Mostrar mensagens com a etiqueta Jornalismo de terceira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornalismo de terceira. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 26 de março de 2012
BRILHANTE TVI !
Magnífica reportagem de encómio a Alberto João Jardim, hoje na TVI. Digna de uma qualquer reportagem de idêntica qualidade das televisões da Coreia do Norte, Cuba ou Venezuela sobre os seus grandes líderes.
A questão que se coloca é quanto terá custado aos contribuintes tal propaganda?
Etiquetas:
A.J.J.,
Jornalismo de terceira,
Madeira Nova,
Metem nojo
domingo, 2 de outubro de 2011
MAIS UM EXEMPLO DO "JORNALISMO" DO JORNAL DA MADEIRA
Ainda dizem os gajos que são jornalistas.
Neste caso, das duas uma: ou é pura ignorância da realidade e o sr. Pita desconhece qual o partido do sr. Coelho, ou (ainda pior) faz de propósito para lançar a confusão nas mentes dos eleitores. Em qualquer dos casos é gravíssimo e prova que por ali se faz tudo menos jornalismo rigoroso!
Eis a magnífica peça:
Coelho antecipa “inauguração”
O PND esteve ontem em Santo António a simular a inauguração da cota 500 que, horas mais tarde, o presidente do Governo Regional faria. O PND amarrou uma fita vermelha e branca nas extremidades do novo acesso a esta via expresso, no sítio do Laranjal, para, instantes mais tarde, José Manuel Coelho cortá-la, simulando a inauguração desta estrada onde, em 20 de Fevereiro de 2010, morreram várias pessoas devido à queda de uma grua.
«Viemos aqui em honra das vítimas que morreram debaixo da grua», disse José Manuel Coelho, criticando o presidente do Governo por «não respeitar» a «memória e a dignidade das vítimas», uma vez que as respectivas «famílias ainda não receberam a indemnização a que têm direito».
Alberto Pita
Neste caso, das duas uma: ou é pura ignorância da realidade e o sr. Pita desconhece qual o partido do sr. Coelho, ou (ainda pior) faz de propósito para lançar a confusão nas mentes dos eleitores. Em qualquer dos casos é gravíssimo e prova que por ali se faz tudo menos jornalismo rigoroso!
Eis a magnífica peça:
Coelho antecipa “inauguração”
O PND esteve ontem em Santo António a simular a inauguração da cota 500 que, horas mais tarde, o presidente do Governo Regional faria. O PND amarrou uma fita vermelha e branca nas extremidades do novo acesso a esta via expresso, no sítio do Laranjal, para, instantes mais tarde, José Manuel Coelho cortá-la, simulando a inauguração desta estrada onde, em 20 de Fevereiro de 2010, morreram várias pessoas devido à queda de uma grua.
«Viemos aqui em honra das vítimas que morreram debaixo da grua», disse José Manuel Coelho, criticando o presidente do Governo por «não respeitar» a «memória e a dignidade das vítimas», uma vez que as respectivas «famílias ainda não receberam a indemnização a que têm direito».
Etiquetas:
Jornalismo de terceira,
Madeira Nova
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
sábado, 5 de março de 2011
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
ESTÃO A FICAR NERVOSOS....
Como se pode ler hoje na folha paga pelos contribuintes portugueses, os chulos do sistema começam a ficar nervosos com a candidatura presidencial de José Manuel Coelho.
E como habitual nesta gentalha, bufam, tentando assim pressionar as pessoas!
E como habitual nesta gentalha, bufam, tentando assim pressionar as pessoas!
Etiquetas:
Jornalismo de terceira,
José Manuel Coelho
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
JORNALISMO E REFLEXÃO
A não perder o artigo de hoje do Luis Filipe Malheiro no ilegal Jornal da Madeira, com críticas a Jaime Ramos, director do Madeira Livre!
Etiquetas:
Aldrabões,
Jornalismo de terceira,
Madeira Nova
domingo, 8 de agosto de 2010
CUIDADO! Qualquer dia não ouvem o PS....
Na sua ânsia de não dar relevância a quem sabemos, o DN Madeira faz hoje dois artigos, um sobre os órgãos consultivos dos líderes partidários e outro sobre as férias dos políticos, em que o critério de escolha é o dos partidos com grupo parlamentar num caso, mas no outro nem se percebe qual é dado que falam das férias de Roberto Almada.
Pelo andar da carruagem, qualquer dia ainda têm de subir a fasquia para grupos com mais de 3 deputados, ou algo semelhante.
Mas com o brilhante segundo mandato de Jacinto Serrão no PS arriscam-se a com esse critério deixar de ouvir os socialistas.... Se calhar nessa altura terão de inventar outro critério, como relevância a nível nacional mesmo se desapatecido a nível regional....
