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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Vamos correr com a malandra da Jonet!



Vamos correr com a malandra da Jonet do Banco Alimentar!

Para começar, tem nome estrangeiro, deve ser mais uma daqueles que por aí andam para nos explorar!

Vamos substituí-la por um dos muitos indignados. Têm direito a ter emprego!

A finória da ricaça trabalhava de borla por ter muita massa, mas quem a vai substituir não é, por isso vamos dar um bom ordenado a quem ocupar a presidência. E um carro digno da função - no mínimo idêntico aos do grupo parlamentar do Partido Socialista na AR.

E é um escândalo que seja a iniciativa privada a suster alguns desvalidos da vida, por isso vamos exigir que o Estado passe a subsidiar pelo menos a 90% o Banco Alimentar.

Bute aí mostrar a nossa indignação, manifestando-nos à frente do armazém do Banco Alimentar!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

DEXIA



O banco belga de que hoje se fala por estar à beira da falência devído à dívida grega, é provavelmente aquele que mais emprestou à Madeira...

Afinal não era defeito, é feitio....

domingo, 7 de novembro de 2010

UMA LENTA AGONIA no DELITO DE OPINIÃO

A simpático convite do Pedro Correia, escrevi como convidado o seguinte artigo na passada quinta no Delito de Opinião:

Uma lenta agonia

É esta a situação vivida por larguíssimos milhares de portugueses que vão “vivendo” a vida dia-a-dia sem quaisquer perspectivas de futuro.

Os empresários sem saberem se no dia seguinte vão conseguir honrar os seus compromissos nas empresas que detêm, os trabalhadores sem saberem se ainda vão ter emprego, se vão ter dinheiro suficiente para pagar a prestação ou a renda da casa, restringindo cada vez mais as suas despesas; muitos sem saberem sequer se vão conseguir ter dinheiro para dar de comer à família.

E milhares e milhares que já chegaram a um ponto de desespero e desânimo total. Mais de 600.000 desempregados, grande parte de cada vez mais longa duração e sem subsídio de desemprego, mais algumas centenas de milhares reformados a receber duas ou três centenas de euros por mês que têm de dar para comer e para os remédios... (um parêntese apenas para frisar que triste país este que trata os seus anciães da forma que vemos).

Continue a ler aqui

quinta-feira, 11 de março de 2010

11 de Março

Passam hoje 35 anos sobre uma das datas mais trágicas da história de Portugal.

Uma data que marcou a época em que ocorreu e que continua a contribuir fortemente para o descalabro do país.

Com efeito, há 35 anos, com as nacionalizações do PREC o Estado começou em Portugal a crescer e desde então não mais parou. É certo que com algumas privatizações entretanto ocorridas o Estado já não é dono de nenhuma florista (como ocorreu em 1975) e desfez-se de algumas empresas de áreas onde nunca deveria sequer ter entrado. Mas o seu peso não tem deixado de aumentar.

A esse aumento de peso do Estado na sociedade portuguesa não correspondeu de forma alguma um aumento do bem-estar da população portuguesa, à excepção da classe política e de mais algumas clientelas que têm sido beneficiadas por esta ao longo dos anos.

A coberto de (pretensas) boas intenções, o Estado imiscui-se em cada vez mais áreas, esbanjando dinheiro que mais cedo ou mais tarde vai ter de ser coberto por alguém. E como se está já a ver, com o chamado PEC, esse alguém vai ser a classe média, que tão sacrificada tem sido.

Até quando?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

DESPESISTAS E IRRESPONSÁVEIS


DESPESISTAS E IRRESPONSÁVEIS

São assim os nossos (tristes) governantes.

Por acção ou omissão deixaram chegar a economia do país ao estado actual.

Não contentes em esbanjar o dinheiro dos contribuintes em obras que quase só vão servir para encher os bolsos de alguns e ser no futuro um sorvedouro de verbas públicas (estradas desertas, aeroportos sem clientes, tgv's sem passageiros, etc, etc, etc) ainda se dão ao luxo, depois de conseguirem garantir que um (mau? péssimo?) orçamento seja aprovado, de fazer chantagem ameaçando com a demissão do governo.

