Face à ocorrência reiterada de actos de terrorismo em solo português (apesar das ameaças ridículas de independência de Alberto João Jardim, ainda o é), o Presidente da República nada faz e assobia para o lado.
A partir deste momento é responsável, quanto mais não seja por omissão, por actos mais graves, que fatalmente e face à impunidade vigente, vão acabar por ocorrer!
- Mais um atentado contra o património da família de Gil Canha. Um irmão e também a mulher do vereador do PND ficaram com as viaturas danificadas.
- Baltazar Aguiar critica o silêncio das autoridades, especialmente o do RR na região. O dirigente do PND fala em violência política na Madeira.
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quarta-feira, 21 de março de 2012
terça-feira, 20 de setembro de 2011
COESÃO NACIONAL?
Cavaco sublinha importância da coesão nacional em "tempos difíceis"
Implica solidariedade, mas em ambos os sentidos. E quando de um dos lados estão pulhas desonestos, isso torna-se muito difícil!
Implica solidariedade, mas em ambos os sentidos. E quando de um dos lados estão pulhas desonestos, isso torna-se muito difícil!
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Despesismo
domingo, 7 de novembro de 2010
A PERGUNTA QUE SE IMPÕE:
QUE FELICIDADE TEM TRAZIDO O SR. SILVA?
É o principal responsável pelas desastrosas políticas económicas do país nos últimos 30 anos.
É o culpado pela paz podre que levou à situação em que estamos. Com a treta da estabilidade, objectivamente foi um dos maiores apoiantes de Sócrates e permitiu a sua manutenção para lá do razoável.
O país precisa de homens com coragem e convicções. Cavaco demonstrou várias vezes, a última das quais com o célebre "não veto porque seria inútil" não as ter.
Querem mais do mesmo, manutenção do satatus quo? Votem nele!
É o principal responsável pelas desastrosas políticas económicas do país nos últimos 30 anos.
É o culpado pela paz podre que levou à situação em que estamos. Com a treta da estabilidade, objectivamente foi um dos maiores apoiantes de Sócrates e permitiu a sua manutenção para lá do razoável.
O país precisa de homens com coragem e convicções. Cavaco demonstrou várias vezes, a última das quais com o célebre "não veto porque seria inútil" não as ter.
Querem mais do mesmo, manutenção do satatus quo? Votem nele!
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Presidenciais 2011
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
OFERTA PARA O SR. SILVA
Ao dizer o que disse sobre o Estatuto Político-Administrativo dos Açores, ao sr. Silva só restava, tirar as devidas consequências e dissolver a Assembleia da República. Não o fez. Mais uma decepção a juntar às muitas do seu mandato.
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
TEM ALGUMA GRAÇA....
...que o mesmo sr. Silva que de forma irritada critica um jornalista por pretenso desconhecimento da lei (e essa crítica tem muito que se lhe diga - já há vários pareceres de pofessres de Direito com opinião contrária), é o mesmo que se mantem perfeitamente impassível quando na Madeira o presidente da Assembleia Legislativa e os seus assessores principescamente pagos violam reiteradamente a lei e continuam a mostrar ignorá-la!
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A NORMALIDADE - JORGE FERREIRA
in: TOMAR PARTIDO
O Presidente da República disse hoje ter informações que o funcionamento da Assembleia Legislativa da Madeira "tende à normalidade", sublinhando a importância do "bom senso" e da "ponderação" em casos como o que se viveu no Parlamento regional. O que Cavaco Silva devia era experimentar ser deputado regional por um dia e sujeitar-se a tudo o que a oposição na Madeira se sujeita, de atropelos, insultos e ameaças, para então poder dizer que a coisa tende para a normalidade. Mas não é de estranhar. Cavaco Silva não é o único a ter medo de afrontar Alberto João Jardim. Tudo normal, portanto.
O Presidente da República disse hoje ter informações que o funcionamento da Assembleia Legislativa da Madeira "tende à normalidade", sublinhando a importância do "bom senso" e da "ponderação" em casos como o que se viveu no Parlamento regional. O que Cavaco Silva devia era experimentar ser deputado regional por um dia e sujeitar-se a tudo o que a oposição na Madeira se sujeita, de atropelos, insultos e ameaças, para então poder dizer que a coisa tende para a normalidade. Mas não é de estranhar. Cavaco Silva não é o único a ter medo de afrontar Alberto João Jardim. Tudo normal, portanto.