Pelo andar da carruagem, qualquer dia ainda têm de subir a fasquia para grupos com mais de 3 deputados, ou algo semelhante.
Mas com o brilhante segundo mandato de Jacinto Serrão no PS arriscam-se a com esse critério deixar de ouvir os socialistas.... Se calhar nessa altura terão de inventar outro critério, como relevância a nível nacional mesmo se desapatecido a nível regional....
Etiquetas:
Jornalismo de terceira
quinta-feira, 15 de julho de 2010
JORNAL DA MADEIRA - MAIS UMA CONDENAÇÃO....
Direito de Resposta - A publicação do presente direito de resposta é efectuada por efeito da Deliberação do Conselho Regulador da ERC 22/DR-I/2010
Eduardo Welsh
Esta publicação decorreu desta deliberação
No artigo intitulado ‘É estranho’, publicado no JM no dia 11 de Março, o autor, identificado apenas pelas iniciais C. A., descreve, de forma desprimorosa, a minha atitude, manifestada no exercício do Direito de Resposta, publicado no dia anterior. Mais classificou de estranha ‘coincidência’ o facto de o meu esclarecimento e o do Dr. Marques de Freitas terem sido publicados no mesmo dia. Efectivamente, o meu Direito de Resposta foi publicado no dia 10 de Março 2010, por deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, no entanto, o texto já fora remetido para a redacção do Jornal no dia 7 de Outubro de 2009, ou seja cinco meses antes! Logicamente, ao existir ‘coincidência’, esta é da única responsabilidade da direcção do Jornal da Madeira. Mais, cumpre esclarecer que o Direito de Resposta exercido não se trata, de forma alguma, de ‘soltar’ a ‘bílis’, mas sim de repor a verdade sobre os acontecimentos relatados de forma facciosa, deturpada e insultuosa no artigo respondido. A atribuição do mero exercício de direitos legais e Constitucionais a ódios e animosidades é totalmente desprovida de sentido e cheira às técnicas de propaganda dos piores regimes totalitários do Século XX. Quanto à ‘fortuna’ do Hinton, esta já era considerável antes da família se radicar na Madeira e ter investido na fábrica, fundada mais de meio século antes do estabelecimento do Estado Novo. O que é verdadeiramente estranho é que o Sr. articulista critique as minhas ligações (inexistentes) ao Estado Novo mas demonstre uma atitude totalmente contraditória e hipócrita no seu artigo (...)
Eduardo Welsh
Esta publicação decorreu desta deliberação
Etiquetas:
Eduardo Welsh,
Jornalismo de terceira
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ainda o "PRÓS E PRÓS" - Carta do PND- Madeira enviada à Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Exmo. Sr. Presidente
da Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Avenida 24 de Julho, n.º58
1200-869 Lisboa
25 de Março de 2010
Exmo. Sr.
No dia 22 de Março de 2010, a RTP1 dedicou um seu programa “Prós e Contras”, dirigido pela apresentadora Fátima Campos, à intempérie ocorrida em 20 de Fevereiro de 2010.
O programa foi emitido a partir da Madeira, no cais da cidade junto ao novo aterro de pedras, areias e lamas aí depositados desde a mencionada intempérie.
Esperava-se de uma estação que tem por objecto o serviço público televisivo em Portugal, que este programa fosse participado, plural, propiciador do contraditório e isento.
Ora, como foi dado ver a todo o público, esse programa não foi participado, foi concorrido e engarrafado, salvo raras e honrosas excepções, pelas personalidades mais marcantes do “sistema” e da clique dirigente regional: o Secretário Regional do Equipamento Social, Santos Costa (PSD), o Vice-presidente do Governo Regional, Cunha e Silva (PSD), o Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque (PSD), o Vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel de Sousa (PSD), o Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava (PSD), diversos outros responsáveis autárquicos (PSD), dirigentes das maiores construtoras regionais, AFA, Tecnovia e Tâmega (todos próximos do PSD), vários empresários regionais próximos do PSD e/ou do Governo Regional, Miguel Sousa da Porto Santo Line e monopolista dos Portos da Madeira, Theotónio Pereira do Grupo Pestana, concessionário do Jogo e da Zona Franca, o Presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal (também administrador da Porto Santo Line), António Henriques, sócio de Jaime Ramos (PSD) no Funchal Centrum/Dolce Vita, e diversas entidades regionais, todas ligadas ao sistema político construído na Madeira desde há 30 anos, todas ligadas por interesses e/ou dependência hierárquica às entidades governativas regionais.