Os resultados estão à vista e os portugueses vão senti-los na pele muito em breve, quando começarem a ver o custo do crédito a trepar e ficarem ainda mais estrangulados financeiramente do que já estão. Isto para além de o serviço da dívida do país crescer, dificultando também qualquer recuperação.

É este triste governo, que se consegue enganar nas contas do défice num ponto percentual apenas de um mês para o outro, que promete que a partir de 2011 é que vai haver rigor e que vai atingir 3% de défice em 2013. É este governo, sem qualquer credibilidade, dados os sucessivos falhanços das suas políticas e das suas previsões que se dá ao luxo de criticar entidades externas que avisam que assim é impossível continuar.

Com a actuação irresponsável (sancionada eleitoralmente por uma fatia significativa de eleitores) de uns senhores capitaneados por José Sócrates, Teixeira dos Santos e Vítor Constâncio , Portugal atingiu hoje a deplorável posição de 14º no ranking dos países com maior risco de dívida, no mundo!

E se não bastasse toda a incompetência e irresponsabilidade que têm deixado como marca idelével da sua actuação, ainda têm a suprema lata de se fazerem de vítimas de tudo e de todos e de acusar os outros - oposição (que não é muito melhor, a bem dizer), agências de rating, comissário europeu, mercados e investidores,  de perseguição!

Face a tudo isto, só há duas hipóteses:

1) Fugir do país para bem longe de onde estão estas aventesmas. Mas só alguns podem e/ou têm coragem de o fazer.

2) A REVOLTA.

Eu, opto claramente pela segunda hipótese.

Recuso terminantemente que por culpa destes senhores e dos que nos têm governado nos ultimos anos, a Soberania de Portugal esteja mais uma vez colocada em causa.

Recuso o fatalismo de ter um governo incapaz de atacar de frente os problemas estruturais da economia portuguesa.

Recuso que num período extremamente difícil para Portugal, se assista de manhã à noite a uma gincana política entre governo e oposição, como se o momento não fosse gravíssimo.

Recuso abdicar do meu direito e dever de cidadania, de apontar o que está mal e propor soluções.

Recuso um país onde a corrupção e o compadrio começam a ser a norma.

Recuso tudo isto. E não me calo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

REVISÃO DA LEI DE FINANÇAS REGIONAIS É MAU SINAL PARA OS MERCADOS EXTERNOS

declarou hoje Basílio Horta.

E as verbas esbanjadas em "investimentos" megalómanos como TGV's e novos aeroportos (por exemplo Beja e Lisboa) não são?

terça-feira, 23 de junho de 2009

CRISE, QUAL CRISE? (IV)

Neste momento estão mais de dez hotéis à venda na Madeira, para já não falar dos "buracos" Madeira Palácio e Colombo's Resort.

Entretanto a D. Estudante passeia e faz discursos completamente desligados da realidade!

terça-feira, 16 de junho de 2009

CRISE, QUAL CRISE? (III)

Grupo CHARMING HOTELS (Quinta do Monte, Quinta das Vistas, Quinta Perestrello, Quinta do Estreito e o conhecido restaurante “Adega da Quinta”) à venda.


(piscina interior da Quinta das Vistas)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

CRISE, QUAL CRISE? (I)

Hotel Méliá à venda seis meses depois da abertura....

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Jorge de Sá - Transporte: armas reduziu o preço do transporte de produtos em 30%

Um excerto da entrevista do empresário Jorge de Sá ao Diário de Notícias da Madeira

O custo do transporte de mercadorias, nomeadamente os elevados fretes, é um dos grandes, senão o principal, problemas com que se debatem as cadeias de distribuição e agentes económicos em geral. Isso mesmo confirma o presidente do conselho de administração do Grupo Sá. "Os preços são extremamente caros." Como forma de ultrapassar este problema o grupo madeirense tem procurado novas alternativas de transporte, nomeadamente através do ferry do armador canário 'Naviera Armas'.