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Défice Democrático
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
HÁ MAROSCA, MEDO E INCAPACIDADE PARA INTERVIR - ANDRÉ ESCÓRCIO
in: COM QUE ENTÃO
A pergunta que se impõe é esta: o que leva o Presidente da República a manter-se calado num assunto tão dramático quanto aquele que envolve o primeiro órgão de governo próprio da Região Autónoma da Madeira? Do meu ponto de vista, o silêncio significa que há marosca, medo e incapacidade para intervir. Um Presidente da República tão célere para tecer considerações ao Estatuto dos Açores (interrompeu as férias para um directo às 20:00 horas) por considerar que estão em jogo ou em causa os seus poderes constitucionais, face a este atentado à Democracia, ao estrangulamento do normal funcionamento das instituições de que ele, constitucionalmente, é o garante, fecha-se em copas e o máximo que fez até agora foi estabelecer uns contactos telefónicos. Definitivamente, há marosca, medo e incapacidade para intervir. Este Presidente não consegue perceber que, na essência, não há nenhum caso Coelho mas uma história de 32 anos de erros políticos, de acumuladas situações de conflitualidade das quais resultou o extremar de atitudes que, em circunstâncias de vivência democrática normal, nunca teriam acontecido. Definitivamente, não é um Presidente de todos os portugueses, atento aos desvios comportamentais e outros que colocam em causa o respeito pelas instituições. Quem assim se comporta não tem perfil adequado para o exercício daquele importante cargo. Tome-se em consideração a falta de respeito que demonstrou pela Autonomia e pelo Parlamento ao não "exigir" uma sessão parlamentar na semana que, oficialmente, visitou a Madeira.
O Jornalista Luís Calisto, Director do DN-M, ainda hoje, descreve de forma sucinta mas incisiva o problema: "(...) Mas se se passar uma rápida vista de olhos ao processo que levou a este baixo estilo, se se recordar as vezes em que Alberto João Jardim chamou fascistas e comunistas a adversários que usavam da palavra na Assembleia, a 'casa de loucos' que já chamou ao parlamento, o caso do exame ao estado mental de um adversário, o desabafo 'quero que a Assembleia da República se f...', os jornalistas que são uns 'bastardos' para não dizer 'filhos da p...' - com este exercício de retrospectiva, as anormalidades desta semana infelizmente passam a ser as normalidades da nossa anormalidade".
O problema reside aí. Tem uma causa que não se resolve com uns telefonemas. Exige-se muito mais. Exige-se autoridade e uma resposta adequada a tanto atropelo que está muito para além de três revisões, no espaço de pouco mais de um ano, do Regimento da ALM. É que, para além do mais, a leitura que tenho dos acontecimentos é que nada do que aconteceu ficará por ali. Agravar-se-ão, naturalmente. Não tenho a menor dúvida relativamente ao que se está a passar e às características dos próximos capítulos, porque a vida política regional está radicalizada, há ódio quando se pontapeia alguém ao invés de, serenamente, resolver um problema, há desconfiança, há mentira e encenações que ficam muito mal a quem tem responsabilidades políticas. Há, inequivocamente, um manifesto desejo de manter o poder a qualquer preço. Num quadro destes, pergunto, o que é que significa o regresso à normalidade como terá sido intenção do Presidente da República? Será o regresso ao faz-de-conta e às aparências de que o Presidente da República parece apostado? Definitivamente, repito, há marosca, medo e incapacidade para intervir. Os elogios feitos na Madeira pelo Presidente estão a sair muito caros. Melhor teria sido se se tivesse mantido distante.
Ora, resulta de toda a história que estes não são assuntos para serem resolvidos pelo telefone. Resolvem-se chamando e reunindo, em Belém, as figuras políticas certas; resolve-se analisando os factos históricos e tomando decisões adequadas à degradação da vida política madeirense.
Este encolher de ombros, este deixa a onda passar porque a "normalidade" regressará, pode assumir proporções gravíssimas a curto prazo. O Orçamento vem aí a caminho. Dentro de um mês ele será discutido na Assembleia com a presença, espero, do Governo. Receio que esse momento seja dramático para a estabilidade democrática. E se tal acontecer, que fará o Presidente da República? Voltará a fazer uns telefonemas? Ainda por cima ao Dr. Guilherme Silva? Ridículo!
Ah, que saudades tenho de alguns Presidentes da República?