Tal programa não foi plural e efectivamente nele não estiveram presentes importantes personalidades da sociedade civil madeirense que têm intervindo e opinado sobre a intempérie do dia 20 de Fevereiro e que ao longo dos anos defenderam politicas de ordenamento, de prevenção de catástrofes e de investimentos públicos diferentes das que foram seguidas até hoje pelo governo regional, nem sequer foram convidados (e era o mínimo que se esperaria de um programa como este) jornalistas de órgãos da comunicação social regional e correspondentes na Madeira de órgãos da comunicação social nacional, designadamente do Diário de Notícias, do Tribuna da Madeira, da RDP, da RTP-M, da TSF, do Garajau, do Público, Diário de Notícias de Lisboa, da Lusa, da SIC e da TVI, sendo certo que muitos há nesses meios de comunicação que dão garantias de independência e isenção informativa.
Necessariamente com um tal painel unicolor do sistema regional, o “Prós e Contras” não foi um programa propiciador do debate, mas foi um momento (aliás, especialmente deplorável) de autêntica propaganda da liderança regional, em termos tão evidentes que levaram o professor João Batista, (que verdadeiramente se destacou de entre todos os presentes no programa como uma excepção de conhecimento técnico, desprendimento e independência política), a referir, em jeito de conclusão final, que aquele programa não tinha sido um “Prós e Contras” mas um “Prós e Prós”.
Mas o mais grave é que, por intervenção da jornalista Fátima Campos, o dito programa foi transformado, não sem um tocante mau gosto piroso, num tempo de antena do PSD-Madeira, com a referida jornalista a conduzir todo o programa para o louvor à acção governativa regional e, pior, para a idolatria do Presidente do Governo Regional e o elogio obviamente forçado de outros altos cargos dirigentes regionais, entre eles do engenheiro Santos Costa.
A dita jornalista, Fátima Campos, deve explicar publicamente as razões de tão extraordinário Programa e, porque é bem paga por todos os contribuintes nacionais, deve esclarecer como é que é possível que tenha transformado um assunto sério, num programa de propaganda de terceira categoria.
A jornalista Fátima Campos deve esclarecer porque razões foram afastados do debate pessoas como Hélder Spínola (ex presidente da Quercus), Violante Matos (ex deputada independente do Bloco de Esquerda), David Caldeira (empresário e ex deputado independente do PS), Carlos Pereira (ex director da ACIF e deputado do PS), Gil Canha (vereador independente do PND na CMF e ex director da associação ambiental COSMOS), Tolentino Nóbrega (correspondente do Público), Lília Bernardes (correspondente do DN de Lisboa), Vicente Jorge Silva (fundador do Público) Luís Calisto (director do DN da Madeira), Gaudêncio Figueira (ex secretário regional), Miguel Torres Cunha (jornalista do DN), Rui Marote (ex membro da Assembleia Municipal da CMF pelo CDS e ex jornalista do DN da Madeira), Rosário Martins (correspondente do SOL).
Uma vez que na discutida emissão do “Prós e Contras” agradeceu a colaboração da RTP-Madeira, a jornalista Fátima Campos deve esclarecer ainda que indicações ou sugestões lhe deu a Direcção da mesma sobre o quadro de participantes naquele programa.
Num momento em que o país atravessa uma gravíssima crise económica, são também preocupantes os sinais de degradação moral das instituições públicas nacionais, entre elas a Televisão de Serviço Público, a RTP.
Este programa, a conduta, os termos e modos nele assumidos pela jornalista Fátima Campos, são bem um sinal dessa degradação, senão mesmo dessa corrupção moral.
Assim, solicitamos a V. Exa. a abertura de um inquérito pelos factos denunciados, em especial para apuramento de responsabilidades da jornalista Fátima Campos e da Direcção da RTP-Madeira.
Pede e espera deferimento o requerente
_______________________________________________
(José Manuel da Mata Vieira Coelho)
da Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Avenida 24 de Julho, n.º58
1200-869 Lisboa
25 de Março de 2010
Exmo. Sr.
No dia 22 de Março de 2010, a RTP1 dedicou um seu programa “Prós e Contras”, dirigido pela apresentadora Fátima Campos, à intempérie ocorrida em 20 de Fevereiro de 2010.
O programa foi emitido a partir da Madeira, no cais da cidade junto ao novo aterro de pedras, areias e lamas aí depositados desde a mencionada intempérie.
Esperava-se de uma estação que tem por objecto o serviço público televisivo em Portugal, que este programa fosse participado, plural, propiciador do contraditório e isento.