"Temos aproveitado o Armas para efectuar alguns fretes, sobretudo de frutas e produtos frescos, mas os restantes fretes continuam muito caros, o que acaba por onerar bastante os produtos de outras origens". Questionado se a diferença de preços praticados pelos restantes armadores é muito superior aos que são cobrados pela 'Naviera Armas', Jorge Sá é peremptório: "São muito mais caros". Face a esta diferença de preços, Jorge Sá não tem dúvidas em afirmar que a entrada da 'Naviera Armas' na linha da Madeira constitui uma grande mais-valia. E dá como exemplo o transporte de frutas, que chegam cá muito mais baratas. "Chegam muito mais frescas e o preço do transporte é cerca de 30% mais barato comparativamente ao transporte noutros barcos".

Além disso, sublinha, é uma alternativa de transporte "muito mais rápida". Isto porque, ao contrário dos porta-contentores, o ferry permite fazer chegar a mercadoria à Madeira em pouco mais de 24 horas. "Embarcamos no domingo e na segunda-feira já temos na Madeira a mercadoria". Face a estas mais-valias Jorge de Sá refere que a 'Naviera Armas' será uma das opções privilegiadas do novo transitário, a 'Flutuamar', apesar de reconhecer algumas limitações do ferry do armador canário. "Vamos ver até que ponto a 'Naviera Armas' irá conseguir vencer os obstáculos. Eles não têm grande capacidade para dar resposta a toda a nossa carga", mas a ideia, segundo afirma, é apostar no ferry para transportar o máximo possível de mercadoria através deste armador.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Parque Temático de Santana - Mais um BURACO do regime!

A Sociedade de Desenvolvimento do Norte da Madeira, S.A. foi criada pelo DLR n.º 9/2001/M, de 10 de Maio7 8, que aprovou igualmente os respectivos estatutos, sendo, nos termos do n.º 1 do seu art.º 1.º, uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, que se enquadra na noção jurídica de empresa pública (regional) fornecida pelo n.º 1 do art.º 3.º do DL n.º 558/99, de 17 de Dezembro9, e em que são accionistas a RAM, e os Municípios do Porto Moniz, de São Vicente e de Santana.

De acordo com o texto preambular do DLR n.º 9/2001/M, as razões que presidiram à constituição da SDNM, S.A. assentam, em síntese, na necessidade da criação de instrumentos complementares de intervenção a nível local, visando a dinamização e o desenvolvimento integrado e equilibrado dos referidos concelhos do Norte da Madeira, a concretizar através duma parceria institucional entre o Governo Regional e os correspondentes Municípios.

A SDNM, S.A. pretende assim, numa filosofia de selecção de empreendimentos que tenham acima de tudo uma perspectiva de rentabilidade, pois visam não só a maximização das novas oportunidades de investimento, mas também que os mesmos sejam alcançados à luz da eficiência da gestão, bem como da melhor aplicação dos fundos e sistemas comunitários, nacionais e regionais destinados ao desenvolvimento regional.


No Plano de Actividades 2002/2004 constava a seguinte previsão de custos para o Parque Temático:

Custo Total 19.950.000,00
Orçamento Regional 3.726.063,00
POPRAM III 9.975.000,00
Outras Fontes 6.248.937,00

No entanto, pouco mais tarde, o Investimento e financiamento global dos projectos constante na análise preliminar de viabilidade económica do portfólio de projectos era:

Custo Total 22.203.000,00
Capital 3.246.000,00
POPRAM III / SIVETUR 9.975.000,00
Outras Fontes 8.982.000,00

Na realidade e comparando com os valores da análise preliminar, foi necessário um reforço de 19.002.911,14 euros, sendo pois a derrapagem nos custos de 85,6%!

Decomposição dos 41.205.911,14 gastos:

Aquisição / Expropriação de terrenos 357.611,60
Valor da adjudicação 24.497.736,69
Trabalhos a mais e a menos 4.564.208,58
Projectos e Fornecimentos 7.493.992,53
Fiscalização 200.168,87
IVA 4.092.192,87
Total por projecto 41.205.911,14

No relatório do Tribunal de Contas relativoa 2006, é referido que o imobilizado é de 38.238.000, pelo que iremos trabalhar com esse número, dando de barato os restantes 3 milhões (que se calhar foram a custos...)