A pergunta que se impõe é esta: o que leva o Presidente da República a manter-se calado num assunto tão dramático quanto aquele que envolve o primeiro órgão de governo próprio da Região Autónoma da Madeira? Do meu ponto de vista, o silêncio significa que há marosca, medo e incapacidade para intervir. Um Presidente da República tão célere para tecer considerações ao Estatuto dos Açores (interrompeu as férias para um directo às 20:00 horas) por considerar que estão em jogo ou em causa os seus poderes constitucionais, face a este atentado à Democracia, ao estrangulamento do normal funcionamento das instituições de que ele, constitucionalmente, é o garante, fecha-se em copas e o máximo que fez até agora foi estabelecer uns contactos telefónicos. Definitivamente, há marosca, medo e incapacidade para intervir. Este Presidente não consegue perceber que, na essência, não há nenhum caso Coelho mas uma história de 32 anos de erros políticos, de acumuladas situações de conflitualidade das quais resultou o extremar de atitudes que, em circunstâncias de vivência democrática normal, nunca teriam acontecido. Definitivamente, não é um Presidente de todos os portugueses, atento aos desvios comportamentais e outros que colocam em causa o respeito pelas instituições. Quem assim se comporta não tem perfil adequado para o exercício daquele importante cargo. Tome-se em consideração a falta de respeito que demonstrou pela Autonomia e pelo Parlamento ao não "exigir" uma sessão parlamentar na semana que, oficialmente, visitou a Madeira.
O Jornalista Luís Calisto, Director do DN-M, ainda hoje, descreve de forma sucinta mas incisiva o problema: "(...) Mas se se passar uma rápida vista de olhos ao processo que levou a este baixo estilo, se se recordar as vezes em que Alberto João Jardim chamou fascistas e comunistas a adversários que usavam da palavra na Assembleia, a 'casa de loucos' que já chamou ao parlamento, o caso do exame ao estado mental de um adversário, o desabafo 'quero que a Assembleia da República se f...', os jornalistas que são uns 'bastardos' para não dizer 'filhos da p...' - com este exercício de retrospectiva, as anormalidades desta semana infelizmente passam a ser as normalidades da nossa anormalidade".
O problema reside aí. Tem uma causa que não se resolve com uns telefonemas. Exige-se muito mais. Exige-se autoridade e uma resposta adequada a tanto atropelo que está muito para além de três revisões, no espaço de pouco mais de um ano, do Regimento da ALM. É que, para além do mais, a leitura que tenho dos acontecimentos é que nada do que aconteceu ficará por ali. Agravar-se-ão, naturalmente. Não tenho a menor dúvida relativamente ao que se está a passar e às características dos próximos capítulos, porque a vida política regional está radicalizada, há ódio quando se pontapeia alguém ao invés de, serenamente, resolver um problema, há desconfiança, há mentira e encenações que ficam muito mal a quem tem responsabilidades políticas. Há, inequivocamente, um manifesto desejo de manter o poder a qualquer preço. Num quadro destes, pergunto, o que é que significa o regresso à normalidade como terá sido intenção do Presidente da República? Será o regresso ao faz-de-conta e às aparências de que o Presidente da República parece apostado? Definitivamente, repito, há marosca, medo e incapacidade para intervir. Os elogios feitos na Madeira pelo Presidente estão a sair muito caros. Melhor teria sido se se tivesse mantido distante.
Ora, resulta de toda a história que estes não são assuntos para serem resolvidos pelo telefone. Resolvem-se chamando e reunindo, em Belém, as figuras políticas certas; resolve-se analisando os factos históricos e tomando decisões adequadas à degradação da vida política madeirense.
Este encolher de ombros, este deixa a onda passar porque a "normalidade" regressará, pode assumir proporções gravíssimas a curto prazo. O Orçamento vem aí a caminho. Dentro de um mês ele será discutido na Assembleia com a presença, espero, do Governo. Receio que esse momento seja dramático para a estabilidade democrática. E se tal acontecer, que fará o Presidente da República? Voltará a fazer uns telefonemas? Ainda por cima ao Dr. Guilherme Silva? Ridículo!
Ah, que saudades tenho de alguns Presidentes da República?
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
CHUMBADA ALTERAÇÃO À LEI DO TABACO
E logo A.J.J. vem reclamar que a Região devia ter mais poderes legislativos....
Mas como indirectamente e com muitos rodeios disse o Sr. Silva na alocução ao país da passada semana, a propósito dos Açores, não se pode pretender autonomia total (~independência) continuando a pedir ao Continente que pague as contas...
Mas como indirectamente e com muitos rodeios disse o Sr. Silva na alocução ao país da passada semana, a propósito dos Açores, não se pode pretender autonomia total (~independência) continuando a pedir ao Continente que pague as contas...
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