Ora, como foi dado ver a todo o público, esse programa não foi participado, foi concorrido e engarrafado, salvo raras e honrosas excepções, pelas personalidades mais marcantes do “sistema” e da clique dirigente regional: o Secretário Regional do Equipamento Social, Santos Costa (PSD), o Vice-presidente do Governo Regional, Cunha e Silva (PSD), o Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque (PSD), o Vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel de Sousa (PSD), o Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava (PSD), diversos outros responsáveis autárquicos (PSD), dirigentes das maiores construtoras regionais, AFA, Tecnovia e Tâmega (todos próximos do PSD), vários empresários regionais próximos do PSD e/ou do Governo Regional, Miguel Sousa da Porto Santo Line e monopolista dos Portos da Madeira, Theotónio Pereira do Grupo Pestana, concessionário do Jogo e da Zona Franca, o Presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal (também administrador da Porto Santo Line), António Henriques, sócio de Jaime Ramos (PSD) no Funchal Centrum/Dolce Vita, e diversas entidades regionais, todas ligadas ao sistema político construído na Madeira desde há 30 anos, todas ligadas por interesses e/ou dependência hierárquica às entidades governativas regionais.
Tal programa não foi plural e efectivamente nele não estiveram presentes importantes personalidades da sociedade civil madeirense que têm intervindo e opinado sobre a intempérie do dia 20 de Fevereiro e que ao longo dos anos defenderam politicas de ordenamento, de prevenção de catástrofes e de investimentos públicos diferentes das que foram seguidas até hoje pelo governo regional, nem sequer foram convidados (e era o mínimo que se esperaria de um programa como este) jornalistas de órgãos da comunicação social regional e correspondentes na Madeira de órgãos da comunicação social nacional, designadamente do Diário de Notícias, do Tribuna da Madeira, da RDP, da RTP-M, da TSF, do Garajau, do Público, Diário de Notícias de Lisboa, da Lusa, da SIC e da TVI, sendo certo que muitos há nesses meios de comunicação que dão garantias de independência e isenção informativa.
Necessariamente com um tal painel unicolor do sistema regional, o “Prós e Contras” não foi um programa propiciador do debate, mas foi um momento (aliás, especialmente deplorável) de autêntica propaganda da liderança regional, em termos tão evidentes que levaram o professor João Batista, (que verdadeiramente se destacou de entre todos os presentes no programa como uma excepção de conhecimento técnico, desprendimento e independência política), a referir, em jeito de conclusão final, que aquele programa não tinha sido um “Prós e Contras” mas um “Prós e Prós”.
Mas o mais grave é que, por intervenção da jornalista Fátima Campos, o dito programa foi transformado, não sem um tocante mau gosto piroso, num tempo de antena do PSD-Madeira, com a referida jornalista a conduzir todo o programa para o louvor à acção governativa regional e, pior, para a idolatria do Presidente do Governo Regional e o elogio obviamente forçado de outros altos cargos dirigentes regionais, entre eles do engenheiro Santos Costa.
A dita jornalista, Fátima Campos, deve explicar publicamente as razões de tão extraordinário Programa e, porque é bem paga por todos os contribuintes nacionais, deve esclarecer como é que é possível que tenha transformado um assunto sério, num programa de propaganda de terceira categoria.
A jornalista Fátima Campos deve esclarecer porque razões foram afastados do debate pessoas como Hélder Spínola (ex presidente da Quercus), Violante Matos (ex deputada independente do Bloco de Esquerda), David Caldeira (empresário e ex deputado independente do PS), Carlos Pereira (ex director da ACIF e deputado do PS), Gil Canha (vereador independente do PND na CMF e ex director da associação ambiental COSMOS), Tolentino Nóbrega (correspondente do Público), Lília Bernardes (correspondente do DN de Lisboa), Vicente Jorge Silva (fundador do Público) Luís Calisto (director do DN da Madeira), Gaudêncio Figueira (ex secretário regional), Miguel Torres Cunha (jornalista do DN), Rui Marote (ex membro da Assembleia Municipal da CMF pelo CDS e ex jornalista do DN da Madeira), Rosário Martins (correspondente do SOL).
Uma vez que na discutida emissão do “Prós e Contras” agradeceu a colaboração da RTP-Madeira, a jornalista Fátima Campos deve esclarecer ainda que indicações ou sugestões lhe deu a Direcção da mesma sobre o quadro de participantes naquele programa.
Num momento em que o país atravessa uma gravíssima crise económica, são também preocupantes os sinais de degradação moral das instituições públicas nacionais, entre elas a Televisão de Serviço Público, a RTP.
Este programa, a conduta, os termos e modos nele assumidos pela jornalista Fátima Campos, são bem um sinal dessa degradação, senão mesmo dessa corrupção moral.