O Parque Temático da Madeira (PTM), situado no Concelho de Santana, ao sítio da Fonte da Pedra, pretende ser um centro atractivo onde se possa associar e complementar os aspectos históricos, patrimoniais, de desenvolvimento tecnológico e de ambiente cultural que caracterizam a RAM.

O recinto do Parque Temático é constituído por diferentes segmentos operacionais e complementares, compreendendo as seguintes atracções/exposições:

• Descoberta da Ilha;
• Um Mundo de Ilha/Uma Ilha no Mundo;
• Futuro da Terra;
• Circuito Zoom in – Zoom out;
• Comboio do Monte;
• Circuito de espelhos;
• Lago com barcos;
• Viagem fantástica na Madeira;
• Artesanato (embutidos, tecelagem, bordados, vimes e latoaria);
• Campo de desportos radicais.
O empreendimento dispõe ainda de estacionamentos, restaurante, cafetaria e self-service e lojas de vendas de artesanato regional e de artigos de merchandising alusivos ao Parque.


O projecto do PTM era inicialmente da responsabilidade da Secretaria Regional do Turismo e Cultura, inscrito pela primeira vez no PIDDAR de 2002, registando uma execução financeira, nos anos 2002 e 2003, na ordem dos € 1.307.554, correspondendo esses montantes a trabalhos iniciais de definição do projecto e inerentes à avaliação e disponibilização dos terrenos.

Dos 41,2 milhões de euros afectos ao empreendimento o montante correspondente às empreitadas de obras públicas é o mais significativo representando 79,7% dos custos, seguindo-se as verbas dos fornecimentos e prestações de serviços com 19,4%. O valor afecto às aquisições de terrenos é reduzido (0,9%) uma vez que a grande maioria dos terrenos foram adquiridos pela SREST, em nome da RAM.


A Zarco Finance, B.V., disponibilizou às Sociedades de Desenvolvimento e à Madeira Parques, S.A., o montante de € 190.000.000, decorrente do empréstimo obrigacionista organizado pelo consórcio bancário internacional liderado pelo Banco Efisa, S.A. e que se destina a financiar o Plano de Investimentos e de Actividades das sociedades que participam no capital social daquela empresa.(SDNM e outras). Os valores a disponibilizar tinham um período de carência de 7 anos e com um prazo de amortização de 20 anos. Taxas: Euribor 6 M +0,425%

Fontes:
Auditoria à Sociedade de Desenvolvimento do Norte da Madeira, S.A. - Ano económico 2003

Auditoria ao financiamento das Sociedades de Desenvolvimento e da empresa “Madeira Parques Empresariais, SA” - 2006


Com este números, vamos então fazer umas continhas!

Podemos começar pelas receitas actuais. Tendo em conta que o preço normal de uma entrada é de 10 euros, pagando grupos, crianças e idosos apenas 8 euros, vamos considerar uma receita média de 9 euros, o que perfaz neste ano (2008) 900.000 euros. (de notar que este valor não chega a atingir 20% do montante previsto para 2006!)

Pelo que pude verificar da análise aos relatórios, não terá sido recebida qualquer verba do POPRAM, pelo que se vai partir do princípio que o recurso a empréstimos foi dum montante de cerca de 35 milhões de euros. Atendendo ao período de carência de 7 anos e aplicando (com alguma boa vontade...) uma taxa de 3,5%, temos só de juros actualmente, a verba anual de 1.225.000 euros! Ou seja as receitas actuais nem cobrem os custos financeiros!

Falta acrescentar muitos custos que não consegui obter, nomeadamente, despesas de funcionamento corrente, reparações/manutenção e eventuais investimentos suplementares. A isto acresce ainda o serviço da dívida decorrente dos sucessivos prejuízos anuais....

A partir do oitavo ano, acrescem as amortizações do capital emprestado, cerca de 2.692.000 euros (e diminuindo os juros pagos em cerca de 100.000 euros por cada amortização)

Por alto e não considerando as despesas de exploração nem novas dívidas teriamos um ponto de equilíbrio só para dívida decorrente do investimento inicial de 433.000 entradas (a uma média de 9 euros). Mais de quatro vezes as entradas deste ano!

