabinete dar essa resposta", disse.
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domingo, 9 de novembro de 2008
Manuel Monteiro vai alertar Cavaco para "branqueamento das ilegalidades" cometidas pelo PSD-Madeira
Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira
Líder demissionário do PND será recebido em audiência por Pinto Monteiro e por Cavaco Silva
Data: 09-11-2008

O líder demissionário do PND, Manuel Monteiro, vai alertar no final desta semana o Presidente da República e o Procurador-Geral da República para o "branqueamento das ilegalidades" que diz terem sido cometidas pelo PSD na Madeira.
Na próxima quinta-feira, Manuel Monteiro será recebido por Pinto Monteiro e no dia seguinte vai encontrar-se com Cavaco Silva, em duas audiências que solicitou com carácter de urgência no final da semana passada.
"Na Madeira vigora a lei da força e não a força da lei. Está a ser feito um branqueamento das ilegalidades e tudo porque o país está refém de Alberto João Jardim e tem medo dele", disse à Lusa o líder do Partido Nova Democracia (PND).
De acordo com Manuel Monteiro, o presidente da Assembleia Legislativa madeirense violou a lei dos crimes de responsabilidade política, ao suspender o mandato do deputado José Manuel Coelho, incorrendo, por isso, numa pena de prisão de seis meses a três anos.
"O ministro da República, representante do Chefe de Estado na Madeira, veio depois dizer que a normalidade estava reposta porque tinha sido aprovado um requerimento que autorizava o deputado a voltar a circular nas instalações do Parlamento. O que o ministro está a fazer é um branqueamento das ilegalidades apenas para salvar a face do PSD Madeira, que as cometeu", acusou.
Em declarações à Lusa, Manuel Monteiro classificou ainda como "um atentado ao normal funcionamento das instituições" a decisão de suspender os trabalhos parlamentares no arquipélago até que o tribunal se pronuncie sobre as queixas-crime apresentadas pelo PSD/M contra o deputado que desfraldou a bandeira nazi em plenário.
Lusa
Líder demissionário do PND será recebido em audiência por Pinto Monteiro e por Cavaco Silva
Data: 09-11-2008

O líder demissionário do PND, Manuel Monteiro, vai alertar no final desta semana o Presidente da República e o Procurador-Geral da República para o "branqueamento das ilegalidades" que diz terem sido cometidas pelo PSD na Madeira.
Na próxima quinta-feira, Manuel Monteiro será recebido por Pinto Monteiro e no dia seguinte vai encontrar-se com Cavaco Silva, em duas audiências que solicitou com carácter de urgência no final da semana passada.
"Na Madeira vigora a lei da força e não a força da lei. Está a ser feito um branqueamento das ilegalidades e tudo porque o país está refém de Alberto João Jardim e tem medo dele", disse à Lusa o líder do Partido Nova Democracia (PND).
De acordo com Manuel Monteiro, o presidente da Assembleia Legislativa madeirense violou a lei dos crimes de responsabilidade política, ao suspender o mandato do deputado José Manuel Coelho, incorrendo, por isso, numa pena de prisão de seis meses a três anos.
"O ministro da República, representante do Chefe de Estado na Madeira, veio depois dizer que a normalidade estava reposta porque tinha sido aprovado um requerimento que autorizava o deputado a voltar a circular nas instalações do Parlamento. O que o ministro está a fazer é um branqueamento das ilegalidades apenas para salvar a face do PSD Madeira, que as cometeu", acusou.
Em declarações à Lusa, Manuel Monteiro classificou ainda como "um atentado ao normal funcionamento das instituições" a decisão de suspender os trabalhos parlamentares no arquipélago até que o tribunal se pronuncie sobre as queixas-crime apresentadas pelo PSD/M contra o deputado que desfraldou a bandeira nazi em plenário.
Lusa
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