Assim, solicitamos a V. Exa. a abertura de um inquérito pelos factos denunciados, em especial para apuramento de responsabilidades da jornalista Fátima Campos e da Direcção da RTP-Madeira.
Pede e espera deferimento o requerente
_______________________________________________
(José Manuel da Mata Vieira Coelho)
Etiquetas:
Aldrabões,
Funchal,
Jornalismo de terceira,
Temporal
segunda-feira, 22 de março de 2010
COMO DE COSTUME...
No Prós e Prós de hoje, Fátima Campos Ferreira, pseudo jornalista, faz como é seu costume o frete ao poder instituído. Seja no continente ou na Madeira, a postura é sempre a mesma!
Etiquetas:
Jornalismo de terceira
sexta-feira, 31 de julho de 2009
AINDA VAI ALGUÉM PARA A PORTA DA IGREJA....
... pedir esmola para devolver os milhares indevidamente entregues ao Jornal da Madeira.
Mas os do DN que não se riam que há-de também chegar a vez deles!
Mas os do DN que não se riam que há-de também chegar a vez deles!
Etiquetas:
Jornalismo de terceira
terça-feira, 28 de julho de 2009
AS NOTÍCIAS DO PND QUE OS MISERÁVEIS "JORNALISTAS" QUE HÁ PELA MADEIRA OMITEM

PND diz que queixa do PSD/M contra dirigível é infundada
O deputado único do PND/Madeira, Baltasar Aguiar, afirmou hoje que é infundada a queixa do PSD/M contra o PND pela tentativa de fazer um dirigível sobrevoar o Chão da Lagoa durante a festa anual dos sociais-democratas.
Com a devida vénia ao Diário Digital
Baltasar Aguiar rejeitou as acusações do PSD/M relativas aos eventuais perigos para a segurança das pessoas pelo uso do zepelim do partido no passado domingo.
Em conferência de imprensa, o dirigente regional do PND pronuncia-se sobre o anúncio do PSD/M que iria apresentar queixa nas instâncias judiciais por causa da utilização daquele dirigível nas serras da Madeira, considerando que pôs em causa a segurança das pessoas.
O PND pretendida fazer o zepelim sobrevoar o planalto do Chão da Lagoa, durante as intervenções políticas da festa anual do PSD/M que reuniu naquele local, de acordo com a organização, cerca 40 mil pessoas, mas o dirigível foi alegadamente atingido por tiros de carabina.
«O dirigível é um equipamento super-seguro, é utilizado um gás amigo do ambiente, não inflamável, pelo que oferece toda a segurança», salientou.
Deu como exemplo o facto deste tipo de equipamento ser utilizado em muitos eventos e iniciativas, como no estádio da Luz (Benfica) e num piquenique modelo da GreenZepelim que contou com a participação de mais de 20 mil pessoas.
«[O dirigível] foi atingido por dois tiros de carabina, calibre 1.22, uma arma proibida, que fizeram quatro buracos e levou 20 minutos a descer e perder a capacidade de voo», diz o deputado.
Baltasar Aguiar adiantou que o PND dispunha de meios para «fazer a reparação rápida do dirigível e voltar a pô-lo a voar, mas optou por não fazê-lo por temer que viessem mais tiros, um ataque em força a partir do solo».
«O PND não teme processo nenhum. A queixa não tem qualquer fundamento, sendo apenas um pretexto para dar de ganhar a alguns advogados próximos do Governo Regional, em tempo de crise», declarou.
Baltasar Aguiar argumenta que «o dirigível é apenas perigoso para Alberto João Jardim, quando passa por ele faz faísca».
O deputado garantiu que o PND vai «continuar a usar o zepelim em todos os eventos e iniciativas consideradas oportunas e convenientes, não excluindo levá-lo até o Porto Santo. Vamos utilizá-lo nas acções políticas nesta campanha».
Diário Digital / Lusa
Etiquetas:
Criminalidade,
Défice Democrático,
Jornalismo de terceira,
PND
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
A INDIGÊNCIA TOTAL DO JORNALISMO PORTUGUÊS
A prova de que o jornalismo português está a atingir o grau zero é de que a principal preocupação de muita comunicação social nos últimos dias é se o raio do cão do Obama vai ou não ser um cão de água português! Parece que não há assunto mais importante!
Etiquetas:
Jornalismo de terceira
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
DUAS DÚVIDAS
Fiquei com duas dúvidas depois da entrevista de Mário Crespo a AJJ.
. Será que AJJ perdeu a vontade de ir à luta pela liderança nacional do PSD por medo de perder, ou ponderou que era melhor ficar e evitar a guerra civil da sucessão? Uma coisa fiquei com a certeza - não se vai embora no fim deste mandato e será recandidato pela enésima vez.