E relembrando que estas contas apenas abrangem a parte financeira, a conclusão é clara: O Parque Temático da Madeira é mais um buraco sem fundo a ser pago pelas gerações vindouras. E face a este buraco, nem vale a pena virem com a conversa da utilidade turística, nem do desenvolvimento do norte, porque nada, repito nada, justifica estes valores!

Parque Temático de Santana - FANTÁSTICO!




Parque Temático de Santana com 100 mil visitas em 2008

Epá! Mas vendo bem, 100.000 visitantes por ano, são apenas uns 275 por dia! Com aquela área toda! E aqueles equipamentos todos! E aqueles funcionários todos!

Ui! Que buraco! Mais um...

R.I.P.

Pois é. A coisa aqui está preta...

Um dos principais suportes do regime jardinista está à beira da falência.

Apesar dos múltiplos apoios de que sempre usufruiu, apesar das benesses que chegaram ao ponto de permitir que operasse ilegalmente um heliporto nas barbas da Quinta das Angústias, apesar das facilidades de que sempre gozou na ilha, parece que a situação é desesperada.

Junte-se a uma participação elevada num banco nacionalizado por trafulhices várias um restaurante falido e com processos em cima (ou ameaças, não consegui confirmação sobre se já está nos Tribunais) a um megalómano empreendimento turístico sem vendas e com obras paradas e obtem-se o retrato da falência anunciada.

O poder está a envidar todos os esforços para evitar essa falência, inclusivé com recurso a Lisboa (essa que só os rouba...) mas a situação está bem preta! Mas não deixa de ser caricato que qual menino mimado, o regime que é tão independente e que diz mal de Lisboa várias vezes ao dia, quando surgem problemas vá a correr pedir ajuda!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

PND/Madeira vai distribuir dinheiro pelos idosos

Envelope com 30 euros, num total de cinco mil. Protesto contra aumento «escandaloso» das subvenções partidárias



Com a devida vénia ao IOL Portugal Diário

O PND/Madeira vai distribuir, segunda-feira, um envelope com 30 euros, num total de cinco mil euros, aos idosos com setenta ou mais anos de idade que se apresentem nas suas instalações na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), refere a Lusa.

O gesto foi anunciado pelo deputado único do PND, José Manuel Coelho, e surge como forma de reacção «ao escandaloso e vergonhoso jackpot para os partidos que o PSD/M fez aprovar na Assembleia».

O PND e toda a oposição, à excepção do MPT, que se absteve, votaram contra a alteração da Lei Orgânica da ALM que prevê um aumento de 16 por cento nas subvenções aos partidos com assento parlamentar, proposta pelo PSD.

Com esta medida, a ALM vai destinar 5,1 milhões de euros aos partidos para 2009, dos quais 3,7 milhões são para o PSD, 840 mil euros para o PS e 108 mil para os partidos com um só deputado, casos do PND e MPT.

No próximo ano vai distribuir sacos de dinheiro à população

José Manuel Coelho manifestou ainda a sua «indignação» por esta proposta «prever retroactivos desde 2007» e referiu que, caso estes retroactivos sejam aprovados, «o PND, no próximo ano, vai estar à porta do parlamento a distribuir sacos de dinheiro à população».

«Não se compreende este jackpot milionário aos partidos à custa dos contribuintes. É escandaloso, perante o número de desempregados e os pensionistas que recebem reformas miseráveis, que nem sequer dão para os medicamentos», disse.

Na segunda-feira, a partir das 09:00 horas da manhã, serão distribuídos os respectivos envelopes com os 30 euros na sede do PND Madeira, na Rua da Alfândega, 71, 2º andar.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

TURISMO DE VENTO EM POPA!

Como podemos ler aqui o turismo da Madeira continua a bater sucessivos recordes! Só não se percebe é como...

. Um grande e antigo hotel do Funchal teve uma taxa de ocupação em Novembro de menos de 25% (menos de metade do habitual nesta época).

. Turistas ingleses, é vê-los... São cada vez menos, tal como consequentemente os vôos daí provenientes.

