quarta-feira, 25 de maio de 2011

COMUNICADO PND LISBOA - Estão a tentar restringir a Liberdade


Hoje provou-se que Portugal já vive num clima de pré-ditadura.

A Comissão Nacional de Eleições permite debates a cinco nas televisões quando há 17 concorrentes. Apesar das queixas não toma medidas.

A Comissão Nacional de Eleições permite que Governantes façam inaugurações eleitoralistas a pouco dias da votação e nada faz quando recebe queixas.

A Comissão Nacional de Eleições não garante a liberdade de expressão daqueles que se opõem aos cinco partidos do sistema e habitualmente nunca julga em tempo útil as queixas que são feitas.

Onde estava a Comissão Nacional de Eleições quando o presidente do Governo Regional da Madeira chamou bastardos e filhos da puta a jornalistas?

Mas hoje, a C.N.E. foi célere em querer exercer censura sobre o PND por causa de um tempo de antena feito com humor, onde se criticam alguns tiques ditatoriais do regime madeirense, mas que se podem extrapolar para o continente, onde também há perseguições políticas e tentativas de silenciamento.

Há claramente por parte da C.N.E. dois pesos e duas medidas, mas não nos vão conseguir calar.

Não desistimos e pela nossa parte faremos guerra total a este sistema. Um sistema que nos tentou silenciar afastando-nos dos debates televisivos . Um sistema que agora nos tenta calar censurando os tempos de antena. Um sistema que na Madeira já coloca a polícia a seguir e vigiar cidadãos honestos só porque ousam manifestar-se contra as ditas inaugurações eleitoralistas. Repetimo-lo: da nossa parte terão guerra total.

domingo, 22 de maio de 2011

TEMPO DE ANTENA PND - COMEÇOU A REVOLUÇÃO

PND "encolhe" Sócrates e Passos Coelho para defender cortes na classe política

Os responsáveis do Partido Nova Democracia (PND) "encolheram" hoje simbolicamente os líderes socialista e social-democrata para defender o corte para metade da classe política, antes de um jantar-convívio, em Lisboa, com cerca de 40 pessoas inscritas.


"Estes dois bonecos que aqui tenho simbolizam uma das principais bandeiras políticas do PND, que vimos defendendo desde sempre: a diminuição de toda a classe política para metade", disse à Lusa o cabeça de lista do PND por Lisboa às Legislativas de 05 de junho, João Carvalho Fernandes.

O membro da direção do PND, gestor de empresas de 49 anos e antigo elemento da Juventude Centrista, defendeu um Parlamento com apenas 115 deputados, face aos atuais 230, acrescentando que os postos de secretários de Estado e de assessoria deviam igualmente ser "cortados".

Com a devida vénia à RTP

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Alguém sabe?

Alguém sabe se aquele partido impoluto que vai promover uma grande limpeza já entregou as contas de 2009?

E o orçamento de campanha de 2011?

E já fez o congresso para escolher os novos dirigentes para cumprir o que está nos seus estatutos, em vez de os nomear ao arrepio daquilo que eles próprios "legislaram"?

Ou é tudo só conversa?

domingo, 15 de maio de 2011

Candidatura do PND por Lisboa impedida de se manifestar


Candidatos do PND por Lisboa estiveram hoje com uma faixa que dizia “NÃO ÀS INAUGURAÇÕES ELEITORALISTAS” em Sintra na inauguração do novo quartel dos bombeiros de São Pedro de Sintra, que teve a presença do Ministro da Administração Interna, mas tiveram de abandonar o local por a GNR os ter informado que se não o fizessem não poderiam assegurar a sua integridade física.

Os candidatos pretendiam manifestar-se contra as inaugurações eleitoralistas que o governo vem fazendo, ao mais puro estilo do Estado Novo. Desde que foram marcadas as eleições, todos os dias vários membros do governo e governadores civis fazem inaugurações destas, de obras pagas pelos contribuintes.

São actos públicos, pagos com o dinheiro dos contribuintes, onde o Partido Socialista faz propaganda eleitoral.

O PND defende que dado que a lei não proíbe (como devia) este tipo de iniciativas, o decoro e a ética (a ética republicana com que os socialistas gostam de nos encher os ouvidos) deveriam impedir o Partido Socialista de ter estes comportamentos.

Como não o faz, parece-nos que chegou a altura de os portugueses abrirem os olhos e contestarem quem aproveita actos públicos para fazer campanha eleitoral, manifestando-se em todas as inaugurações que ocorrerem até às eleições com a presença de membros do governo, inaugurações essas pagas por todos nós!

terça-feira, 10 de maio de 2011

PND faz contas à fortuna que Guilherme Silva ganha


Hélder Spínola acha uma vergonha os 184 mil euros em ajustes com o Governo Regional

Com a devida vénia ao Diário de Notícias da Madeira

O cabeça-de-lista do PND às eleições de 5 de Junho, Hélder Spínola, desafiou o candidato social-democrata Guilherme Silva "a vir a público explicar aos madeirenses quanto é que tem ganho à custa do Orçamento Regional ao longo dos 24 anos" em que é deputado na Assembleia da República. Parte das contas foram apresentadas já esta manhã: num cartaz de campanha do PSD colocado perto do Tecnopólo, os elementos do PND colaram uma mala junto à fotografia de Guilherme Silva com a inscrição 184.600 euros. Segundo Hélder Spínola, foi este montante que o deputado e advogado social-democrata arrecadou nos últimos dois anos em ajustes directos com o Governo Regional. "Isto é uma vergonha, isto é imoral. Para além de ter o vencimento na Assembleia da República como deputado, vem ao orçamento dos madeirenses e subtrai 184 mil euros", exclamou o candidato do PND, que explicou que os 184 mil euros não são "o bolo todo" que o deputado 'laranja' tem à sua conta, pois "existem ainda contratos de avença com as câmaras, com o Governo, com as sociedades de desenvolvimento" e também o vencimento de deputado no parlamento nacional.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Troika contraria declarações de Sócrates

Editor de economia da TVI sublinha que plano de ajuda a Portugal «não é mais leve» do que os da Irlanda e Grécia, como o primeiro-ministro afirmou esta semana.

Com a devida vénia à Agência Financeira

Os elementos da troika «contrariam as declarações do primeiro-ministro». Vasco Rosendo, editor de economia da TVI, explica que as afirmações de Poul Thomsen, o representante do FMI na troika, são claras ao garantir que o plano de resgate a Portugal não é «mais leve» do que o que foi aplicado à Grécia ou à Irlanda. Bem pelo contrário: este plano é mais profundo.

Também Rasmus Rüffer, o elemento BCE, negou que este programa seja mais brando, uma ideia que José Sócrates sublinhou, na passada quarta-feira, em declaração ao país.

Já sobre estas declarações da troika, o primeiro-ministro preferiu esta quinta-feira não fazer qualquer tipo de comentário.
 
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