. Mário Crespo desconhece a realidade madeirense, estava mal preparado ou foi mais um dos fretes a que se tem prestado ultimamente? Bem sei que a vida está difícil, mas este já não é o jornalista prestigiado de outrora. E no grupo onde trabalha tem um excelente exemplo de alguém vertical e que recusou ser subserviente
. Será que AJJ perdeu a vontade de ir à luta pela liderança nacional do PSD por medo de perder, ou ponderou que era melhor ficar e evitar a guerra civil da sucessão? Uma coisa fiquei com a certeza - não se vai embora no fim deste mandato e será recandidato pela enésima vez.
. Mário Crespo desconhece a realidade madeirense, estava mal preparado ou foi mais um dos fretes a que se tem prestado ultimamente? Bem sei que a vida está difícil, mas este já não é o jornalista prestigiado de outrora. E no grupo onde trabalha tem um excelente exemplo de alguém vertical e que recusou ser subserviente
Etiquetas:
A.J.J.,
Jornalismo de terceira
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
O MAGNIFICO JORNALISMO DO DIÁRIO NOTÍCIAS MADEIRA
Vejam este título atribuído a uma carta de um leitor:
Coelhos, cegonhas e camaleões
Agora comparem com o conteúdo do texto e digam-me onde consta "coelho":
Que saudades das cegonhas de outrora, trazendo bebés, inocência, calor humano, solidariedade, amizade e ternura. Mas, para longe voaram e outros chegaram! Os camaleões que mudam de cor e tudo e todos confundem. Diziam que os bancos portugueses eram fortes e saudáveis, mas em pouco tempo, a falência inicial! Que em 2009 o PIB vai crescer mais do que a média europeia, mas instituições credíveis dizem ser recessão em Portugal. Prometeram milhares de novos empregos, mas o desemprego aumenta com o passar do tempo. Melhor vida para os portugueses, mas a miséria e pobreza crescem com vigor e força em todo o país. Camaleões que ao mudar de cor, mentem e mentirão enquanto incautos, inocentes acreditarem e confiarem nas promessas e boas intenções que nunca se concretizam. Falam de rigor, sacrifícios, verticalidade, mas o dinheiro público continua a esbanjar-se desde o futebol às tremendas derrapagens nos orçamentos de obras públicas, etc.
Delírio geral, ninguém é acusado de ter manipulado as contas dos bancos, das falências, dos crimes económicos, da miséria, pobreza dos portugueses, das mentiras para obter votos, das derrapagens das obras! Camaleões que sempre serão camaleões, não importa Portugal, os portugueses, afinal basta mudarem de cor e tudo continuará para eles bestial!...
Mário Mascarenhas Alencastre (o autor da carta, que não do título...)
Coelhos, cegonhas e camaleões
Agora comparem com o conteúdo do texto e digam-me onde consta "coelho":
Que saudades das cegonhas de outrora, trazendo bebés, inocência, calor humano, solidariedade, amizade e ternura. Mas, para longe voaram e outros chegaram! Os camaleões que mudam de cor e tudo e todos confundem. Diziam que os bancos portugueses eram fortes e saudáveis, mas em pouco tempo, a falência inicial! Que em 2009 o PIB vai crescer mais do que a média europeia, mas instituições credíveis dizem ser recessão em Portugal. Prometeram milhares de novos empregos, mas o desemprego aumenta com o passar do tempo. Melhor vida para os portugueses, mas a miséria e pobreza crescem com vigor e força em todo o país. Camaleões que ao mudar de cor, mentem e mentirão enquanto incautos, inocentes acreditarem e confiarem nas promessas e boas intenções que nunca se concretizam. Falam de rigor, sacrifícios, verticalidade, mas o dinheiro público continua a esbanjar-se desde o futebol às tremendas derrapagens nos orçamentos de obras públicas, etc.
Delírio geral, ninguém é acusado de ter manipulado as contas dos bancos, das falências, dos crimes económicos, da miséria, pobreza dos portugueses, das mentiras para obter votos, das derrapagens das obras! Camaleões que sempre serão camaleões, não importa Portugal, os portugueses, afinal basta mudarem de cor e tudo continuará para eles bestial!...
Mário Mascarenhas Alencastre (o autor da carta, que não do título...)
Etiquetas:
Jornalismo de terceira
terça-feira, 18 de novembro de 2008
SINDICATO DOS JORNALISTAS APRESENTA QUEIXA
por crimes de ameaça, coacção e instigação pública a um crime.
Contra Alberto João Jardim? Não
Contra Rui Alves...