. O grupo Pestana encerrou por uns meses o seu hotel em Porto Santo, oferecendo a quem já tinha marcação para o fim do ano estadia pelo mesmo preço em qualquer dos hóteis do grupo.

. Também em Porto Santo o Colombo's Resort tem visto sucessivamente adiada a data de abertura, colocando-se já em causa que esta venha alguma vez a ocorrer nos moldes antes previstos.

. As marcações para o Natal e Fim-do-Ano estão 10% abaixo do nível do ano passado, na mesma data; provavelmente acabarão por atingir o mesmo nível, mas à custa de descontos de 20 a 30%.
. A Halcon oferece vales de desconto de 150 euros para marcações de reveillon na Madeira.

. Os restaurantes do Funchal estão a sentir duplamente a crise: menos turistas e menos madeirenses.


CRISE? QUAL CRISE? ATOARDAS DA OPOSIÇÃO É QUE É!

NO PASSA NADA....

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

ALGUÉM QUE SABE DO QUE FALA...

Mais um funcionário (funcionária...) do Governo Regional que escreve no Jornal da Madeira sobre o que sabe....

MARIA DA GRAÇA LUÍS
O “diz-se diz-se”


O “diz-se diz-se” neste cantinho do Céu, e terra maravilhosa, que é a nossa “Querida Madeira”, tem muito que se lhe diga … Diz-se isto, diz-se aquilo, e muitas das vezes, não se faz a mínima ideia do que se diz.
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Na passada semana, vi numa notícia de rodapé dum canal de televisão, que devido ao custo do petróleo, as construtoras aéreas ( Boeing, Airbus, etc) estavam com problemas na compra dos seus aviões. Regressei do Congresso Anual da ICCA há duas semanas, e, no programa Educacional, um dos temas, entre tantos e bons, a que tive o prazer de assistir, foi “The future of Air Travel” (O Futuro das Viagens Aéreas). Um painel fantástico, e informativo. Um dos oradores foi o Sr Michael Warner, que é um dos Directores de Análise de Mercado da Boeing, nos Estados Unidos. Uma das coisas que ele disse foi que, para o novo modelo que a companhia já está a produzir, o Boeing 787 Dream Liner, já têm 900 encomendas. Este modelo terá uma maior autonomia para voos longos directos; muito mais oxigénio na cabine, proporcionando aos passageiros muito menos cansaço; menor consumo; menor poluição ambiental; etc. Uma vez mais se prova que muito do que se diz, e se escreve, não tem fundamento.


Só é pena a realidade teimar em desmentir estas pessoas...

São às centenas as empresas de aviação que estão a desistir de compras de aviões. Um exemplo apenas, bem próximo:

TAP cancela opção de compra para oito aviões Airbus A320

terça-feira, 21 de outubro de 2008

FALTA DINHEIRO À MADEIRA?

Quando se esbanja o que há, é normal... É a Madeira Nova de AJJ em todo o seu esplendor - gaste-se que alguém há-de pagar!

Campo de Futebol de Câmara de Lobos - Mais 4,7 milhões para a muralha
Concurso público da obra já tinha custado mais de 7 milhões; agora o muro leva mais 4


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A título comparativo, refira-se que o valor gasto pelo executivo madeirense na construção da muralha está próximo daquele que o Governo da República vai investir na Madeira, no âmbito do Programa de Investimentos e Despesa da Administração Central (PIDDAC) e que se cifra nos 5.472.341 euros. Numa altura em que o GR garante que o desporto não é uma prioridade, não deixa de ser um valor significativo.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

DESTINO MADEIRA IMUNE À CRISE?

Qual será a desculpa do nosso grande líder quando daqui a uns meses se constactar que afinal não é bem assim? É claro que poderá sempre imitar o nosso querido primeiro-ministro, também especialista em tapar o sol com a peneira e em arranjar desculpas para o não cumprimento dos objectivos...



Neste momento já há algum pânico nos maiores grupos madeirenses na área do turismo face a uma carteira de marcações para 2009 em queda livre (e a comparação é logo com um dos melhores anos)! Afigura-se que o sonho de passar o valor médio por dormida acima dos 100 euros por noite, não vai passar disso mesmo nos próximos tempos.
 
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