Contra Alberto João Jardim? Não
Contra Rui Alves...
Etiquetas:
A.J.J.,
Jornalismo de terceira
terça-feira, 14 de outubro de 2008
EDITORIAL do mais recente número do GARAJAU
Baudelaire dizia não compreender como é que era possível a um homem de honra pegar num jornal sem sentir um arrepio de desgosto. E contra mim falo ao citá-lo, por também não passar de um mero escriba pós-moderno, que o que escreve hoje serve para embrulhar o peixe de amanhã, se tanto. Mas, ao menos, tenho consciência da minha efemeridade e procuro ser honesto no que escrevo, não pactuando com esquemas que violem o Código Deontológico da profissão.
O panorama da Comunicação Social da Madeira vai de mal a pior com os jornalistas cada vez mais arregimentados e estupidificados e com as chefias dos jornais, rádios e tv, a serem cada vez mais comissários políticos ao serviço do Regime e dos seus múltiplos interesses, esquecendo-se do que é a verdadeira natureza da sua missão. Informar com verdade.
O jornal que foi outrora um espaço de alguma liberdade, isenção e equidistância em relação ao poder e aos lobies e que por mais do que uma vez ousou enfrentá-los é hoje uma sombra do que foi e delapidou estultamente a herança de Richard Blandy e agora serve sobretudo para que os negócios do Grupo Blandy sigam de vento em popa.
Sejamos assertivos. Mais do que nunca, o Diário é, hoje, o melhor aliado de Alberto João Jardim e do PSD-M. Aliás, tão amigos que eles são, que podemos dizer que o Presidente do Governo Regional é “editorialista” do Jornal da Madeira e “director de marketing” do Diário pois, ao elegê-lo como o seu grande adversário, está a desvalorizar a oposição, fazendo de conta que não existe, ao mesmo tempo que uma prolonga a farsa de que o matutino é independente, quando não o é.
Hoje em dia a confiança que os partidos da oposição têm no Diário é quase nula. Antes ainda encontravam algum espaço e receptividade para manifestar opiniões contrárias ao PSD-M e viam publicadas algumas notícias que colocavam em causa o regime e as suas negociatas e compadrios. E é por isso que o independente leva sempre aspas agora, mesmo na oralidade.
Convém não esquecer que nos últimos anos o Diário teve a dirigi-lo um autêntico três em um: administrador/director/empresário, que enriqueceu a vender computadores ao Governo Regional e software à Câmara Municipal do Funchal.
E como se isto não bastasse, todos os cargos de chefia estiveram e estão entregues a politicamente correctos e submissos jornalistas pró-regime.
Estamos, pois, perante um jornal que é um autêntico agente duplo, à boa moda da Guerra Fria, cujo papel ambíguo – basta estar atento às edições e à escolha de notícias, destaques, destacáveis, etc., - muito tem contribuído para a manutenção e fulgor deste regime.
E agora com a mais do que anunciada liquidação do Jornal da Madeira – que é muito mais honesto do que o Diário por se saber claramente quem o paga e o que ali se escreve – mais ainda situacionista vai ser e pior jornalismo vai fazer.
O panorama da Comunicação Social da Madeira vai de mal a pior com os jornalistas cada vez mais arregimentados e estupidificados e com as chefias dos jornais, rádios e tv, a serem cada vez mais comissários políticos ao serviço do Regime e dos seus múltiplos interesses, esquecendo-se do que é a verdadeira natureza da sua missão. Informar com verdade.
O jornal que foi outrora um espaço de alguma liberdade, isenção e equidistância em relação ao poder e aos lobies e que por mais do que uma vez ousou enfrentá-los é hoje uma sombra do que foi e delapidou estultamente a herança de Richard Blandy e agora serve sobretudo para que os negócios do Grupo Blandy sigam de vento em popa.
Sejamos assertivos. Mais do que nunca, o Diário é, hoje, o melhor aliado de Alberto João Jardim e do PSD-M. Aliás, tão amigos que eles são, que podemos dizer que o Presidente do Governo Regional é “editorialista” do Jornal da Madeira e “director de marketing” do Diário pois, ao elegê-lo como o seu grande adversário, está a desvalorizar a oposição, fazendo de conta que não existe, ao mesmo tempo que uma prolonga a farsa de que o matutino é independente, quando não o é.
Hoje em dia a confiança que os partidos da oposição têm no Diário é quase nula. Antes ainda encontravam algum espaço e receptividade para manifestar opiniões contrárias ao PSD-M e viam publicadas algumas notícias que colocavam em causa o regime e as suas negociatas e compadrios. E é por isso que o independente leva sempre aspas agora, mesmo na oralidade.
Convém não esquecer que nos últimos anos o Diário teve a dirigi-lo um autêntico três em um: administrador/director/empresário, que enriqueceu a vender computadores ao Governo Regional e software à Câmara Municipal do Funchal.
E como se isto não bastasse, todos os cargos de chefia estiveram e estão entregues a politicamente correctos e submissos jornalistas pró-regime.
Estamos, pois, perante um jornal que é um autêntico agente duplo, à boa moda da Guerra Fria, cujo papel ambíguo – basta estar atento às edições e à escolha de notícias, destaques, destacáveis, etc., - muito tem contribuído para a manutenção e fulgor deste regime.
E agora com a mais do que anunciada liquidação do Jornal da Madeira – que é muito mais honesto do que o Diário por se saber claramente quem o paga e o que ali se escreve – mais ainda situacionista vai ser e pior jornalismo vai fazer.
Etiquetas:
Jornalismo de terceira,
Política
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
CONFESSO...
Era eu que dava instruções, por video-conferência através de um relógio como aqueles usados pelo 007, que o Coelho usava no plenário!
Segundo o que foi noticiado na semana passada, as alterações no acesso dos jornalistas à ALM têm a ver com atitudes de pessoas conotadas com o PND. Alegadamente, estas (usando o cartão de jornalista ou de equiparado) deram indicações ao deputado José Manuel Coelho desde a bancada da comunicação social ou da sala de imprensa.
Confrontado com isto, Eduardo Welsh, director do “Garajau” e candidato na lista do PND nas últimas regionais, reagiu com ironia. “Comunicava com o deputado do PND através de telepatia, por isso não me faz diferença nenhuma estar sentado na bancada dos jornalistas ou do público”, disse. “Acho que o acesso dos jornalistas devia ser totalmente restrito e todas as notícias que saem do Parlamento deviam ser aprovadas pela maioria.”
(O título desta entrada também poderia ser "Como o jornalismo de merda se multiplica depois da primeira bacorada escrita")
Como dizia Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler "uma mentira muitas vezes repetida, torna-se verdade"!
Segundo o que foi noticiado na semana passada, as alterações no acesso dos jornalistas à ALM têm a ver com atitudes de pessoas conotadas com o PND. Alegadamente, estas (usando o cartão de jornalista ou de equiparado) deram indicações ao deputado José Manuel Coelho desde a bancada da comunicação social ou da sala de imprensa.
Confrontado com isto, Eduardo Welsh, director do “Garajau” e candidato na lista do PND nas últimas regionais, reagiu com ironia. “Comunicava com o deputado do PND através de telepatia, por isso não me faz diferença nenhuma estar sentado na bancada dos jornalistas ou do público”, disse. “Acho que o acesso dos jornalistas devia ser totalmente restrito e todas as notícias que saem do Parlamento deviam ser aprovadas pela maioria.”
(O título desta entrada também poderia ser "Como o jornalismo de merda se multiplica depois da primeira bacorada escrita")
Como dizia Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler "uma mentira muitas vezes repetida, torna-se verdade"!
Etiquetas:
Jornalismo de terceira
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
ALRM
Qualquer dia estão a dizer que sou eu que vou à ALRM dar instruções ao Coelho durante as sessões....
PSD vai condicionar acessos à Assembleia
Como estão habituados a falar a uma só voz e a não dizer nada sem serem instruídos pelo "dono", pensam que pelos outros lados é igual...
Mas esta medida é para mim muita clara e destina-se a evitar que estejam na ALRM jornalistas incómodos que reportem as vergonhas que por lá se passam. E quantos menos lá estiverem, menor é a hipótese de isso acontecer.
E depois pode-se sempre arranjar quem dê um jeitinho ao poder e escreva umas pseudo-notíciazinhas com coisas como "Dizem que há pessoas" ou "alegada realidade". Com este tipo de frases, dá para inventar, sem ficar comprometido....
PSD vai condicionar acessos à Assembleia
Como estão habituados a falar a uma só voz e a não dizer nada sem serem instruídos pelo "dono", pensam que pelos outros lados é igual...
Mas esta medida é para mim muita clara e destina-se a evitar que estejam na ALRM jornalistas incómodos que reportem as vergonhas que por lá se passam. E quantos menos lá estiverem, menor é a hipótese de isso acontecer.
E depois pode-se sempre arranjar quem dê um jeitinho ao poder e escreva umas pseudo-notíciazinhas com coisas como "Dizem que há pessoas" ou "alegada realidade". Com este tipo de frases, dá para inventar, sem ficar comprometido....
Etiquetas:
ALRM,
Jornalismo de terceira
Subscrever:
Mensagens (Atom)




